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Contra a anistia, assinante diz que é preciso ir às ruas: ‘hoje em dia só a extrema direita se mobiliza’ – 13/03/2025 – Painel do Leitor

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Contra a anistia, assinante diz que é preciso ir às ruas: 'hoje em dia só a extrema direita se mobiliza' - 13/03/2025 - Painel do Leitor

Anistia

“Bolsonaro consegue apoio de partidos para anistia, e governo Lula entra em alerta” (Mônica Bergamo, 12/3). Se o Congresso, como vem dando sinais, aprovar a anistia aos criminosos do 8/1, estaremos abrindo as portas para uma nova tentativa de golpe.

Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)

Se não houver manifestações contra o Congresso, essa proposta de anistiar os baderneiros pode avançar, sem dúvida. É preciso ir às ruas. Hoje em dia só a extrema direita, com o apoio de evangélicos e agroempresários, se mobiliza. Atualmente o povo só se agrupa para deleite próprio, em shows e outras festas tradicionais. E a política, tão necessária, fica em segundo plano.

Hidineia Hipolito (Morro Agudo, SP)

Tem muito mais gente com culpa no cartório do que imaginávamos.

Valter Iwai (Brasília, DF)

Misoginia

“Machismo não tem ideologia” (Dora Kramer, 13/3). Me pareceu que foi uma resposta ao comentário de Bolsonaro que “toda a mulher petista é feia, incomível”. Mas entrar nessa é uma furada. Estes homens mostram sua inadequação com os tempos em que vivemos… Sempre classificando mulheres segundo critérios estéticos. Novas lideranças são indispensáveis!

Adriana Justi Monti (São Paulo, SP)

Concordo contigo, Dora Kramer. Machismo não tem partido. O que falta aos nossos políticos é perceberem que política não é sinônimo de baixaria. Falta aprender o vocabulário próprio do posto que ocupam e exercerem com decência a incumbência designada pelo povo.

Mari Tavares (Vitória, ES)

Existe uma diferença grande entre alguém que reproduz falas machistas porque faz parte de uma cultura estruturalmente machista (mas que implementa políticas pró-mulheres) e alguém que tem um discurso e uma postura abertamente misógina, deslegitimando pautas de igualdade de gênero, violência doméstica e desigualdade salarial, como a Dora sabe que o Bolsonaro fez.

Tatiana de Toledo Lopes (Jundiaí, SP)

Atitudes

“Coisas que irritam Donald Trump é a base do novo governo dos americanos” (Flávia Boggio, 12/3). A colunista, com inteligência e humor, descreve as incongruências de Donald Trump e suas peripécias nesse novo mandato. Questões importantes como educação e meio ambiente são tratadas com descaso e a bel-prazer de suas esdrúxulas preferências. É triste ver uma potência como os EUA nas mãos dessa figura, pondo em risco todo o planeta!

Marcos Fortunato de Barros (Americana, SP)

Insegurança

“É assustador o que está acontecendo em Pinheiros, diz dona de padaria assaltada no bairro” (Cotidiano, 13/3). Eu não moro em Pinheiros, mas isso pouco importa, pois eu desejo uma cidade mais segura, e não apenas um bairro. Até porque Pinheiros é um bairro misto (residencial e comercial), razão pela qual cidadãos de diversas outras localidades da cidade transitam por ali. No entanto, vejo o setor da segurança pública bem capenga, onde está sobrando reatividade e faltando inteligência na prevenção.

Robson Freire (São Paulo, SP)

Mudanças no IR

“Programa do Imposto de Renda deixará de existir e dará lugar a aplicativo; entenda as mudanças” (Mercado, 12/3). Olhem, como contador, acho isso um absurdo! Partem do pressuposto de que todos têm inteligência e capacidade de fazer suas próprias declarações. Isso vai virar um “balaio de gato” e o objetivo não será alcançado.

Carlos Magno Borges (Juiz de Fora, MG)

Investimento

“Presidente da TV Cultura diz que não buscará reeleição em reunião em que secretária o chamou de mentiroso” (Painel, 12/3). A TV Cultura não é só um patrimônio paulista, mas nacional. Querer fazer dela uma TV comercial demonstra desconhecimento e desprezo pela cultura. Aliás, essa ideologia que predomina nesses políticos mostra o quanto são toscos.

Cristina Reggiani (São Paulo, SP)

A TV Cultura levou décadas formando público para programação qualificada e em tão pouco tempo estão destruindo o maior patrimônio da TV aberta brasileira.

Raquel Luccat (São Paulo, SP)

Qualidade do descanso

“Horas de sono e cognição” (Drauzio Varella, 13/3). Dormir é tão importante como se hidratar e se alimentar.

Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

Querem saber? Viver com insônia noite após noite também faz muito mal. Melhor um benzodiazepínico que traga algum descanso do que nenhum, mesmo sabendo das reações adversas.

Vania Garcia Rodrigues (Campinas, SP)

Hoje em dia me parece que tudo que fazemos está relacionado com a demência, desde o que se come, bebe, o quanto dorme, os remédios que tomamos, atividades físicas etc. Não sei se um pouco não é exagero, mas não está fácil o caminho para se manter lúcido.

Gregorio Amarante (Araucária, PR)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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