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Coreia do Sul estende inspeções do Boeing 737-800 enquanto destroços da Jeju Air são levantados | Notícias da Aviação

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As inspeções em 101 jatos Boeing operados por companhias aéreas do país foram estendidas até 10 de janeiro, após a queda mortal do avião.

As inspeções de todos os 101 jatos Boeing 737-800 operados pelas companhias aéreas da Coreia do Sul foram prorrogadas por mais uma semana, disse o Ministério dos Transportes, enquanto as autoridades começaram a retirar os destroços do avião da Jeju Air após o incidente. o pior desastre aéreo do país.

As inspeções dos jatos Boeing deveriam ser concluídas na sexta-feira, mas foram estendidas até 10 de janeiro para verificações adicionais, como se as companhias aéreas gastaram tempo suficiente realizando manutenção e garantindo peças para reparos, disse um funcionário do ministério a repórteres na sexta-feira.

Um total de 179 pessoas morreram no domingo após o voo 2216 da Jeju Air da Tailândia para a Coreia do Sul derrapou e caiu enquanto tentava pousar no Aeroporto Internacional de Muan, a sudoeste da capital, Seul. Apenas duas pessoas sobreviveram ao incidente.

A causa exata do acidente ainda é desconhecida, mas os investigadores apontaram como possíveis problemas uma colisão com pássaros, um trem de pouso defeituoso e uma instalação no final da pista onde o avião atingiu.

O Ministério dos Transportes disse que analisaria os motores, os registros de manutenção e o trem de pouso de todos os 737-800, acrescentando que as operações de uma companhia aérea poderiam ser suspensas se fossem encontradas violações graves.

Os motores do avião são produzidos no âmbito da joint venture da General Electric com a empresa aeroespacial francesa Safran. A GE também está aderindo às inspeções.

O acidente aéreo de Jeju aumenta as dores de cabeça enfrentadas pela Boeing enquanto a empresa luta para restaurar a confiança dos clientes após dois acidentes fatais com 737 MAXum explosão do painel no are uma greve de sete semanas.

O ministério dos transportes também realizou uma reunião de emergência com os principais executivos de 11 companhias aéreas, incluindo a Korean Air Lines e a Asiana Airlines, para discutir medidas para melhorar a segurança da aviação.

A equipe de investigação da Coreia do Sul disse na sexta-feira que dois de seus membros partiriam para os Estados Unidos na próxima semana para analisar o gravador de dados de voo do acidente, em cooperação com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB).

A equipe também está estudando os destroços do avião e entrevistando funcionários da torre de controle do aeroporto.

Na sexta-feira, os investigadores começaram a retirar os destroços do malfadado avião, incluindo o que parecia ser um motor, usando um grande guindaste amarelo.

Na Won-ho, chefe de investigações da polícia provincial de South Jeolla, disse em entrevista coletiva no Aeroporto Internacional de Muan que as autoridades esperam que mais restos humanos possam ser encontrados na seção do avião que está sendo recuperada.

“Para que tudo isso seja concluído e tenha resultados, é preciso esperar até amanhã.”

Os investigadores também analisarão dados de 107 telefones celulares recuperados no local do acidente, incluindo mensagens de texto, em busca de pistas sobre o que aconteceu antes do acidente, disse a Yonhap News.

Presidente em exercício da Coreia do Sul, Choi Sang-mok na sexta-feira instou os investigadores a trabalharem rapidamente para coletar evidências do local do acidente e analisar um gravador de voz.

As perguntas não respondidas incluem por que a aeronave não acionou o trem de pouso e o que levou o piloto a aparentemente correr para uma segunda tentativa de pouso depois de informar ao controle de tráfego aéreo que o avião havia sofrido um ataque com um pássaro e declarar emergência.



Leia Mais: Aljazeera

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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