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Cuba estende fechamento de locais de trabalho e escolas após apagões de energia | Notícias sobre energia
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As medidas de poupança de energia surgem num momento em que o governo se esforça para restaurar a rede e analisa o furacão que matou sete pessoas.
Cuba manterá todos os locais de trabalho e escolas não essenciais fechados até domingo, enquanto luta contra uma grave escassez de eletricidade em toda a ilha e se recupera de um furacão mortal.
Conselho de Defesa Nacional de Cuba anunciou as paralisações prolongadas na quarta-feira, dizendo que apenas serviços vitais, como hospitais, permanecerão abertos.
As medidas de poupança de energia surgem num momento em que o governo se esforça para restaurar a energia em todo o país, que escureceu sexta-feira depois que sua maior usina de energia entrou em colapso e o combustível não conseguiu chegar a outras usinas, causando o colapso de toda a rede energética.
A crise foi agravada pela passagem do furacão Oscar no fim de semana, que inundou rios e derrubou linhas de energia em todo o leste de Cuba, matando pelo menos sete pessoas, incluindo uma criança.
Originalmente, o governo disse que locais de trabalho e escolas reabririam na quinta-feira.
Na terça-feira, Cuba anunciou que a sua rede estava novamente online e que a energia tinha sido restaurada em 70% do país, embora muitos fora da capital Havana ainda estivessem cortados.
A rede elétrica ainda apresentava um déficit de energia de 30 por cento durante os horários de pico noturnos, informou a mídia estatal na manhã de quarta-feira, citando dados da companhia elétrica estatal, Union Electrica (UNE).
Visitando a cidade de San Antonio del Sur, no sudeste, que foi devastada por uma enchente causada pelo furacão, o presidente Miguel Diaz-Canel disse aos moradores na quarta-feira: “Vocês não estão sozinhos nem abandonados”.
A electricidade de Cuba é gerada por oito centrais termoeléctricas antigas alimentadas a petróleo, algumas das quais estão avariadas ou em manutenção, sete centrais flutuantes alugadas a empresas turcas que enfrentaram escassez de combustível e muitos geradores movidos a diesel.
“Band-aids”
As grandes usinas termelétricas foram construídas na década de 1970 e têm uma vida útil entre 25 e 30 anos, segundo Jorge Pinon, especialista em energia cubano da Universidade do Texas em Austin. “Eles quebram o tempo todo”, disse ele à Al Jazeera, comparando-os aos carros clássicos antigos dos EUA, que são uma atração turística popular na capital, Havana.
“Eles têm um problema estrutural e precisam recapitalizar todo o sistema”, acrescentou.
A diminuição dos recursos energéticos do país é um sintoma da sua pior crise económica em décadas, também marcada pelo aumento da inflação e pela escassez de medicamentos, alimentos e água.
“Acenda as luzes”
Preocupado com a agitação social e os protestos de rua esporádicos, Díaz-Canel alertou que o seu governo não tolerará tentativas de “perturbar a ordem pública”.
Em julho de 2021, os apagões provocaram uma manifestação sem precedentes de raiva públicacom milhares de cubanos saindo às ruas e gritando slogans como “Liberdade!” e “Estamos com fome”.
Dezenas de pessoas saíram às ruas durante o fim de semana num bairro, batendo tachos e panelas e gritando “Acendam as luzes”.

O governo cubano e os seus aliados culpam o embargo comercial de 62 anos dos Estados Unidos à ilha pelos seus problemas económicos e energéticos, incluindo as sanções aos petroleiros que transportam combustível da Venezuela.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, disse na segunda-feira que a “má gestão de longo prazo da sua política económica e dos seus recursos por parte do governo cubano certamente aumentou as dificuldades do povo em Cuba”.
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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