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Conheça os 10 reitores que já administraram a Ufac

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Reitoria é o órgão executivo superior da universidade, sendo exercida pelo reitor e, em suas ausências ou impedimentos, pelo vice-reitor. Regimentalmente, entre outras funções, cabe ao reitorado a função de administrar e representar a universidade, cumprir e fazer cumprir a legislação vigente e encaminhar pleitos e recursos interpostos aos conselhos superiores.

UFAC. Em 54 anos de história, a Universidade Federal do Acre (Ufac) — contando do nascimento ainda como Faculdade de Direito, em 25 de março de 1964 — viu passar pela administração superior os seguintes reitores:

Jersey Nazareno de Brito Nunes (1964-1970): Foi professor do Departamento de Direito, sendo o primeiro servidor admitido pela Ufac. Tornou-se o diretor da Faculdade de Direito, que deu origem, dez anos depois, à Ufac.

 

Áulio Gélio Alvez de Sousa (1970-1983): Foi empossado como diretor-geral do Centro Universitário do Acre, tornando-se, oficialmente, o primeiro reitor da instituição quando ainda era Universidade do Acre (Unacre), em 1971. Participou ativamente do projeto de federalização da universidade, da construção do campus universitário em Rio Branco e do campus avançando de Xapuri, além da instalação do Parque Zoobotânico, do Colégio de Aplicação e da Biblioteca Central. 

Omar Sabino de Paula (1983-1984): Foi professor do antigo Departamento de Direito e deu sequência às atividades de expansão da estrutura física iniciadas por seu antecessor.

 

Moacir Fecury Ferreira da Silva (1984-1988): Foi professor do antigo Departamento de História. Entre feitos da sua gestão, destacam-se: ampliação do acervo da Biblioteca Central, construção do anfiteatro Garibaldi Brasil, do anel viário do campus-sede e asfaltamento da área interna da universidade.

 

Sansão Ribeiro de Sousa (1988-1992): Foi professor do Departamento de Economia, sendo indicado ao cargo de reitor, pela primeira vez, pela comunidade universitária em consulta eleitoral que contou com a inscrição de seis chapas. Sua gestão foi notabilizada pela ênfase na interiorização da Ufac, com expansão de cursos para os principais municípios do Estado.

 

Lauro Julião de Sousa Sobrinho (1992-1996): É professor do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas. Teve a gestão marcada por impulsionar a capacitação entre técnico-administrativos e professores. O corpo docente, em sua administração, apresentou expressivo crescimento no número de mestres e doutores. 

Francisco Carlos da Silveira Cavalcante (1996-2000):  É professor do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Entre os destaques de sua gestão está a informatização de todos os setores da universidade, a criação do curso de Sistemas de Informação e a implantação de laboratórios de informática em diferentes cursos.

Jonas Pereira de Souza Filho (2000-2008): É professor do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Entre os marcos de sua gestão destacam-se reformas na estrutura física do campus-sede, incentivo à política de qualificação dos servidores técnico-administrativos, construção e inauguração do campus Floresta, aprovação do projeto para adesão ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação das Universidades Federais (Reuni), que permitiu a ampliação dos cursos de graduação.

Olinda Batista Assmar (2008-2012): Primeira reitora da instituição, foi professora do Centro de Educação, Letras e Artes. Sua administração foi marcada pela ampliação do quadro efetivo com contratação de quase 500 novos servidores, entre docentes e técnico-administrativos, aquisição de 14 mil novos títulos para a Biblioteca Central, construção do Teatro Universitário no campus-sede e do teatro dos Nauas, do Restaurante Universitário e da residência estudantil em Cruzeiro do Sul, além de aumento significativo da frota de veículos da instituição.

Minoru Martins Kinpara (2012-2018): É professor do Centro de Educação, Letras e Artes. Em sua gestão investiu na reestruturação do campus-sede, climatização das salas de aula, avanço da pós-graduação, construção do campus de Brasileia e do novo Restaurante Universitário, em Rio Branco, realização da 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), criação da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, inauguração do Núcleo de Apoio à Inclusão, no campus Floresta, e  criação de 975 novos cargos entre docentes efetivos, substitutos e técnico-administrativos.

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Homem é suspeito de matar ex a facadas no AC por não aceitar fim de relacionamento

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Separado há dois meses da mulher e inconformado com o fim do relacionamento, Valquimar Albino Pinho é suspeito de matar Maria Luzemira Amorim de Araújo, de 32 anos, com ao menos duas facadas na noite desta quinta-feira (18).

O caso aconteceu no bairro Plácido de Castro, em Rio Branco. Após matar a mulher, Pinho tentou se matar e, por isso, foi levado ao Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco ao ser preso em flagrante.

O G1 entrou em contato com a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que informou que o caso foi encaminhado para a Delegacia da Mulher em Rio Branco, mas o G1não conseguiu contato com a delegada responsável até esta publicação.

Uma irmã da vítima, que não quis se identificar, contou que o casal tinha dois filhos e que Pinho nunca aceitou a separação. Ela disse ainda que o homem era tranquilo, mas tinha momentos violentos.

“Ele falou que ia matar ela e disse que quando falasse ia fazer. Ele era um cara tranquilo sem a bebida, respeitava todo mundo. Nunca acompanhei se ele chegou a agredir minha irmã, mas ontem [quinta, 18] ele agrediu ela e levou a morte”, disse.

A mulher levou duas facadas, segundo o relato da irmã. Os dois filhos do casal estavam na casa de uma vizinha e não presenciaram o fato.

“A vizinha correu aos gritos me chamando e, quando fui ver o que era, ela já estava caída, já sem vida, tentei colocar ela no meu colo e reanimar, mas ela não voltou”, lamenta.

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OAB do Acre diz que delegado da PF na Operação Tróia colocou todos os advogados sob suspeição

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A Ordem dos Advogados do Brasil no Acre se pronunciou oficialmente nesta sexta-feira, 19, dois dias após deflagração da Operação Tróia, autorizada pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas e executada pela Polícia Federal com o apoio do Gaeco do Ministério Público do Acre, que culminou com o cumprimento de 38 mandados, dentre os quais 20 prisões preventivas e 18 mandados de busca e apreensão. Dentre os alvos, estavam o advogado Max Araújo e o bacharel em direito Jimi Arruda (estagiário).

Em seu posicionamento, a Ordem manifestou o seu irrestrito apoio “à importante iniciativa dessas instituições encarregadas da persecução penal, que se empenharam firmemente na elucidação de crimes que têm estarrecido toda a população acreana, numa desenfreada onda de violência que vem ceifando a vida de centenas de cidadãos inocentes”.

A OAB revela que a operação teve como um dos seus alvos um advogado regularmente inscrito nesta seccional, contra o qual foi expedido, pelo Juízo da Vara de Delitos de Organizações Criminosas desta Comarca, mandado de busca e apreensão, visando à apuração de sua possível colaboração com tal facção criminosa.

A nota assinada pelo Conselho Pleno da OAB questiona os posicionamentos do delegado da Polícia Federal, Fares Feghali, que afirmou à imprensa que advogados teriam participado, como mensageiros, da deflagração de “ataques, julgamento de membros, sobre a vida e morte de membros, sobre espancamento de membros, sobre roubos, sobre assassinato de membros de facções rivais”.

“Essa infeliz colocação acabou por atingir toda a advocacia criminal acreana, uma vez que, ao não apontar nomes e condutas específicas, a autoridade policial acabou por colocar sob suspeição todos os profissionais que militam nessa seara. Não bastasse, com o vazamento do nome do advogado – o único nome divulgado dentre dezenas de investigados -, colocou em risco a incolumidade física do profissional atingido pela ordem de busca e apreensão, bem como seus familiares, pois o acusou da participação em crimes gravíssimos praticados contra faccionados, o deixando à mercê de violentas vinditas desses grupos criminosos”, destaca o comunicado.

A OAB questiona que, estranhamente, mesmo diante de seu suposto envolvimento com esses graves crimes, não tenha sido decretada a sua prisão pela autoridade judiciária, e que a sua oitiva em sede policial tenha se limitado a outra questão, não guardando qualquer relação com as graves acusações propaladas pelo referido delegado.

A OAB/AC já requereu à Polícia Federal acesso aos autos das investigações e à decisão cautelar, cujo conteúdo é absolutamente desconhecido, deixando claro que, havendo efetivos elementos de prova contra qualquer advogado, encaminhará o caso para apreciação do Tribunal de Ética e Disciplina, visando a exclusão desses profissionais dos seus quadros, pois não admite que esse tão nobre ofício seja utilizado como mecanismo para o atingimento de fins espúrios e criminosos.

“Contudo, não pode admitir que advogados sejam apontados de forma genérica e indistinta pela prática de atos criminosos inespecíficos, pois isso acaba por criminalizar toda a advocacia acreana, que é composta por homens e mulheres honestos, trabalhadores, dedicados e comprometidos com a promoção da justiça. Assim, importante consignar que acaso constatado excesso na divulgação das condutas atribuídas ao advogados, a OAB/AC envidará todos os esforços para que a autoridade referida responda pelos seus atos tanto na via administrativa como na judicial”, finaliza o comunicado.

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