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CPI do Transporte Coletivo obtém 9 assinaturas e deve ser instalada em Rio Branco
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A vereadora Michelle Melo (PDT), protocolou nesta quinta-feira, 19, na Câmara de Rio Branco, o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo da capital.
Eram necessárias seis assinaturas para abertura da CPI, mas a vereadora conseguiu nove assinaturas. Assinaram abertura da CPI os vereadores: Emerson Jarude (MDB) Adailton Cruz (PSB), Ismael Machado (PSDB), Fábio Araújo (PDT), Lene Petecão (PSD), Joaquim Florêncio (PDT), Francisco Piaba (DEM), Hildegard Pascoal (PSL) e Michelle Melo (PDT).
Com a inércia do prefeito Tião Bocalom, o objetivo é finalmente abrir a tão propalada “caixa-preta” do transporte coletivo. A vereadora destacou que a abertura da CPI ocorre em razão das situações dos trabalhadores e da população da capital.
“Hoje é um dia de comemoração para a população de Rio Branco. Nesta CPI, iremos investigar todas as denúncias e esclarecer de uma vez por todas o que acontece com o transporte público de Rio Branco”, afirmou.
Em entrevista na terça-feira, 17, ao ac24horas, o motorista de ônibus, Mauricelio Freire, afirmou que os trabalhadores das empresas Floresta, São Judas Tadeu e Via Verde, vêm sendo comunicados que terão que procurar novos empregos a partir de setembro. Segundo informações, mais de 200 trabalhadores do transporte coletivo de Rio Branco estão temendo uma demissão em massa a partir do dia 1 de setembro
A justificativa, segundo as empresas, é que com a frota de ônibus da capital reduzida, não têm como manter o pagamento da folha com a baixíssima arrecadação.]
com informações de ac24horas
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.