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Kuwait Frees Group de americanos presos, diz o representante | Donald Trump News
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2 anos atrásem
A libertação de prisioneiros vem em meio a um empurrão do governo Trump para levar para casa os cidadãos dos EUA presos no exterior.
O Kuwait divulgou um grupo de prisioneiros americanos, incluindo veteranos e empreiteiros militares presos por anos por acusações relacionadas a drogas, em um movimento visto como um gesto de boa vontade entre dois aliados, disse um representante dos detidos à agência de notícias da Associated Press na quarta-feira.
O comunicado segue uma recente visita à região por Adam Boehler, o principal enviado de reféns do governo Trump, e vem em meio a um esforço contínuo do governo dos EUA para levar para casa cidadãos americanos presos em países estrangeiros.
Seis dos prisioneiros recém -libertados foram acompanhados em um voo do Kuwait para Nova York por Jonathan Franks, um consultor particular que trabalha em casos envolvendo reféns e detidos americanos e que estavam no país para ajudar a garantir sua libertação.
“Meus clientes e suas famílias agradecem ao governo do Kuwait por esse gentil gesto humanitário”, disse Franks em comunicado.
Ele disse que seus clientes mantêm sua inocência e que os americanos adicionais que ele representa também devem ser libertados pelo Kuwait mais tarde.
O Departamento de Estado não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Os nomes dos prisioneiros liberados não foram imediatamente divulgados.
O Kuwait, uma pequena nação rica em petróleo que faz fronteira com o Iraque e a Arábia Saudita e está perto do Irã, é considerada um grande aliado não-OTAN dos Estados Unidos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, prestou homenagem a esse relacionamento recentemente no mês passado, quando disse que os EUA “permanecem firmes em seu apoio à soberania do Kuwait e ao bem -estar de seu povo”.
Parceria militar próxima
Os países tiveram uma parceria militar próxima desde que os EUA lançaram a Guerra do Golfo de 1991 para expulsar as tropas iraquianas depois que o ditador de Iraqi, então, Saddam Hussein, invadiu o país, com cerca de 13.500 tropas americanas estacionadas no Kuwait em Camp Arifjan e Ali al-Salem Air Base.
Mas o Kuwait também detém muitos empreiteiros militares americanos por acusações de drogas, em alguns casos, por anos. Suas famílias alegaram que seus entes queridos enfrentaram abuso enquanto presos em um país que proíbe o álcool e tem leis estritas sobre drogas.
Outros acusaram a polícia do Kuwait de apresentar que acusações e evidências de fabricação usadas contra eles.
O Departamento de Estado alerta os viajantes que as acusações de drogas no Kuwait podem levar longas sentenças de prisão e a pena de morte.
Desde que o presidente Donald Trump retornou à Casa Branca, seu governo republicano garantiu a libertação do professor americano Marc Fogel em uma troca de prisioneiros com a Rússia e anunciou a libertação da Bielorrússia de um cidadão americano preso.
Os americanos divulgados quarta -feira não foram designados pelo governo dos EUA como detidos indevidamente. O status é aplicado a uma subseção de americanos presos no exterior e, historicamente, garante que o caso seja tratado pelo enviado presidencial especial do governo para assuntos de reféns – o escritório que lida com negociações para uma libertação.
Mas os advogados dos países estrangeiros esperam que o governo Trump adote uma abordagem mais flexível e garantirá a liberação daqueles que não são considerados detidos indevidamente.
“A triste realidade é que esses americanos ficaram na prisão por anos devido a uma política equivocada que, antes do presidente Trump assumir o cargo, efetivamente abandonou os americanos no exterior que não haviam sido designados indevidamente”, disse Franks em comunicado.
“Esses lançamentos”, acrescentou, “demonstram o que é possível quando o governo dos EUA prioriza trazendo os americanos para casa”.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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