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Neymar se torna o maior artilheiro da seleção brasileira, superando Pelé e marcando história no futebol

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Neymar Jr., um dos principais nomes do futebol mundial, conquistou um marco histórico ao se tornar o maior artilheiro da seleção brasileira. Na partida contra a Bolívia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, Neymar brilhou e marcou dois gols, elevando seu total com a camisa da seleção para 79 gols, superando o lendário Pelé. O jogo foi emocionante para torcedores e críticos, que acompanharam o jogador do Paris Saint-Germain atingir o recorde que muitos consideravam inatingível.

Essa conquista de Neymar não apenas celebra sua habilidade como jogador, mas também abre uma nova era na história do futebol brasileiro, já que ele supera a marca estabelecida por Pelé, um dos maiores ícones do esporte. O número de gols e a consistência de Neymar ao longo dos anos são prova de sua dedicação à seleção e ao futebol brasileiro. Seu feito não apenas é um marco individual, mas também um reflexo da evolução do futebol brasileiro nos últimos anos.

Abaixo, confira a trajetória de Neymar até o topo, uma comparação entre sua carreira e a de Pelé, e o ranking dos maiores artilheiros da seleção brasileira. Com informações detalhadas, exploramos o impacto desse recorde e o que ele representa para o futuro da seleção.

A trajetória de Neymar até o topo

Desde sua estreia na seleção em 2010, Neymar mostrou grande potencial para ser um dos maiores jogadores do Brasil. Ele foi rapidamente reconhecido por sua habilidade, velocidade e capacidade de decisão. Mesmo jovem, Neymar logo assumiu um papel de destaque, contribuindo significativamente em jogos decisivos e nas principais competições internacionais, incluindo Copas do Mundo e Copa América.

Seu crescimento na seleção foi marcado por atuações memoráveis, dribles desconcertantes e gols importantes. Em 2014, ele se destacou na Copa do Mundo realizada no Brasil, onde ajudou a levar o time até as quartas de final antes de sofrer uma lesão que o tirou da competição. A ausência de Neymar na reta final daquele torneio foi sentida, e o jogador continuou sendo uma das peças centrais da seleção nos anos seguintes.

Em 2021, Neymar já era considerado um dos maiores artilheiros do Brasil e vinha perseguindo o recorde de Pelé. A expectativa aumentava a cada jogo, e seu desempenho sólido o levou a ultrapassar o ídolo em 2023, ao marcar o 78º e 79º gols pela seleção na partida contra a Bolívia. Com esse feito, Neymar assegura seu nome na história do futebol brasileiro.

A marca de Pelé e o que representa para Neymar

Pelé, com seus 77 gols em 91 partidas, mantinha o recorde como maior artilheiro da seleção brasileira desde os anos 1970. Considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, Pelé é uma lenda não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Seus feitos incluem três títulos de Copa do Mundo e uma carreira recheada de troféus e reconhecimento.

A média de gols de Pelé com a seleção é de 0,84 gols por jogo, uma taxa impressionante que demonstra sua eficiência em campo. Neymar, por sua vez, atingiu a marca de 79 gols em 125 partidas, resultando em uma média de 0,62 gols por jogo. Embora a média de Pelé seja superior, o feito de Neymar em termos de número absoluto de gols reflete a consistência e a longevidade de sua carreira na seleção brasileira.

Para Neymar, superar Pelé é um reconhecimento de sua trajetória e uma validação de seus esforços em mais de uma década com a seleção. Esse recorde o coloca em um grupo seleto de jogadores que deixaram marcas indeléveis na história do futebol.

Ranking dos maiores artilheiros da seleção brasileira

A seleção brasileira conta com uma lista de artilheiros que ajudaram a construir sua história de sucesso. Abaixo, estão os cinco maiores artilheiros da seleção brasileira, destacando Neymar no topo após sua recente conquista:

  1. Neymar Jr. – 79 gols em 125 jogos
  2. Pelé – 77 gols em 91 jogos
  3. Ronaldo Fenômeno – 62 gols em 98 jogos
  4. Romário – 55 gols em 70 jogos
  5. Zico – 48 gols em 71 jogos

Esses jogadores, cada um em seu tempo, foram responsáveis por levar o nome do Brasil ao mundo, encantando torcedores e consolidando a seleção brasileira como uma das mais respeitadas e temidas do futebol internacional. Neymar agora se junta a essa galeria de ícones, com a honra de liderar o ranking de artilheiros.

A importância do feito para o futebol brasileiro

O recorde de Neymar como maior artilheiro da seleção brasileira é um marco histórico. Esse feito representa a continuidade de uma tradição de grandes jogadores que carregam a responsabilidade e o orgulho de vestir a camisa verde e amarela. Cada gol de Neymar é um símbolo da paixão e do talento brasileiro pelo futebol.

Além disso, o recorde reforça a presença de Neymar como uma referência para as futuras gerações. Em um momento em que o futebol brasileiro busca renovar seus talentos, Neymar se destaca como exemplo de perseverança e excelência. Seu compromisso com a seleção e sua capacidade de se manter em alto nível são qualidades que inspiram jovens jogadores.

A conquista de Neymar também contribui para a identidade do futebol brasileiro no cenário mundial. Superar um ícone como Pelé é uma realização que transcende a estatística; é um reflexo do espírito competitivo e da paixão que movem o futebol brasileiro. Esse recorde não é apenas uma marca numérica, mas também uma reafirmação da capacidade do Brasil de produzir talentos de classe mundial.

Repercussão mundial

O mundo do futebol reagiu com entusiasmo à notícia de que Neymar se tornou o maior artilheiro da seleção brasileira. Diversos veículos internacionais destacaram a importância desse marco, e muitos comentaram sobre o legado de Neymar e sua trajetória no esporte. Para além do número de gols, o que impressiona é a consistência e o comprometimento de Neymar com a seleção, independentemente das adversidades enfrentadas ao longo dos anos.

Críticos e fãs ao redor do globo reconhecem o talento de Neymar e o comparam a outros grandes nomes do futebol. Embora as comparações com Pelé sejam inevitáveis, é importante lembrar que cada jogador possui um contexto específico e desafios distintos. Enquanto Pelé jogou em uma época em que o futebol era mais físico e menos globalizado, Neymar carrega a pressão de representar o Brasil em um mundo hiperconectado e cheio de expectativas.

A influência de Neymar no futebol moderno

A carreira de Neymar não se limita aos gols que marcou. Ele é um jogador que ajudou a moldar o estilo de jogo da seleção e trouxe um novo tipo de habilidade e carisma. Seu estilo único, que combina dribles precisos, velocidade e visão de jogo, inspirou uma nova geração de jogadores brasileiros e internacionais.

No cenário atual, Neymar é visto como um ícone do futebol moderno. Sua influência ultrapassa o campo, refletindo em sua presença nas redes sociais, campanhas publicitárias e ações beneficentes. Com milhões de seguidores, ele se tornou uma figura influente não apenas no esporte, mas também na cultura pop. Esse poder de atração aumenta ainda mais o impacto de suas conquistas no futebol.

Próximos passos e expectativas

Agora que alcançou o recorde de maior artilheiro da seleção, Neymar segue com novos objetivos pela frente. Ele continua sendo peça central nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 e, possivelmente, no próprio torneio, onde buscará levar o Brasil a mais um título mundial. A expectativa em torno de sua participação é alta, e os torcedores aguardam ansiosos por novos momentos históricos do craque em campo.

Além disso, com a idade avançando, Neymar ainda tem alguns anos pela frente para ampliar sua marca como artilheiro e, talvez, estabelecer um recorde ainda mais difícil de ser superado. Sua experiência e liderança são essenciais para a renovação da seleção brasileira, que conta com jovens talentos prontos para aprender com ele.

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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