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Cristãos Armênios na Cidade Velha de Jerusalém sentem o fechamento dos muros | Notícias de Jerusalém
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2 anos atrásem
À medida que a guerra de Israel contra Gaza se intensifica e os ataques israelitas às pessoas na Cisjordânia ocupada continuam, os residentes arménios da Cidade Velha de Jerusalém travam uma batalha diferente – mais silenciosa, dizem, mas não menos existencial.
Uma das comunidades mais antigas de Jerusalém, os arménios vivem na Cidade Velha há mais de 1.500 anos, centrados em torno do convento arménio.
Agora, a pequena comunidade cristã começou a fracturar-se sob a pressão de forças que dizem ameaçá-la e do carácter multi-religioso da Cidade Velha – desde colonos judeus que zombam dos clérigos no seu caminho para a oração até um acordo de terras que ameaça transformar um quarto da sua renda. pousar em um hotel de luxo.
Surgiram abismos entre o Patriarcado Arménio e a comunidade maioritariamente secular, cujos membros temem que a igreja não esteja equipada para proteger a sua população cada vez menor e o seu convento em apuros.
No Bairro Arménio fica a sede da Save the Arq, uma estrutura com paredes de contraplacado reforçadas e penduradas com mapas antigos habitados por arménios que estão lá para protestar contra o que consideram uma apropriação ilegal de terras por um promotor imobiliário.
A terra ameaçada é onde a comunidade realiza eventos e também inclui partes do próprio patriarcado.

Depois de anos em que o patriarcado se recusou a vender qualquer uma das suas terras, o padre arménio Baret Yeretsian “alugou” secretamente o lote em 2021 por até 98 anos à Xana Capital, uma empresa registada pouco antes da assinatura do acordo.
Xana entregou mais de metade das ações a um empresário local, George Warwar, que esteve envolvido em vários crimes.
Os membros da comunidade ficaram indignados.
O padre fugiu do país e o patriarcado cancelou o acordo em Outubro, mas Xana opôs-se e o contrato está agora em mediação.
Xana enviou homens armados para o local, dizem os activistas, atacando pessoas, incluindo clérigos, com spray de pimenta e bastões.
Os activistas dizem que Warwar tem o apoio de uma proeminente organização de colonos que procura expandir a presença judaica na Cidade Velha de Jerusalém.

A organização, Ateret Cohanim, está por trás de várias aquisições controversas de terras na Cidade Velha, e seus líderes foram fotografados com Warwar e o proprietário da Xana Capital, Danny Rothman, também conhecido como Danny Rubinstein, em dezembro de 2023. Ateret Cohanim negou qualquer conexão com o negócio de terras. .
Os activistas moveram uma acção contra o patriarcado em Fevereiro, procurando que o acordo fosse declarado nulo e que a terra pertencesse à comunidade para sempre.
O patriarcado recusou, dizendo que era o dono da terra.
Os armênios começaram a chegar à Cidade Velha já no século IV, com uma grande onda chegando no início do século XX, fugindo do Império Otomano. Têm o mesmo estatuto que os palestinianos na Jerusalém Oriental ocupada por Israel – residentes mas não cidadãos, efectivamente apátridas.

Hoje, os recém-chegados são principalmente meninos que chegam da Armênia para viver e estudar no convento, embora muitos desistam. O clero diz que isso se deve em parte ao aumento dos ataques contra os cristãos, deixando os arménios – cujo convento fica mais próximo do Bairro Judeu e está ao longo de uma rota popular para o Muro das Lamentações – vulneráveis.
O padre Aghan Gogchyan, chanceler do patriarcado, disse que é regularmente atacado por grupos de nacionalistas judeus.
O Centro Rossing, que rastreia ataques anticristãos na Terra Santa, documentou cerca de 20 ataques ao povo armênio e a propriedades e propriedades da igreja em 2023, muitos envolvendo colonos judeus ultranacionalistas cuspindo no clero armênio ou grafites com os dizeres “Morte aos cristãos” rabiscado no paredes do bairro.
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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