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confrontos violentos durante uma caminhada para os aposentados
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Helts, entre os mais violentos em quinze meses da presidência de Javier Milei, se opôs na quarta -feira, 12 de março, policiais e manifestantes em Buenos Aires, durante uma marcha para a defesa das pensões. O desfile foi inflado pela presença de numerosos apoiadores de clubes de futebol, que vieram apoiar os aposentados.
A manifestação degenerou no meio da tarde, depois de um longo tempo face a cara, depois os primeiros anos, entre a polícia e várias centenas de manifestantes perto do Parlamento, que estava em sessão.
Várias pedras e projéteis têm como alvo a polícia, que usou balas de borracha, canhões de água e gás lacrimogêneo em inúmeras ocasiões, durante confrontos em movimento, mais de uma batalha de uma briga, que durou mais de duas horas. Trinta pessoas foram presas ao longo do dia e dois policiais ficaram feridos, informou a polícia da capital.
Após os confrontos iniciais, os mais difíceis, a polícia libertou o vasto lugar do Parlamento e empurrou grupos de manifestantes para as ruas adjacentes, em um fundo de nuvens de gás lacrimogêneo, enquanto várias latas de lixo e um carro da polícia foram queimadas, encontraram a agência da France-Presse (AFP).
Logo após as 18h (22h, em Paris) ainda ressoou alguns tiros de bala de borracha enquanto a polícia, incluindo duetos em uma motocicleta, dispersou alguns manifestantes que refletiram em relação ao local de Mai, em frente à presidência.
A presidência denuncia uma marcha “ultras”
Durante anos, toda quarta -feira em Buenos Aires viu uma mobilização de aposentados, às vezes algumas dezenas, às vezes centenas ou mais, para protestar contra a degradação de seu poder de compra de longa data, em particular uma queda brutal nos primeiros meses da pré -presidência do Javier Ultraliberal Milei.
Nos últimos dias, as chamadas se multiplicaram em redes sociais entre apoiadores de clubes de futebol no país, incluindo o Grand River Plate, Boca Juniors, Racing, Independede, para se juntar aos aposentados. Tanto para apoiar suas reivindicações quanto protestar contra a dureza da polícia nas quartas -feiras anteriores. Confrontos relativamente curtos haviam lesionado a luz e levou a prisões, quando a polícia usou gás lacrimogêneo. Alguns sindicatos e organizações radicais de esquerda também estavam presentes na quarta -feira, com frequência ao lado dos aposentados.
“Eu vim porque não é possível que eles atinjam aposentados, meu pai se aposentou, ele tem 83 anos e ele toca a pensão mínima, ele não tem mais acesso a medicamentos!” »»estava indignado com o AFP Martin Mansilla, motorista de táxi de 33 anos, vestido com a camisa vermelha de Independede.
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“Se eles tocam idosos, que bagunça está se preparando!” »» ou “Milei, lixo, você é a ditadura!” »»cantaram grupos de apoiadores nas ruas que levam ao Parlamento.
O porta -voz presidencial criticou antecipadamente a mobilização como “Nada além de uma caminhada” barrabravas ” (Ultras) Certamente a obediência da esquerda, Kirchnerist ”.
A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, havia denunciado “Uma marcha desestabilizadora”e alertou os manifestantes diante de possíveis distúrbios. “Deixe -os não arriscar, porque eles nos encontrarão”ela lançou.
Registre a inflação na Argentina
Os aposentados argentinos são os grandes perdedores do primeiro ano de austeridade da presidência de Milei, na realidade perdendo por vários anos de inflação crônica, que culminou em 211 % no ano de 2023.
Desde meados de 2024, a aposentadoria mínima já foi indexada mensalmente na inflação entre uma revisão periódica e mais aleatória antes. Em março, esse mínimo, que mais da metade dos aposentados percebe, foi para quase 350.000 pesos (328 dólares). Mas, acima de tudo, os aposentados sofreram desde os primeiros seis meses da presidência de Milei, onde uma captura de pensões foi congelada, apesar de uma desvalorização de 52 % no final de 2023 e com um aumento no preço dos medicamentos em paralelo.
“Eu acredito que as pessoas estão acordando, depois de tanto que esse governo bastardo”declarado à AFP, um pouco longe do gás lacrimogêneo, Cristina Delgado, 85 anos, que percebe a aposentadoria mínima e diz que está indignado com a resposta da polícia. “Eu vivi quatro ditaduras, mas aí é pior, porque está em uma democracia. »»
O mundo com AFP
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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