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Copa do Mundo: Após testes, Tite mantém time com quarteto ofensivo contra a Sérvia
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Treinador vai escalar equipe com Neymar, Jesus, Willian e Coutinho na frente.
Com o quarteto ofensivo que ainda não funcionou na Rússia, a seleção antecipa nesta quarta-feira (27) a fase de mata-mata na Copa do Mundo para fugir de um vexame histórico.
O time precisa empatar no estádio do Spartak, em Moscou, para se classificar sem depender de uma combinação de resultados. Se for eliminada na primeira fase, a equipe comandada por Tite entrará para a história como a que teve a pior campanha brasileira em Copas desde o Mundial da Inglaterra, em 1966.
Além da vaga, a seleção busca a afirmação do esquema tático desenhado pelo treinador e que ainda não convenceu no Mundial da Rússia.

O quarteto ofensivo com Willian, Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus foi usado desde o amistoso contra a Áustria, antes do Mundial. Com vitória por 3 a 0 e boa atuação na partida, foi mantido contra Suíça e Costa Rica e agora será novamente.
O Brasil lidera o Grupo E com quatro pontos e um gol de vantagem no saldo para a Suíça, que tem a mesma pontuação. Adversária desta quarta, a Sérvia soma três pontos e se classifica se vencer o Brasil. No mesmo horário, a Suíça enfrenta a eliminada Costa Rica, em Nijni Novgorod.
Com a vaga na fase de mata-mata ameaçada, Tite admitiu que todas as “situações são possíveis” na noite desta quarta em Moscou e chegou a comparar a situação com a derrota mais vergonhosa da sua carreira: a eliminação para o Tolima, da Colômbia, na Libertadores de 2011.
“Pode [ser o novo Tolima]. Todas as situações são possíveis. Todas. Eu não as descarto. Todo aprendizado do passado, eu trago, mas com uma diferença: estou há dois anos e pouco com essa equipe e quando acabou o segundo tempo [vencido pela Costa Rica, por 2 a 0] me orgulhei”, disse o treinador, que elogiou o fato de a equipe não ter se desesperado na última partida.
Os dois gols da vitória foram marcados nos acréscimos em São Petersburgo.
“O time me orgulhou muito. São dois anos e pouco, 23 jogos. O [Joachim] Löw tem quantos? Cento e pouco. Löw e Alemanha mantiveram padrão e não quebraram com gol aos 50 min e pouco [contra a Suécia]. Aquilo que não tinha com o Tolima, hoje tenho forte com a seleção. Mas pode ser, é da vida”, disse o treinador, que venceu 18 partidas, empatou quatro e perdeu apenas uma até agora.
Apesar de manter o quarteto em Moscou, o próprio treinador já testa alternativas.
No treino de segunda-feira (25), ele ensaiou o time sem Gabriel Jesus e colocou o volante Fernandinho. A atividade contava com seis jogadores (entre meio-campistas e atacantes), que faziam um treino de enfrentamento contra os zagueiros.
Caso não funcione a formação, Roberto Firmino deverá entrar no time no segundo tempo. Ele e Taison, que ainda não foi utilizado na competição, são as únicas opções ofensivas do treinador para o jogo contra os sérvios.
A outra seria Douglas Costa, mas o jogador da Juventus sofreu uma lesão muscular e está no departamento médico.
O camisa sete entrou em campo no intervalo contra a Costa Rica no lugar de Willian e deu mais profundidade a equipe. Ele, inclusive, participou do lance do segundo gol, marcado por Neymar.
Nesta terça-feira(26), Tite voltou a defender o camisa 10, que chorou em campo após a primeira vitória da seleção brasileira na Copa do Mundo.
“Talvez mais um jogo ele esteja em sua plenitude. Não é dada a ele responsabilidade excessiva em cima de sucesso e insucesso. Cada um de nós tem sua responsabilidade, o conjunto resolve”,disse o treinador gaúcho.
Com a possibilidade de enfrentar a Alemanha na fase seguinte da competição, o técnico disse que a seleção não escolherá adversário.
Duas horas antes do início da partida em Moscou, a Alemanha, que enfrenta a Coreia do Sul, definirá a sua colocação na primeira fase.
A atual campeã mundial está em segundo lugar no Grupo F, com três pontos. No mesmo horário, a Suécia, que também tem três pontos, joga com o México, que soma seis.
“Não podemos pensar nisso e não estamos pensando. A equipe se fortalece dentro da competição”, afirmou o treinador brasileiro.
A classificação em Moscou aliviará o início turbulento. Com duas vitórias e um empate, o time de Tite faria a mesma campanha da primeira fase da Copa do Mundo de 2014. Por Camila Mattoso, Diego Garcia, Sérgio Rangel. Veja.
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Em Tarauacá, Governo realiza encontro especial com a jornalista Maria Cândida
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Oxytocin peptide has long been studied for its possible role in various physiological processes within the research model. While traditionally associated with reproductive functions, investigations purport that oxytocin may exhibit a broader range of properties that extend into neurobiology, immunology, and behavioral sciences. As research continues to evolve, the peptide’s interactions with biochemical pathways suggest intriguing possibilities for experimental implications.
It has been hypothesized that the Oxytocin peptide might support neurotransmitter systems, immune signaling pathways, and metabolic regulation. While definitive conclusions remain elusive, ongoing research indicates that the Oxytocin peptide may hold promise in multiple domains, warranting further investigation into its speculative implications.
Structural Composition and Mechanisms
Oxytocin is a neurohypophysial peptide composed of nine amino acids, forming a cyclic structure stabilized by a disulfide bond. Research indicates that its molecular framework may allow it to interact with Oxytocin receptors, which are widely distributed throughout the organism. These receptors are theorized to play a role in modulating neurochemical signaling, immune responses, and metabolic adaptation.
Neurotransmitter Modulation Research
It has been hypothesized that Oxytocin peptide might contribute to neurotransmitter balance by supporting the release and activity of key neurochemicals. Studies suggest that its interactions with serotonergic and dopaminergic systems may be relevant to cognitive adaptability and emotional regulation. Furthermore, investigations purport that the peptide may interact with gamma-aminobutyric acid (GABA) pathways, potentially contributing to neuroadaptive responses.
Neurotrophic Research
Studies suggest that the peptide may also interact with neurotrophic factors, essential for neuronal survival and synaptic plasticity. Research suggests that its structural modifications may support its affinity for neurotrophic signaling pathways, thereby supporting learning, memory retention, and cognitive resilience processes. These speculative mechanisms warrant further exploration in controlled experimental settings.
Potential Implications in Neurobiology
Studies suggest that the Oxytocin peptide may hold promise in neurobiological research, particularly in investigating cognitive resilience and memory retention. It has been hypothesized that the peptide might contribute to synaptic modulation, thereby supporting learning processes. Furthermore, its interactions with neurotrophic factors may be explored in the context of neurodegenerative conditions, where neuronal survival and function are critical areas of study.
Cognitive Adaptability and Memory Retention
Investigations suggest that the peptide may contribute to cognitive adaptability, particularly in situations involving heightened stress or environmental challenges. Research indicates that its interactions with neurotransmitter systems may be examined in the context of cognitive flexibility and emotional regulation. These aspects make it a compelling subject for studies exploring neuroadaptive mechanisms.
Neurodegenerative Research Considerations
It has been theorized that the Oxytocin peptide might exhibit properties relevant to neurodegenerative research. The peptide is believed to interact with neurotrophic factors and neurotransmitter systems in ways that may be explored for their potential support of neuronal resilience. While definitive conclusions remain speculative, ongoing investigations suggest that its structural modifications might support its stability, potentially broadening its scope in experimental frameworks.
Immunomodulatory Research Considerations
Beyond neurobiology, investigations purport that Oxytocin peptides might exhibit immunomodulatory properties. The peptide appears to interact with cytokine regulation, potentially supporting inflammatory responses within the organism. This speculative aspect of its function may be relevant in research focusing on immune resilience and adaptive responses to environmental stressors.
Cytokine Research
Research suggests that the peptide may support cytokine balance, potentially contributing to the regulation of the immune system. It has been hypothesized that its interactions with immune signaling pathways may be explored in the context of adaptive immunity and inflammatory responses. These speculative mechanisms warrant further investigation to delineate their precise implications.
Stress-Related Immune Adaptation
Studies suggest that the Oxytocin peptide may hold promise in research examining the relationship between stress and immune function. Investigations purport that its interactions with neurotransmitter systems and immune signaling pathways might contribute to adaptive responses under conditions of physiological stress. While definitive conclusions remain elusive, ongoing research suggests intriguing possibilities.
Future Directions and Speculative Considerations
While existing investigations suggest intriguing possibilities, further research is necessary to elucidate the precise mechanisms and implications of the Oxytocin peptide. Theoretical models suggest that its structural modifications may support its stability, potentially broadening its scope in experimental frameworks. Continued exploration in controlled settings may provide deeper insights into its biochemical interactions and speculative research implications.
Experimental Frameworks
It has been hypothesized that future research may explore the peptide’s interactions with neurotrophic factors and neurotransmitter systems in greater detail. Studies suggest that its structural modifications might support its affinity for specific biochemical pathways, warranting further investigation into its speculative implications.
Interdisciplinary Research Potential
Beyond neurobiology and immunology, investigations purport that Oxytocin peptide might hold promise in interdisciplinary research domains. The peptide’s interactions with biochemical signaling pathways may be explored in broader physiological processes, potentially contributing to a more comprehensive understanding of its speculative implications.
Conclusion
Oxytocin peptide remains an area of active scientific inquiry, with potential implications that span neurobiology, immunology, and cognitive sciences. While research indicates promising avenues, further investigations are required to substantiate its theoretical implications. As scientific methodologies evolve, this peptide may continue to be a focal point in speculative research aimed at understanding complex biochemical interactions within the research model. Visit Core Peptides for the best research compounds.
References
[i] Meyer-Lindenberg, A., Domes, G., Kirsch, P., & Heinrichs, M. (2011). Oxytocin and the social brain: Neural mechanisms and perspectives in human research. Nature Reviews Neuroscience, 12(12), 703–713. https://doi.org/10.1038/nrn3044
[ii] Lee, H. J., Macbeth, A. H., Pagani, J. H., & Young, W. S. (2009). Oxytocin: The great facilitator of life. Progress in Neurobiology, 88(2), 127–151. https://doi.org/10.1016/j.pneurobio.2009.04.001
[iii] Szeto, A., Nation, D. A., Mendez, A. J., Dominguez-Bendala, J., Brooks, L. G., Schneiderman, N., & McCabe, P. M. (2008). Oxytocin attenuates NADPH-dependent superoxide activity and IL-6 secretion in macrophages and vascular cells. American Journal of Physiology-Endocrinology and Metabolism, 295(6), E1495–E1501. https://doi.org/10.1152/ajpendo.90718.2008
[iv] Neumann, I. D., & Slattery, D. A. (2016). Oxytocin in general anxiety and social fear: A translational approach. Biological Psychiatry, 79(3), 213–221. https://doi.org/10.1016/j.biopsych.2015.06.004
[v] Jurek, B., & Neumann, I. D. (2018). The oxytocin receptor: From intracellular signaling to behavior. Physiological Reviews, 98(3), 1805–1908. https://doi.org/10.1152/physrev.00031.2017
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“Direitos Humanos e Tecnologia” é o tema do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário
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21 de junho de 2025Estão abertas, até 30 de junho, as inscrições para o II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário, promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelos demais tribunais superiores e conselhos da Justiça. Em cerimônia prevista para 10 de setembro, haverá a entrega de prêmios de R$ 5 mil para os autores dos melhores trabalhos.
O tema desta segunda edição do concurso, “Direitos Humanos e Tecnologia”, é dividido em dois eixos temáticos: direitos humanos, cidadania e meio ambiente; e inteligência artificial, inclusão digital e desinformação.
Poderão ser inscritos trabalhos divulgados nos meios de comunicação entre 1º de fevereiro de 2024 e 31 de janeiro de 2025. Cada candidato só poderá inscrever um trabalho por eixo temático, optando por apenas uma das cinco categorias do prêmio: jornalismo escrito (impresso ou online), vídeo, áudio, fotojornalismo e jornalismo regional.
A premiação tem como objetivo incentivar a produção de conteúdos jornalísticos que destaquem o papel do Poder Judiciário na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da justiça social.
Mais informações podem ser obtidas no edital do concurso.
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