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Contra o tráfico de drogas, o prefeito de Egly tem um mantra: “ocupar o terreno”

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Apreensão de droga, dinheiro e armas pela Polícia Judiciária em 2015.

O edifício separa a rua do resto da cidade de Le Tiec, em Egly (Essonne). Três andares, três salões. Todas as janelas deste pequeno bar foram fechadas com tijolos. Exceto alguns, no lado direito. Nos degraus, em frente à porta da frente, um jovem posa como um guindaste. Um vigia. “O locador desativou o prédio, mas deixou parte dele aberta para servir de moradia aos trabalhadores que reformam o local. Resultado, é um ponto de acordo…”suspira o prefeito (sem rótulo) de Egly, Edouard Matt.

Na verdade, o grupo Valophis decidiu demolir este edifício que “fecha” uma cidade fechada de 500 unidades de habitação social, composta por pequenos edifícios colocados uns ao lado dos outros em torno de espaços verdes e de uma espécie de praça. “Todos os inquilinos foram realocados. O último saiu no final de novembroespecifica Farid Bouali, diretor geral da operadora social especializada na construção. Os trabalhadores mudar-se-ão para outro lugar na primeira quinzena de 2025.” E tudo será então murado, antes de ser destruído.

“Não tenho poderes policiaisespecifica Farid Bouali. O prefeito tem alguns. Não deve ser descartado. » Este não é o estado de espírito de Edouard Matt. Prefeito desde 2020, mas vereador desde 1995, o eleito leva muito a sério o problema das drogas. “Moro a 50 metros deste bairro desde 1985ele diz. Vi a sua evolução e os medicamentos chegando com as novas populações que substituíram os agentes da SNCF que ali viveram até os anos 2000.” Um quarto dos aproximadamente 6.800 residentes da cidade mora lá.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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