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Concurso PMERJ: Resultados divulgados e próximas etapas
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O concurso da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) está em uma fase crucial e emocionante. Com uma concorrência acirrada, o processo que inicialmente oferecia 2 mil vagas foi expandido para 4 mil oportunidades. A ampliação foi anunciada pelo governador Cláudio Castro, atendendo à necessidade de reposição de quadros devido a aposentadorias e outras vacâncias. O certame continua sendo organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que recentemente divulgou os resultados da prova discursiva, mantendo a expectativa entre os candidatos.
A prova discursiva foi um desafio à parte. Com o tema “Vantagens e Desvantagens do uso de Câmeras de Segurança nos Coletes”, os candidatos tiveram que demonstrar não apenas habilidade na escrita, mas também uma análise crítica e técnica das implicações para a segurança pública. Os resultados são um passo importante para aqueles que desejam concretizar o sonho de integrar a corporação militar.
Como foi a avaliação da prova discursiva do concurso PMERJ?
A avaliação da prova discursiva foi um dos momentos mais aguardados do concurso. A FGV, responsável pela análise, focou em critérios complexos, como clareza na argumentação e propriedade técnica. Os candidatos eram obrigados a atingir uma nota mínima de 50 em 100, o que demandava um profundo preparo e entendimento do tema. A escolha do assunto serviu para avaliar a capacidade de raciocínio dos candidatos, sua criatividade e sua aptidão para lidar com situações desafiadoras que fazem parte do cotidiano da segurança pública.
A prova discursiva, com sua proposta de balanço entre vantagens e desvantagens, refletiu a necessidade de o futuro policial militar compreender a importância de tecnologias modernas na execução de seu trabalho de maneira ética e eficaz. Essa etapa foi um verdadeiro termômetro da capacidade dos candidatos em adotar uma visão crítica no desempenho de suas futuras funções.
Quais são as próximas etapas do concurso PMERJ?
Com o encerramento da fase discursiva, há novas etapas para os candidatos que conseguiram aprovação nessa fase. A próxima fase consiste no preenchimento da Ficha de Informações Confidenciais (FIC), uma etapa crucial para verificar se os candidatos atendem a todos os requisitos necessários para ingressar na PMERJ.
- Exame antropométrico: Avaliação das medidas corporais para garantir que atendem aos padrões da corporação.
- Teste de Aptidão Física (TAF): Verificação das capacidades físicas do candidato, essencial para a função policial.
- Exame psicológico: Avaliação das condições psicológicas para atuar em um ambiente de alto risco e pressão.
- Exames médicos: Checagem da saúde geral dos candidatos para garantir aptidão física completa.
- Exame social e toxicológico: Garantir que o candidato possui um histórico sem implicações com atividades ilícitas.
- Avaliação documental: Verificação de documentos para assegurar a veracidade e adequação de todas as informações fornecidas.
Cada uma dessas etapas é determinante para a consolidação de uma carreira sólida e eficiente na PMERJ. O desempenho nelas determinará quem estará apto para continuar no processo seletivo.
Expansão de vagas: O que significa para os candidatos?
A ampliação de vagas para 4 mil oportunidades foi um balde de motivação para milhares de candidatos. O governador Cláudio Castro ressaltou que essa medida respeita as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), uma vez que visa preencher exclusivamente os postos vagos. Essa expansão não somente garante um reforço essencial nas unidades da PMERJ mas também representa uma chance de iniciar uma carreira em uma área cada vez mais necessária à sociedade.
O aumento no número de vagas surge como resposta à crescente necessidade de segurança pública. Além disso, representa uma estratégia para garantir que as unidades estejam sempre prontas para servir ao cidadão de forma eficaz e eficiente.
A formação dos aprovados, segundo o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, está prevista para iniciar em 2025. Enquanto isso, a corporação se prepara para abrir novos batalhões em locais estratégicos, como Nova Iguaçu, o Jacarezinho e São Gonçalo, pontos que acolherão muitos dos novos policiais, reforçando assim a segurança pública e a ordem nessas regiões.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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