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Conheça o jovem do Rio eleito o mais bonito do país; Mister Brasil 2025

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Sophia é uma menina de 9 anos, de Rio Claro (SP), que tem uma doença rara na perna e precisa de cirurgia urgente. - Foto: arquivo pessoal

Lucas Laet, de 32 anos, faixa preta no jiu-jítsu, natural do Rio de Janeiro, foi o vencedor do Mister Brasil CNB 2025. – Foto: @misterbrasiloficial

Missão quase impossível: escolher os homens mais bonitos do país, entre 29 candidatos. Por sorte, o Mister Brasil CNB 2025 seleciona três candidatos para representar o país em concursos internacionais de beleza. E o grande vencedor este ano foi o modelo e lutador de jiu-jitsu Lucas Laet, de 32 anos, do Rio de Janeiro. Ele foi o segundo homem preto da história a vencer a disputa.

E os outros dois são estonteantes também. Igor Thierry, de 24 anos, acadêmico de medicina e ex-jogador de futebol, que mora em Manaus, representará o Brasil no Mister Supranational, na Polônia. Já Rodrigo D’ Soni, de 34, ator, modelo, advogado empresarial e gestor da indústria da moda, será o nome brasileiro no Mister International, na Tailândia.

A difícil escolha ocorreu no último fim de semana em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Os candidatos foram avaliados em várias provas, como oratória e trajes de gala, além, claro, da beleza. E pela primeira vez que um homem trans participou da seletiva. Bernardo Rabello, 29, é personal trainer e Mister Sul Fluminense.

Do Rio para o mundo 

O modelo e lutador de jiu-jitsu Lucas Laet, que ganhou o 19º Mister Brasil CNB 2025, vai representar o Brasil no Mister Global na Tailândia, em setembro

Nas redes sociais, o modelo e atleta é bastante ativo. Tem podcast, participa de novelas e comerciais, é fluente em inglês e dá dicas sobre saúde e bem-estar. Lucas é extremamente simpático e sedutor.

Ele disse que além de apaixonado por esportes, especialmente, musculação, adora estar com a família e os amigos.

Leia mais notícia boa

Muitas histórias de vida

Os concursos de beleza feminino e masculino atualmente vão muito além da aparência. Os candidatos têm de mostrar outras habilidades. E, eles se esforçam.

Nas redes sociais, Igor Thierry, acadêmico de medicina e ex-jogador de futebol, mostra que é possível ser um estudante aplicado de um curso que exige muito, atleta e modelo.

Advogado empresarial, fluente em inglês e espanhol, Rodrigo D’ Soni faz o mesmo, usa as redes para promover causas sociais e ambientais.

Em 2023, recebeu um prêmio de inovação por um projeto de sustentabilidade por práticas conscientes e transformadoras.

Veja mais fotos dos vencedores do Mister Brasil 2025

Bernardo Rabello, de 29 anos, foi o primeiro homem trans a participar do concurso de beleza masculino. Foto: @bernardorabellooficial

Bernardo Rabello, de 29 anos, foi o primeiro homem trans a participar do concurso de beleza masculino. Foto: @bernardorabellooficial

Igor Thierry (E) e Rodrigo D'Soni (D) usam as redes sociais para defender as causas sociais e aproveitam as experiências pessoais para dar dicas e sugestões. Foto: Mister Brasil CNB 2025

Igor Thierry (E) e Rodrigo D’Soni (D) usam as redes sociais para defender as causas sociais e aproveitam as experiências pessoais para dar dicas e sugestões. Foto: Mister Brasil CNB 2025

Modelo, lutador e influencer Lucas Laet, do Rio, é bastante conhecido nas redes sociais. Foto: @lucaslaet

Modelo, lutador e influencer Lucas Laet, do Rio, é bastante conhecido nas redes sociais. Foto: @lucaslaet

Eram 29 homens simplesmente lindos, três foram escolhidos para representarem o Brasil em concursos internacionais de beleza. Lucas Laet (E) foi o grande vencedor do Mister Brasil CNB 2025 e Rodrigo D’Soni (D) irão para Tailândia, já Igor Thierry (C) vai para Polônia. Foto: Mister Brasil CNB 2025

Lucas Laet (E) foi o grande vencedor do Mister Brasil CNB 2025 e Rodrigo D’Soni (D) irão para Tailândia, já Igor Thierry (C) vai para Polônia. Foto: Mister Brasil CNB 2025

Veja um pouquinho do desafio de “escolher” o mais bonito entre tantos lindos:

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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