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Como reduzir o tempo de tela: 7 formas para equilibrar a vida digital e a real

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7 formas para reduzir do tempo de tela

1 – Usar aplicativos de monitoramento de uso

O Screen Time (iOS), por exemplo, permite que os usuários monitorem e limitem o uso de aplicativos, definindo limites diários para cada um.

Já o Digital Wellbeing (Android), oferece relatórios sobre o uso de aplicativos e a capacidade de definir limites para reduzir o tempo gasto no dispositivo.

2 – Usar bloqueadores de aplicativos

O aplicativo Forest ajuda a manter o foco, incentivando os usuários a não usarem o smartphone por um determinado período; se você conseguir, uma árvore virtual cresce.

Se você quer bloquear os aplicativos que consomem muito tempo, ajudando a reduzir distrações, o Stay Focused é indicado.

3 – Ligar modo não perturbe

A maioria dos smartphones possui um modo “Não Perturbe”, que silencia notificações durante horários específicos, ajudando a criar um espaço livre de distrações.

4 – Usar aplicativos de bem-estar digital

O Moment rastreia o tempo de uso do smartphone e envia lembretes para ajudar a reduzir o uso excessivo.

Já o RescueTime é ideal para fazer o monitoramento de como você passa seu tempo no dispositivo, fornecendo relatórios detalhados que ajudam a identificar padrões de uso.

Insight Timer é uma plataforma de meditação com uma vasta biblioteca de meditações guiadas, palestras e músicas, promovendo a calma e a concentração.

5 – Apps de Técnicas de produtividade

Aplicativos como Focus Booster ajudam a implementar a técnica Pomodoro, que consiste em trabalhar por 25 minutos e fazer pausas de 5 minutos, promovendo um foco equilibrado.

Além disso, aplicativos de calendário como Google Calendar para agendar compromissos, lembretes e tarefas. Sincronize com outros dispositivos para manter tudo atualizado.

Algumas técnicas podem ajudá-lo a usar seu smartphone de forma mais produtiva, permitindo que você maximize seu tempo e minimize distrações.

6 – Use aplicativos para limitar tempo nas redes sociais

Redes sociais são, muitas vezes, grandes responsáveis por consumir horas do nosso dia sem que percebamos. Aplicativos como o AppDetox e o Offtime permitem que você defina limites diários de uso para redes sociais específicas, bloqueando-as quando o tempo estabelecido for atingido.

Isso ajuda a evitar o uso excessivo e a redirecionar seu tempo para atividades mais produtivas. Além disso, muitos desses aplicativos oferecem relatórios detalhados, permitindo que você tenha uma visão clara de quanto tempo gasta em cada plataforma.

7 – Desative notificações não essenciais

As notificações constantes são um dos principais fatores que nos distraem e prolongam nosso tempo de tela. Uma dica simples e eficaz, é desativar notificações de aplicativos que não são essenciais no seu dia a dia, como redes sociais ou promoções de lojas.

Isso reduz interrupções desnecessárias e ajuda você a se concentrar em tarefas mais importantes. Vá nas configurações do seu smartphone para personalizar as notificações e até mesmo optar por receber alertas apenas de contatos ou aplicativos prioritários.

Outras estratégias para ter equilíbrio digital

1 – Defina limites de tempo

Segundo a pesquisa, uma das maiores razões pelas quais as pessoas ficam “grudadas” no smartphone é o medo de ficar de fora (FOMO na sigla em inglês).

Porém, é importante colocar limite no tempo de uso dos dispositivos. Estabeleça horários específicos para usar a tela e reserve períodos sem tecnologia. Pode ser durante as refeições ou antes de dormir.

2 – Crie espaços livres de tecnologia

Reserve áreas da casa onde o uso de dispositivos é proibido para ter interações face a face.

Um bom momento para fazer isso é durante as refeições com familiares e amigos.

3 – Priorize atividades offline

Ficar offline pode trazer diversos benefícios. Dedique mais tempo a hobbies, esportes e socialização presencial para reduzir a dependência de telas.

Convide amigos ou familiares para encontros, como piqueniques, jantares ou sessões de jogos de tabuleiro, para promover interações significativas com pessoas.

4 – Faça uma reflexão

Reserve um tempo semanal ou mensal para avaliar seu uso da tecnologia e perceber se você está usando as telas de forma equilibrada. Isso pode ser feito em um caderno, em um aplicativo de notas ou simplesmente em um momento de meditação.

Com as ferramentas certas e usando essas dicas será mais fácil encontrar um equilíbrio saudável entre o uso de tecnologia e uma vida mais humanizada.

A pesquisa mostra que o smartphone é um dos mais difíceis para reduzir o tempo para 61% dos entrevistados. – Foto: Erik_Lucatero /Pixabay



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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