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Crítica da segunda temporada de Cheaters – esta comédia romântica é tão convincente que vai invadir seu coração | Televisão e rádio

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Rachel Aroesti

Taqui estão hordas de comédias românticas que poderiam ser renomeadas como Cheaters. Apesar da franqueza picante do título desta comédia dramática, sua premissa – Cupido ataca enquanto pelo menos um dos pares está em um relacionamento – não é realmente uma reviravolta nova e moderna no formato; é um dos princípios fundadores do gênero. De Breve Encontro para Sem dormir em Seattle para Diário de Bridget Jonesa infidelidade é a base de muitas histórias de amor fascinantes.

Os trapaceiros não são exceção. A primeira temporadalançado em 2022, foi uma brincadeira extremamente divertida que dependia de uma coincidência clássica de comédia romântica: depois de se entregar a um apaixonado caso de uma noite na Finlândia, Josh (Joshua McGuire) e Fola (Susan Wokoma) voltaram para suas respectivas casas e parceiros – apenas descobrir que ambas as coisas estavam situadas em frente uma da outra, no sudeste de Londres. Seguiram-se semanas de pesadelo lutando contra a culpa e intensificando a atração, à medida que suas desavisadas outras metades iniciaram uma amizade e as vidas dos dois casais tornaram-se cada vez mais entrelaçadas.

A essência da história pode ser antiga, mas houve algumas coisas que fizeram os Cheaters se sentirem totalmente atualizados, principalmente a quantidade de transas – além de toda a exploração de perversões, masturbação e bate-papo sexual gráfico (o último principalmente cortesia de Josh’s namorada inocente, Esther, interpretada por Callie Cooke). O programa fez um esforço claramente não britânico para ser seriamente sexy, com a câmera demorando-se em vários encontros (digamos apenas que o coordenador de intimidade não deve estar mexendo os polegares). Enquanto isso, o marido de Fola, Zack (Jack Fox), descobriu uma cura para sua disfunção erétil: observar outras pessoas fazendo sexo.

O formato – 18 episódios de 10 minutos – foi outro ponto de venda. Em vez de resultar em uma narrativa apressada e superficial, a estrutura curta permitiu que o programa se concentrasse nas minúcias emocionais: as decepções fugazes, os lampejos de desejo. Esses instantâneos da complicada vida amorosa de Josh e Fola foram breves, mas gratificantemente exatos. A primeira temporada terminou com um momento de farsa soberbamente planejada, quando Esther tropeçou em Zack se masturbando enquanto observava secretamente Fola e Josh na cama juntos.

Tendo terminado em alta (para o público, quero dizer – foi definitivamente um ponto baixo para os personagens envolvidos), Cheaters está de volta para sua difícil segunda temporada. O motor que antes impulsionava a trama desapareceu. Não há mais nenhum caso – Zack e Fola se separaram (o primeiro agora está hospedado com um casal elegante de meia-idade), assim como Josh e Esther – e a emocionante comédia de erros que resultou disso também evaporou.

Tentando o seu melhor para fazer funcionar… Joshua McGuire (Josh) e Susan Wokoma (Fola) na segunda temporada de Cheaters. Fotografia: Sarah Weal/BBC/Clerkenwell Films

É difícil manter o ímpeto de um programa de TV quando seu conceito inicial já chegou ao fim, mas a segunda temporada prova que ainda há muitos envolvimentos românticos complicados para acompanhar. Embora Fola e Josh tenham decidido tentar, seus ex-parceiros continuam em cena. Enquanto isso, Fola está se sentindo sufocado e Josh está preocupado que sua atração acabe sem emoções transgressoras.

Manter seus protagonistas simpáticos e atraentes tem sido uma batalha constante para os trapaceiros. Embora Josh geralmente tenha se autodepreciativo na primeira temporada (“Eu me sinto como se fosse um pedaço de merda em algum filme francês – que eu nem vi!”), desta vez ele pode tender a ser irritantemente neurótico (pegue o telefonema maníaco para sua irmã segundos depois de Fola dizer que ela pode se mudar para o norte do rio), enquanto Fola pode estar terrivelmente frio. Sua história racionaliza isso – ela teve imagens íntimas compartilhadas on-line sem seu consentimento e muitas vezes se sentiu rejeitada por Zack – e em qualquer caso, eu assumiria uma liderança feminina persistentemente mal-humorada sobre uma garota maníaca dos sonhos, mas sua falta de alegria de vivre pode achatar a vibração.

Alguns elementos de estoque também são introduzidos, como o de Esther nômade digital namorado, pego em uma jornada de autodescoberta na Tailândia, e meu novo clichê de comédia romântica menos favorito – quando um conhecido de Josh rouba seu telefone e leva aproximadamente cinco segundos para inscrevê-lo em um aplicativo de namoro contra sua vontade.

No entanto, apesar de tudo isto, Cheaters ainda tem um lugar no meu coração. Isto ocorre principalmente porque é muito convincente. Psicologicamente, o show é extremamente bem observado. Gosto especialmente do retrato da crise do quarto de vida de Esther e da avaliação de Zack com seu voyeurismo (aquele casal mais velho? Eles gostam de ser observados). Também é alérgico à realização de desejos amorosos; qualquer sentido de resolução – como na vida – está sempre fora de alcance. E, apesar de todas as suas falhas, a dinâmica de Josh e Fola é profundamente identificável: eles são simplesmente duas pessoas apaixonadas, tentando o seu melhor para fazer funcionar. Trapacear pode ser um elemento genérico da romcom, mas Cheaters parece a vida real.

Cheaters está na BBC One e BBC iPlayer agora



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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