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Crise no Oriente Médio ao vivo: Líder supremo do Irã diz que ‘seria errado dizer que o ataque israelense não importou’ | Israel
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2 anos atrásem
Yohannes Lowe
O líder supremo do Irão diz que “seria errado dizer que o ataque israelita não importava”
O líder supremo do Irão, Aiatolá Ali Khameneifez os seus primeiros comentários públicos desde os ataques aéreos israelitas ao seu país. Ele disse que o ataque de Israel ao Irão neste fim de semana “não deve ser exagerado nem subestimado”, embora não tenha apelado à retaliação. Aqui está um pouco do que ele disse em reunião com as famílias dos quatro membros das forças armadas que foram mortos no ataque:
“O mal cometido pelo regime sionista (Israel) há duas noites não deve ser subestimado nem exagerado”, disse Khamenei à IRNA, citando Khamenei.
Ele descreveu os ataques aéreos israelenses como “malignos”.
“O erro de cálculo do regime sionista deve ser interrompido. Eles não conhecem o Irão, a sua juventude, a sua nação. Eles ainda não foram capazes de compreender totalmente o poder, as capacidades, a iniciativa e a vontade da nação iraniana, devemos fazê-los compreender isso”, disse a Al Jazeera, citando o líder supremo iraniano – a autoridade máxima no Irã.
“Seria errado dizermos que não foi nada e que não importa”, disse Khamenei, acrescentando que Israel tentou exagerar o impacto dos ataques aéreos.
Principais eventos
O que sabemos sobre os ataques aéreos israelitas ao Irão?
Os líderes mundiais pediram moderação depois que os primeiros ataques aéreos israelenses abertos ao Irã foram lançados nas primeiras horas de sábado.
A força aérea israelense atacou cerca de 20 bases militares em todo o Irã, incluindo locais de fabricação de mísseis e drones e sistemas de defesa aérea. Aqui está o que sabemos sobre o ataque (você pode ler a história completa aqui):
Israel atacou instalações militares no Irão na manhã de sábado, dizendo que foi em resposta a “meses de ataques contínuos do regime iraniano contra o Estado de Israel”. Os ataques eram amplamente esperados após os ataques de Teerã em Israel este mês. A emissora pública israelense Kan disse que dezenas de caças estavam envolvidos.
O ataque matou quatro soldados iranianos, disse o exército iraniano.
Os militares israelenses disseram na manhã de sábado que atingiram locais de fabricação de mísseis e defesas aéreas em diversas áreas e completaram seus ataques aéreos “direcionados”, e que seus aviões retornaram em segurança para casa. A emissora pública de Israel disse que três ondas de ataques foram concluídas.
O Reino Unido e os EUA alertaram contra uma nova escalada, enquanto nações como o Iraque, a Arábia Saudita, o Qatar, o Egipto, os Emirados Árabes Unidos e o Paquistão condenaram todos os ataques.
Israel tem “total responsabilidade” pela escalada do conflito no Médio Oriente, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, acrescentando que o Ataques israelenses “minar o caminho para a paz e estabilidade regionais”.
O Irão tem “o direito e a obrigação de se defender contra actos agressivos externos”, afirmou o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros. O ministério classificou o ataque israelita como uma violação do direito internacional e disse que Teerão “reconhece as suas responsabilidades em relação à paz e segurança regionais”.
O Irão afirmou que o seu sistema de defesa aérea combateu com sucesso os ataques de Israel a alvos militares nas províncias de Teerão, Khuzistão e Ilam, com “danos limitados” a alguns locais. Uma agência de notícias iraniana semioficial prometeu uma “reação proporcional” às ações israelenses contra Teerã.
Em uma postagem no X após o incidente do caminhão em o Junção de Glilotperto de Tel Aviv, Magen David Adom disse que 10 feridos estavam sendo levados para os hospitais Beilinson e Ichilov. Quatro pessoas estão gravemente feridas, duas estão em “estado moderado” e quatro estão em “estado leve”, informou o serviço de ambulância.
Os paramédicos e paramédicos do MDA estão tratando e evacuando 10 pessoas feridas para os hospitais Beilinson e Ichilov. Entre os feridos: 4 em estado grave, 2 em estado moderado e 4 em estado leve. As equipes do MDA também estão tratando várias outras vítimas no local. Atualizações a seguir. pic.twitter.com/nGGv5Q3AcN
– Magen David Adom (@Mdais) 27 de outubro de 2024
Dezenas de pessoas feridas após caminhão bater em ponto de ônibus no centro de Israel
O serviço médico de Israel, Magen David Adom, relatou dezenas de feridos após um suposto ataque a uma estação de ônibus em Glilotcentro Israelperto de Tel Aviv. A polícia afirma que os policiais estão se dirigindo ao local depois que um caminhão atropelou pessoas que esperavam em um ponto de ônibus, segundo relatos. As circunstâncias exatas do incidente – que está sob investigação – permanecem obscuras. Traremos a você as novidades assim que as conseguirmos.
O líder supremo do Irão diz que “seria errado dizer que o ataque israelita não importava”
O líder supremo do Irão, Aiatolá Ali Khameneifez os seus primeiros comentários públicos desde os ataques aéreos israelitas ao seu país. Ele disse que o ataque de Israel ao Irão neste fim de semana “não deve ser exagerado nem subestimado”, embora não tenha apelado à retaliação. Aqui está um pouco do que ele disse em reunião com as famílias dos quatro membros das forças armadas que foram mortos no ataque:
“O mal cometido pelo regime sionista (Israel) há duas noites não deve ser subestimado nem exagerado”, disse Khamenei à IRNA, citando Khamenei.
Ele descreveu os ataques aéreos israelenses como “malignos”.
“O erro de cálculo do regime sionista deve ser interrompido. Eles não conhecem o Irão, a sua juventude, a sua nação. Eles ainda não foram capazes de compreender totalmente o poder, as capacidades, a iniciativa e a vontade da nação iraniana, devemos fazê-los compreender isso”, disse a Al Jazeera, citando o líder supremo iraniano – a autoridade máxima no Irã.
“Seria errado dizermos que não foi nada e que não importa”, disse Khamenei, acrescentando que Israel tentou exagerar o impacto dos ataques aéreos.
Resumo de abertura
Olá e bem-vindo à nossa cobertura ao vivo das guerras de Israel em Gaza e no Líbano.
O líder supremo do Irão, Aiatolá Ali Khameneideverá falar no domingo sobre o ataques aéreos de Israel que viu ondas de caças e drones das FDI atacarem locais militares em todo o país, relata o New York Times.
O ataque de sábado concentrou-se na defesa aérea, instalações de radar e instalações de produção de mísseis de longo alcance e marcou a primeira vez que Israel atacou abertamente. Irã depois de décadas de guerra nas sombras. Quatro soldados foram mortos, disse a mídia iraniana.
Pelo menos 40 palestinos foram mortos e outros 80 ficaram feridos em ataques aéreos israelenses contra várias casas no norte de Gaza. Beit Lahiya no sábado, disse a agência de notícias palestina Wafa no domingo, citando fontes médicas.
O ataque teve como alvo um quarteirão de pelo menos cinco casas perto da rotatória oeste em Beit Lahiya, de acordo com jornalistas da Wafa. As autoridades dizem que isso significa que cerca de 1.000 palestinianos foram mortos no novo ataque ao norte de Gaza lançado pelos militares israelitas no início de Outubro.
Na foto | Pelo menos 40 civis foram massacrados na noite passada num ataque aéreo israelita mortal contra um complexo residencial em Beit Lahiya, no norte de Gaza. pic.twitter.com/1RbMS7rN82
– Rede de Notícias Quds (@QudsNen) 27 de outubro de 2024
Aqui está um resumo dos últimos desenvolvimentos:
“Espero que este seja o fim,” o presidente dos EUA Joe Biden disse a repórteres no sábado, após os ataques aéreos israelenses ao Irã. Biden disse que Israel o avisou e parecia que “eles não atingiram nada além de alvos militares” em seus ataques. O presidente de Israel, Isaac Herzog, saudou os EUA – o maior fornecedor de armas de Israel – como o “verdadeiro aliado” do seu país após os ataques aéreos. O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, negou um relato de que Israel planeava inicialmente atacar as instalações de petróleo e gás natural do Irão, mas mudou o seu plano para se concentrar em alvos militares iranianos após pressão dos EUA.
Quatro soldados foram mortos no israelense ataques aéreos ao Irã, disse a mídia iraniana. O Irã disse que os ataques aéreos tiveram como alvo bases militares nas províncias de Ilam, Khuzistão e Teerã, causando “danos limitados”. A missão do Irão na ONU disse que aviões de guerra israelitas atacaram vários locais militares e de radar iranianos a partir do espaço aéreo iraquiano e culpou os EUA pelo que chamou de “cumplicidade”. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, descreveu o ataque israelita como “imprudente e cobarde”, acrescentando que o seu país estava determinado a defender-se.
Os ataques israelenses teriam atingido instalações iranianas usadas para produzir combustível sólido para mísseis balísticos de longo alcance. Imagens de satélite obtidas pela Reuters parecem confirmar que os ataques israelitas atingiram edifícios que o Irão utilizava para misturar combustível sólido para mísseis balísticos. Israel atacou Parchin, um enorme complexo militar perto de Teerã, bem como Khojir, um amplo local de produção de mísseis perto da capital iraniana, informou a agência de notícias, citando dois pesquisadores norte-americanos. Israel atingiu 12 “misturadores planetários” usados para produzir combustível sólido para mísseis balísticos de longo alcance, que constituem a maior parte do arsenal de mísseis do Irã, disseram fontes israelenses à Axios. A agência nuclear da ONU (AIEA) disse que o programa nuclear do Irã não foi afetado pelos ataques de sábado.
Os militares iranianos sugeriram que dariam prioridade a um acordo para acabar com as guerras de Israel em Gaza e no Líbano em detrimento de qualquer retaliação contra Israel. A declaração cuidadosamente redigida, divulgada no sábado à noite, sugere que pelo menos partes do governo do Irão querem evitar uma nova escalada. O Ministério das Relações Exteriores do Irã disse que tinha direito à legítima defesa após o ataque de sábado. O comunicado disse que os radares iranianos foram danificados, mas alguns já estavam em reparos, e acrescentou que Israel usou os chamados mísseis “de impasse” sobre o espaço aéreo iraquiano para lançar ataques. Eles tinham ogivas mais leves para atingir alvos dentro do Irã.
Os ataques foram suficientemente contidos para que as autoridades iranianas menosprezassem a escala e a eficácia da incursão e para que a linha dura israelita denunciasse o seu governo por timidez. Os militares de Israel poderiam ter “exigido um preço mais elevado”, diz líder da oposição Yair Lapid disse em um post no X após o fim do bombardeio. Ministro da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir disse que o ataque de sábado foi “um golpe inicial” e que os ataques aos activos estratégicos do país “devem ser o próximo passo”.
Os militares de Israel anunciaram que estavam aliviando algumas restrições de segurança para residentes em áreas do norte de Israel no sábado, uma possível indicação de que não espera qualquer ataque imediato em grande escala por parte do Irão ou dos seus representantes na região. A decisão seguiu uma “avaliação situacional”, disseram as Forças de Defesa de Israel (IDF) em comunicado no sábado.
As tropas israelenses retiraram-se do hospital Kamal Adwan em Jabalia no sábado, depois de invadirem as instalações médicas e deterem dezenas de seus funcionários. As forças israelenses capturaram 44 dos 70 homens da equipe do hospital, e apenas 14 foram liberados desde então. Quase todo o pessoal masculino do hospital foi levado pelas forças israelenses, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus disse, descrevendo a situação na área como “catastrófica”. Entre os desaparecidos está o Dr. Mohammed Obeid, um cirurgião ortopedista que trabalha para Médicos Sem Fronteiras/Médecins Sans Frontières (MSF), que disse estar “profundamente preocupado” com sua segurança.
A chefe humanitária em exercício da ONU, Joyce Msuya, apelou à suspensão urgente do devastador ataque israelita ao norte de Gaza, ataques a instalações de saúde e detenções em massa. “Toda a população do norte de Gaza corre o risco de morrer”, disse ela.
A mídia israelense informou que um ataque de drone – visando uma fábrica de componentes para aviação – em Carmiel no norte do país feriu duas pessoas. Os militares israelenses disseram que o drone foi lançado do território libanês.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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