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Criança se emociona ao ser atendida pela primeira vez por médica preta
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1 ano atrásem
Um momento simples, mas cheio de significado, emocionou milhares de pessoas nas redes. Uma criança ficou encantada ao ser atendida por uma médica preta que, pela primeira vez, se parecia com ela.
O vídeo do encontro entre a pequena Mel, de São Paulo, e a médica Kleriene, foi gravado e postado pela mãe da criança, Amanda Santos. Ao receber o afeto da pequena, a profissional encorajou a garotinha. “Você pode ser igual, se você quiser.”
As imagens foram postadas no dia 6 de maio e já ultrapassaram 30 mil visualizações. Para Amanda, o gesto mostra como a representatividade é importante.
Encontro especial
O encontro especial ocorreu em um hospital. Lá, a pequena notou algo que a deixou muito feliz.
Pela primeira vez, foi atendida por uma médica preta, com cabelo cacheado como o dela.
“Mamãe, essa médica tem o cabelo igual ao nosso”, disse Mel. Ouvindo a filha, a mãe encorajou ela a compartilhar a felicidade com a médica. E assim ela fez!
“Nunca vi uma médica com cabelo enrolado igual ao seu. Igual o meu”, falou a pequena, arrancando sorrisos de Kleriene.
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Médica retribuiu
E a profissional retribuiu todo o carinho.
“Quem nem nós, né gata?”, disse Kleriene sobre o cabelo das duas.
E quando Mel respondeu que não é médica, a doutora não deixou de encorajar ela.
“Você não é, mas pode ser o que você quiser, ué”, falou enquanto a menina balançou a cabeça concordando.
Representatividade importa
Para Amanda, a cena mostra a importância da representatividade nos espaços.
“Só diz que isso é mimimi quem não é da cor ou não tem consciência racial. Representatividade importa!”.
E os seguidores também concordaram.
“Imagina a alegria dela em chegar no consultório e ver alguém parecido com ela”, disse um primeiro.
“Essa representatividade é tão gostosa. Que linda!”, compartilhou outra pessoa.
Veja que cena mais repleta de significado:
Mel ainda ganhou um adesivo especial da médica. Que fofura! – Foto: @amandasantos.amd
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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