ACRE
Coreia do Norte afirma que teste de novo míssil hipersônico foi bem-sucedido | Notícias militares
PUBLICADO
1 ano atrásem
Novo míssil hipersônico de alcance intermediário feito com materiais mais leves, tornando-o mais letal na penetração das defesas inimigas, diz Pyongyang.
A Coreia do Norte realizou com sucesso o lançamento de teste de um novo míssil hipersónico de alcance intermédio e irá acelerar o desenvolvimento de capacidades nucleares e de mísseisreportagem da mídia estatal.
O míssil hipersônico foi disparado dos arredores de Pyongyang na segunda-feira. Ele voou cerca de 1.500 km (932 milhas) a 12 vezes a velocidade do som, atingindo uma altitude de quase 100 km (62 milhas) antes de descer para um “segundo pico” de 42,5 km (26,4 milhas) e manobrar para atingir um alvo nas águas. na costa leste do país, informou a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA) na terça-feira.
Novos materiais compostos de fibra de carbono foram usados na seção do motor do míssil, disse a KCNA, acrescentando que ele pode “penetrar efetivamente qualquer barreira de defesa densa e infligir um sério golpe militar ao oponente”. A fibra de carbono é mais leve e mais resistente do que outros materiais aeroespaciais, como o alumínio, mas é mais difícil de fabricar.
Os militares da Coreia do Sul disseram que o relatório da KCNA foi provavelmente exagerado, estimando o alcance do míssil em cerca de 1.100 km (683 milhas) e dizendo que nenhum segundo pico foi detectado. Alcançar um “segundo pico” implicaria que o míssil norte-coreano fosse capaz de mudar de rumo e manter a altitude, em vez de descer directamente numa trajectória balística.
Analistas disseram que o lançamento do novo míssil era preocupante porque incluía tecnologia à qual poucos países têm acesso.
“O que é tão alarmante neste míssil é que esta tecnologia é atualmente possuída apenas pela Rússia, China e Estados Unidos”, disse Yang Moo-jin, presidente da Universidade de Estudos Norte-Coreanos em Seul.
“O que é especialmente impressionante nesta tecnologia é que… alcançar tais velocidades requer materiais que possam suportar condições extremas”, disse Yang.
De acordo com a agência de notícias Yonhap da Coreia do Sul, o Estado-Maior Conjunto (JCS) do país admitiu que a Coreia do Norte parece ter feito algum “progresso tecnológico no seu programa de armas hipersónicas” e não descartou a ajuda russa nessa conquista.
A Rússia e a Coreia do Norte assinaram um acordo de defesa mútua no ano passado e os serviços de inteligência dos EUA, da Ucrânia e da Coreia do Sul afirmaram que mais de 10 mil soldados norte-coreanos e sistemas de armas convencionais foram enviados para apoiar a guerra de Moscou contra a Ucrânia. Também se intensificaram recentemente as preocupações de que a Rússia poderia transferir tecnologia de armamento mais avançada para a Coreia do Norte.
Uma análise detalhada do teste do míssil seria conduzida com os Estados Unidos, principal aliado militar da Coreia do Sul, disse o JCS.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, que presidiu o lançamento do teste monitorando a operação por meio de vídeo por teleconferência ao lado de sua filha, disse que o míssil fazia parte das defesas do país.
“Este é claramente um plano e esforço de autodefesa, não um plano e ação ofensiva”, disse Kim, segundo a KCNA.
“O desenvolvimento do novo tipo de míssil hipersônico visa principalmente colocar a dissuasão da guerra nuclear do país em uma base avançada”, disse ele.
O lançamento de teste de segunda-feira foi o primeiro desde novembro, quando a Coreia do Norte testou o que disse ser o seu mais avançado e poderoso míssil balístico intercontinental de combustível sólido (ICBM).
A Coreia do Norte tem vindo a desenvolver novos mísseis de combustível sólido no meio de uma corrida cada vez mais intensa pela próxima geração de projécteis de longo alcance que são difíceis de localizar e interceptar.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR

Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
ACRE
Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
4 dias atrásem
22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
Relacionado
ACRE
Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
Relacionado
ACRE
Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoUfac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoUfac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
ACRE4 dias agoUfac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login