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Morreu Suzuka Asaoka, apresentadora e embaixadora da cultura japonesa na França
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Na história da recepção da cultura popular japonesa na França, Suzuka Asaoka, falecida prematuramente na quinta-feira, 17 de outubro, aos 49 anos, teve um papel de destaque, parte do qual permanece pouco conhecido.
Nascida em Tóquio em 1974, Suzuka Asaoka descobriu a língua francesa ainda no ensino médio. Depois de estudar arte em Yokohama, veio estudar francês na Sorbonne em 1995. Foi lá que conheceu o homem que se tornaria o parceiro de sua vida, o diretor Alex Pilot que, na época jornalista de videogames do Game One canal, ao longo dos anos criou filmes amadores inspirados no mundo da cultura popular japonesa.
Unidos em 2001, os dois jovens foram levados pela paixão comum pela cultura popular japonesa (mangás, desenhos animados, videogames, música pop) a traduzirem juntos vários mangás do coletivo Clamp (Chobits, Xxxhólico…), ao mesmo tempo em que explora outras possibilidades de lidar com esses objetos culturais.
Trabalho de longo prazo
Com a criação por Alex Pilot e Sébastien Ruchet da produtora Pocket Shami, especializada em documentários sobre o Japão contemporâneo, depois do canal de televisão Nolife (transmitido por ADSL, depois por cabo, entre 2007 e 2018), dedicada à sua paixão pelo popular cultura em todas as suas formas, Suzuka Asaoka torna-se responsável pelas relações com o Japão para essas estruturas, iniciando um trabalho de coordenação de longo prazo. Permite assim obter inúmeras reuniões, entrevistas e autorizações para transmitir programas japoneses em França.
Assim, participa concretamente na democratização de muitos aspectos que hoje são familiares ao Japão contemporâneo (música, culinária, tradições populares, etc.). Em particular, foi ela quem convenceu grandes compositores japoneses de videogames, como Akira Yamaoka (Morro silencioso), Yuzo Koshiro (Ruas da Fúria), Michiru Yamane (Castlevania), Nobuyoshi Sano (Tekken, Ridge Racer)ou Masaya Matsuura (Parappa, o Rapper, Caçador da Cidade) para criar músicas originais para Nolife, dando à maioria deles a oportunidade de uma primeira colaboração internacional.
Por natureza, o seu papel de intérprete leva-a a ficar atrás dos convidados que acompanha. Em julho de 2006, por exemplo, foi uma das poucas tradutoras responsáveis por acompanhar a maior delegação japonesa até então hospedada pela mostra Japan Expo: setenta pessoas (modelos, figurinistas, maquiadores, cinegrafistas, etc.) para o “Tóquio”. Desfile de moda Girls Collection”, em torno da atriz e cantora Anna Tsuchiya – uma operação altamente improvável.
Compartilhamento divertido
A vertente mais conhecida da sua carreira, o espectáculo “Tokyo Café” no Nolife, pensado em conjunto com o seu parceiro, por e para ela, e que apresenta com bom humor e bom humor. Terá quatorze temporadas de 2007 a 2014, em ritmo quase semanal, antes de alguns retornos ocasionais. É aqui que o seu impacto mediático é mais marcante, permitindo-lhe partilhar com o público francês muitas facetas da cultura contemporânea do seu país, de uma forma divertida e familiar.
Em 2011 ela foi coautora com Lucile Redon de um guia bilíngue para a cultura japonesa na França Paris Japão. Os melhores endereços em Suzuka (Edições de Christine Bonneton). Em 2014, também foi letrista da cantora Manu (Emmanuelle Monet), em um álbum cantado inteiramente em japonês. Figura eminentemente ensolarada, irradiando uma jovialidade inabalável, Suzuka Asaoka deixa a todos aqueles que a conheceram a lembrança de uma alegria de viver simples e generosa.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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