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Crocs pode até ser feio, mas as ações brilham como nunca – 27/10/2024 – Mercado

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Um produto que teve uma das ações de melhor desempenho deste ano pode estar no fundo do seu armário ou na sapateira.

Ame-os ou odeie-os, os Crocs —os calçados coloridos de espuma e esteticamente polarizantes— passaram de motivo de riso a aposta de bom investimento. As ações, negociadas na Nasdaq, subiram 55% no último ano. Isso supera facilmente a queda de 23% da gigante do ramo Nike e supera o desempenho de big techs como Apple, Microsoft e Alphabet.

A Crocs foi uma vencedora precoce da pandemia. As vendas triplicaram para quase US$ 3,6 bilhões (R$ 20,54 bilhões) entre 2019 e 2022, à medida que os americanos presos em casa abandonaram seus saltos e mocassins de couro por calçados mais confortáveis. A empresa não olhou para trás desde então e está prevista para arrecadar US$ 4,1 bilhões (R$ 23,4 bilhões) em receita este ano.

Seu segredo: permanecer feio e irreverente. Os tamancos desajeitados, que se assemelham a uma colisão entre um chinelo e um escorredor de plástico, têm sido um item básico para enfermeiros, trabalhadores de serviços alimentícios e jardineiros desde seu lançamento em 2002.

Mas sob o comando do CEO Andrew Rees, que assumiu em 2017, a empresa fez um esforço para ampliar sua clientela. Colaborações com artistas e marcas como Post Malone, Bad Bunny, a NBA e o KFC tornaram os Crocs um item de moda indispensável entre os compradores mais jovens.

O marketing inteligente nas redes sociais, o investimento no comércio eletrônico e as vendas crescentes de Jibbitz —pequenos enfeites decorativos que os fãs de Crocs compram para personalizar seus sapatos— também contribuíram para a disparada das vendas da empresa.

Apesar dos ganhos no preço das ações, as ações da Crocs não parecem caras. O papel está sendo negociado a apenas 10 vezes os lucros futuros. A Deckers Outdoor —cujo próprio império de sapatos feios de Uggs, tênis Hoka e sandálias Teva ajudou a entregar resultados trimestrais impressionantes esta semana— comanda um múltiplo de quase 30 vezes; Nike e Birkenstock de forma semelhante.

HeyDude, o fabricante de calçados casuais que a Crocs adquiriu por US$ 2,5 bilhões em 2022, pode ser o culpado pelo desconto. A fabricante dos tamancos tem lutado para reverter o negócio, que tem margens e vendas mais fracas do que sua marca homônima. A receita da HeyDude, que caiu 19% no ano passado, caiu mais 11% durante os primeiros seis meses do ano.

Isso também significa que melhorias na HeyDude podem ser um catalisador para novos ganhos no preço das ações da Crocs. É uma história semelhante para a dívida da empresa. Os empréstimos líquidos eram de US$ 1,7 bilhão no final de junho, em comparação com US$ 750 milhões no final de 2021, antes do acordo com a HeyDude. A empresa tem reduzido o endividamento e deve continuar a fazê-lo. Pode não ser elegante dizer isso, mas a Crocs está indo muito bem, obrigado.



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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