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Conselho para Keir Starmer: Pare o bajulador sobre Trump. Em seguida, ajude a planejar um mundo melhor sem ele | John McDonnell
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John McDonnell
TAqui estão tantas vezes Donald Trump pode ser oferecido uma visita estadual e real para modelar suas birras políticas. Com seus últimos ataques a Volodymyr Zelenskyy e A interrupção da ajuda para a Ucrâniajá está claro que nem mesmo a oferta de uma cama para a noite em Balmoral funcionou.
O revestimento de prata da experiência de Trump na última quinzena é esperado que isso leve a uma avaliação mais realista, não apenas das implicações da reeleição desse bandido corporativo narcisista, bullying, mas um entendimento do papel que os EUA desempenharam ao longo de gerações. Trump e seus membros de gangues JD Vance e Elon Musk são apenas os mais feios dos rostos da política global dos EUA perseguidos por um século, pelo menos.
Em 1992, Noam Chomsky publicou um livreto mais vendido, O que o tio Sam realmente quer. Uma leitura de Chomsky pode ajudar os formuladores de políticas do Trabalho a superar sua aparente ingenuidade, tão preocupantemente exibida nas constantes referências ao relacionamento especial entre o Reino Unido e os EUA.
A política “America First” de Trump é simplesmente uma articulação mais flagrante do papel que os EUA buscaram globalmente desde pelo menos a Segunda Guerra Mundial. Os EUA não tiveram escrúpulos em apoiar, lidar e às vezes instalar regimes autoritários, como o Vladimir Putin’s em todo o mundo por décadas. Dividir a Ucrânia e seus recursos naturais com Putin é um pouco diferente do que as administrações dos EUA fizeram na América Latina e na África usando seu poder econômico e militar.
O que surpreendeu líderes e comentaristas políticos europeus é que esta é a primeira vez que um presidente dos EUA o faz em solo europeu, já que Franklin D Roosevelt esculpiu a Europa com Stalin em Yalta Em 1945, e isso, diferentemente da época, agora não há figura de Churchill para ser convidado a sentar-se na cadeira para a fotografia pós-conferência.
Nossos líderes políticos podem continuar tentando explorar a ficção do relacionamento especial e procurar evitar conflitos diplomáticos diretos com os EUA e defender Trump para extrair quais concessões possam, mas isso é na melhor das hipóteses. Esse tempo precisa ser usado com sabedoria.
No curto prazo, é claro, há um papel fundamental a ser desempenhado pelos líderes europeus para impedir que uma paz seja imposta por Trump e Putin contra os desejos da Ucrânia. Enfrentando o comportamento de bullying de Trump e Vance para garantir um lugar para Europa E Zelenskyy na tabela de negociações é essencial para que a Ucrânia não seja traída e uma paz estável seja garantida.
Durante a última sexta -feira Assunção pré-planejada No escritório oval, Trump disse a Zelenskyy que ele não tinha cartas para jogar nessas negociações. Isso pode ter jogado bem com a base de Trump por enquanto, mas Vance, em particular, sabe que fotos de tanques russos rolando para Kiev como resultado de uma retirada dos EUA de apoio à Ucrânia mais do que corresponder ao opróbio derramado com Joe Biden (mesmo que Trump assinasse o acordo) como resultado do retirada do Afeganistão. Teria o potencial de desmembrar o culto de Trump, dependeria de quatro anos daqui a uma eleição pós-Trump.
Mas, a longo prazo, fica claro que o comportamento de Trump desde a reeleição-exaltado em seu náusea e arrogante e atravessado por erros discurso para o Congresso Na terça-feira à noite-está forçando a agenda política em toda a Europa e no sul global, uma discussão sobre quais alternativas existem para uma política e economia dominadas pelos caprichos dos presidentes dos EUA e pelo interesse próprio agressivo da China.
Há uma abertura agora para uma “coalizão de disposição” muito maior e mais longa, capaz de reunir aqueles na Europa e no Sul global para criar as alianças e instituições necessárias para buscar a agenda política e econômica da qual os EUA agora se respiram.
Isso inclui uma agenda de cooperação econômica não baseada em tarifas e protecionismo para os ricos, mas que é mutuamente benéfico e aborda as desigualdades grotescas entre o norte e o sul e a ameaça comum da emergência climática.
Os EUA, com seu corte de ajuda e tarifas punitivas, são países e continentes cada vez mais alienantes, e isso apresenta uma imensa oportunidade diplomática para o governo de Keir Starmer. Alguns dizem que é a chance do PM de deixar sua marca na história.
Planos imprudentes e imorais de cortar a ajuda britânica no exterior, minando o poder suave, são um tipo legado, mas o quão melhor seria ver nosso primeiro -ministro usando nossa influência e peso para reunir todos aqueles que desejam discutir e construir um mundo reordenado sem as influências malignas de Trump e China. Isso realmente seria um lugar na história que vale a pena ter.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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