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Série B: veja lista de todos campeões na história do campeonato

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O Santos Futebol Clube, conhecido por sua rica história no futebol brasileiro, conquistou o título da Série B em 2024. Este feito veio após um empate marcante entre Novorizontino e Paysandu, que sacramentou a liderança santista na competição. Com essa conquista, o Santos se junta a um seleto grupo de clubes que venceram a Série B ao menos uma vez, reafirmando sua tradição vencedora no cenário nacional.

O clube, que já teve participações memoráveis na Série A, buscou na Série B um recomeço para estruturar-se novamente entre os gigantes do futebol brasileiro. Essa vitória não apenas assegura o retorno à elite do futebol nacional, mas também um resgate de sua identidade como uma equipe competitiva e tradicionalmente vencedora.

Lista completa dos campeões da Série B

A Série B do Campeonato Brasileiro começou em 1971 e, desde então, tem sido uma competição marcada por disputas acirradas e oportunidade de reerguimento para muitos clubes. O título de 2024 conquistado pelo Santos adiciona mais um nome à lista de campeões desta competição. Veja lista com todos os campeão da história da segunda divisão:

  • 2024: Santos



  • 2023: Vitória



  • 2022: Cruzeiro



  • 2021: Botafogo



  • 2020: Chapecoense



  • 2019: Bragantino



  • 2018: Fortaleza



  • 2017: América-MG



  • 2016: Atlético-GO



  • 2015: Botafogo



  • 2014: Joinville



  • 2013: Palmeiras



  • 2012: Goiás



  • 2011: Portuguesa-SP



  • 2010: Coritiba



  • 2009: Vasco da Gama



  • 2008: Corinthians



  • 2007: Coritiba



  • 2006: Atlético-MG



  • 2005: Grêmio



  • 2004: Brasiliense



  • 2003: Palmeiras



  • 2002: Criciúma



  • 2001: Paysandu



  • 2000: Paraná Clube



  • 1999: Goiás



  • 1998: Gama



  • 1997: América-MG



  • 1996: União São João



  • 1995: Athletico-PR



  • 1994: Juventude



  • 1993: Sem Série B neste ano



  • 1992: Paraná Clube



  • 1991: Paysandu



  • 1990: Sport



  • 1989: Bragantino



  • 1988: Internacional de Limeira



  • 1987: Sem Série B neste ano



  • 1986 : Sem Série B neste ano



  • 1985: Tuna Luso



  • 1984: Uberlândia



  • 1983: Juventus-SP



  • 1982: Campo Grande-RJ



  • 1981: Guarani



  • 1980: Londrina



  • 1973-1979: Sem Série B durante esses anos



  • 1972: Sampaio Corrêa



  • 1971: Vila Nova-MG

Quais são os times que mais ganharam a Série B?

No contexto histórico da Série B, alguns clubes se destacam por suas múltiplas conquistas. Times como América-MG, Botafogo, Bragantino, Coritiba, Goiás, Palmeiras, Paraná e Paysandu compartilham o recorde de dois títulos cada. Estes clubes não apenas venceram a competição, mas também demonstraram capacidade para retornar mais fortes ao cenário da Série A.

  • Palmeiras: 2003 e 2013



  • América-MG: 1997 e 2017



  • Paraná: 1992 e 2000 



  • Coritiba: 2007 e 2010 



  • Bragantino: 1989 e 2019 



  • Botafogo: 2015 e 2021



  • Goiás: 1999 e 2012



  • Paysandu: 1991 e 2001

Quais as vantagens de conquistar o título?

A conquista do título da segunda divisão não se resume apenas ao prestígio do troféu. O primeiro colocado da competição garante uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil, o que é um significativo passo inicial no torneio, acompanhado de uma premiação financeira relevante. Em 2024, o valor pago aos clubes participantes desta fase foi de R$ 2,2 milhões, uma ajuda financeira importante para o desenvolvimento das equipes.

Além disso, a ascensão para a Série A traz benefícios a longo prazo, como a obtenção de contratos mais lucrativos de patrocínio e direitos de transmissão. A visibilidade e o retorno financeiro que uma equipe ganha ao competir na elite nacional proporcionam bases mais sólidas para investimentos no elenco e infraestrutura.

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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