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Conheça salas de cinema com debates após sessões – 12/11/2024 – Cinema

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Bárbara Giovani, Francielle Souza

Semelhantes aos clubes de livros, debates sobre cinema são diferentes de uma sessão comum. Em vez de voltar para casa com as provocações da obra na cabeça, você se reúne com quem também está interessado em trocar experiências sobre o que acabou de assistir. Conheça espaços em São Paulo em que o debate é aberto.

Cineclube Marieta

Inaugurado em 2016, debate filmes fora do circuito comercial. Na programação, há quatro mostras: Retrospectiva, com obras que circularam pouco no Brasil; Zootrópio!, voltada para animações; Brasil Contemporâneo, que contempla a diversidade do cinema nacional; e Olho Vivo, para entender formas de contar a vida. As sessões são às terça-feira, com direito a pipoca da casa.

R. Rocha, 274, Bela Vista, região central. Ter., às 19h30, @projetomarieta. Grátis


Cine Favela

Desde 2003 tem sessões para moradores da comunidade de Heliópolis. Há filmes para crianças, às quartas-feiras, e para os adultos, uma vez ao mês, sem dia da semana específico. Ao final das exibições, o debate é aberto.

R. do Pacificador, 288, Heliópolis, região sul. Toda qua., às 19h. Programação em @cinefavelaheliopolis. Grátis


Cinema Paradiso

Criado pela historiadora Cláudia Mogadouro há 29 anos, ocupa a Casa da Cidade e reúne cerca de 20 pessoas quinzenalmente. Para participar, é preciso se cadastrar no site —os inscritos passam a receber a programação por email. O grupo escolhe em conjunto um filme que está em cartaz no cinema e as reuniões são exclusivas para discussão, sem exibição da obra. Pede-se uma contribuição em dinheiro para ajuda nos custos.

R. Rodesia, 398, Sumarezinho, região oeste. grupocinemaparadiso.com.br. R$ 25 por reunião


Cine Segall

Localizado no Museu Lasar Segall, na Vila Mariana, região sul da capital, o cinema surgiu na década de 1970, de uma parceria entre a instituição e a Cinemateca Brasileira. O local fechou as portas em 2024 para manutenção da sala, mas voltou à ativa com debates na programação. O próximo acontece no sábado, dia 23 de novembro, após exibição do curta “Roda & outras estórias”, do documentarista Sergio Muniz. A sessão será seguida de conversa com os organizadores do livro “Por um cinema de cordel – Um livro de Sergio Muniz”, os professores Marcius Freire e Andréa Scansani.

R. Berta, 111, Vila Mariana, região sul. Sáb. (23), às 17h30. Grátis


Cinesesc

Oferece uma curadoria com produções que não costumam estar presentes em salas de cinema convencionais. Em novembro, há sessões com debates do Festival Mix. Uma delas acontece nesta sexta (15) e apresenta “O Intruso”, de Bruce LaBruce, que participa da conversa após o filme.

R. Augusta, 2.075, Cerqueira César, região central. Sex. (15), às 20h30. Grátis, com retirada de ingressos uma hora antes da sessão


Instituto Moreira Salles

Oferece sessões de filmes recentes e promove exibições periódicas de obras importantes do cinema, muitas vezes, com debate. Na sexta (15) e sábado (16), recebe painéis do festival de cinema negro Nicho Novembro. Participam das conversas a francesa Laurance Lascary, que produziu “Enerst Cole: Achados e Perdidos” e da dramaturga Grace Passô.

Av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central. Sex. (15)., às 19h. Sáb (16)., às 14h. Grátis, com retirada de senha uma hora antes do painel


Museu de Imagem e Som

Voltado a mostras que destacam a produção audiovisual, sedia, no dia 24, o CineCiência, com exibição e conversa sobre “Negação”, de Mick Jackson. Dia 28, há o Clube do filme do livro com “Uma Família Feliz”, dirigido por José Eduardo Belmonte, seguido de bate-papo com o escritor infantojuvenil Alonso Alvarez.

Av. Europa, 158, Jardim Europa, região oeste. Dom. (24), às 16h. Qui. (28), às 19h. Grátis, com retirada de ingressos uma hora antes da sessão

REAG Belas Artes

Aberto em 1956, se consolidou como cinema de rua que oferece programação para além das estreias de Hollywood. A próxima sessão com debate faz parte da programação do Ciência no Cinema e exibe “Amnésia”, de Christopher Nolan, com comentários do professor e pesquisador André Frazão Helen.

R. da Consolação, 2.423, Consolação, região central. Ter. (19), às 19h30. R$ 22 na bilheteria ou em ingressos.com


Sala Cinemateca

Existe desde a década de 1940 e em 1997 passou a ocupar o conhecido imóvel com tijolos aparentes na Vila Clementino, onde está o maior acervo de filmes da América do Sul. Neste mês, o projeto Cinema e Psicanálise, uma parceria com a Folha, exibe o filme “Till – A Busca Por Justiça”, de Chinonye Chukwu, seguido de debate.

Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, região sul. Qua. (27), às 19h30. Grátis, com retirada de ingressos uma hora antes do evento



Leia Mais: Folha

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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