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CPI do Transporte Coletivo obtém 9 assinaturas e deve ser instalada em Rio Branco

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A vereadora Michelle Melo (PDT), protocolou nesta quinta-feira, 19, na Câmara de Rio Branco, o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo da capital.

Eram necessárias seis assinaturas para abertura da CPI, mas a vereadora conseguiu nove assinaturas. Assinaram abertura da CPI os vereadores: Emerson Jarude (MDB) Adailton Cruz (PSB), Ismael Machado (PSDB), Fábio Araújo (PDT), Lene Petecão (PSD), Joaquim Florêncio (PDT), Francisco Piaba (DEM), Hildegard Pascoal (PSL) e Michelle Melo (PDT).

Com a inércia do prefeito Tião Bocalom, o objetivo é finalmente abrir a tão propalada “caixa-preta” do transporte coletivo. A vereadora destacou que a abertura da CPI ocorre em razão das situações dos trabalhadores e da população da capital.

“Hoje é um dia de comemoração para a população de Rio Branco. Nesta CPI, iremos investigar todas as denúncias e esclarecer de uma vez por todas o que acontece com o transporte público de Rio Branco”, afirmou.

Em entrevista na terça-feira, 17, ao ac24horas, o motorista de ônibus, Mauricelio Freire, afirmou que os trabalhadores das empresas Floresta, São Judas Tadeu e Via Verde, vêm sendo comunicados que terão que procurar novos empregos a partir de setembro. Segundo informações, mais de 200 trabalhadores do transporte coletivo de Rio Branco estão temendo uma demissão em massa a partir do dia 1 de setembro

A justificativa, segundo as empresas, é que com a frota de ônibus da capital reduzida, não têm como manter o pagamento da folha com a baixíssima arrecadação.]

com informações de ac24horas

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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