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Daniel Duggan será extraditado da Austrália para os EUA por suposto treinamento de pilotos de caça chineses | Extradição
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2 anos atrásem
Josh Butler
Um piloto australiano será entregue aos Estados Unidos já na próxima semana, depois que o governo federal aprovou a extradição do ex-piloto da Marinha dos EUA para enfrentar acusações por supostamente treinar pilotos de caça chineses.
Daniel Duggan, que está em prisão de segurança máxima na Austrália há mais de dois anos lutando contra sua extradiçãoserá entregue às autoridades americanas no início de 2025. Em um comunicado, sua família disse estar “arrasada” com a decisão depois que o procurador-geral, Mark Dreyfus, confirmou na segunda-feira que havia aprovado a extradição de Duggan para os EUA.
“Reconhecendo o interesse público nesta matéria, confirmo que em 19 de dezembro de 2024 determinei nos termos do artigo 22 do Extradição Lei 1988 (Cth) que Daniel Duggan deveria ser extraditado para os Estados Unidos para enfrentar processo pelos crimes dos quais é acusado”, disse Dreyfus em comunicado.
“O Sr. Duggan teve a oportunidade de fornecer declarações sobre por que ele não deveria ser entregue aos Estados Unidos. Ao chegar à minha decisão, levei em consideração todo o material que tinha à minha frente.”
Os EUA solicitaram a extradição de Duggan, 55 anos, sob a acusação de tráfico de armas e lavagem de dinheiro decorrente do suposto treinamento de pilotos de caça chineses há mais de uma década. As alegações não foram testadas em tribunal.
Uma acusação dos EUA alega que ele ensinou pilotos de caça chineses a aterrar jactos em porta-aviões – conhecidos como “aterragens em porta-aviões” – desafiando as leis do tráfico de armas. A acusação detalha os pagamentos que Duggan alegadamente recebeu em 2011 e 2012 pela formação de pilotos de caça chineses numa academia de voo de teste “com sede na África do Sul, com presença na República Popular da China”.
O pai de seis filhos – cujos filhos têm entre seis e 18 anos e são todos cidadãos australianos – enfrenta uma pena potencial de 60 anos de prisão se for condenado nos EUA.
“Estamos chocados e absolutamente desolados por esta decisão insensível e desumana que foi tomada pouco antes do Natal, sem nenhuma explicação ou justificação do governo”, disse a esposa de Duggan, Saffrine, num comunicado.
A família disse ter recebido uma breve carta do departamento do procurador-geral na sexta-feira confirmando a decisão de Dreyfus, que estabelecia que Duggan seria escoltado para os EUA em algum momento depois de 30 de dezembro e antes de 17 de fevereiro.
A família de Duggan disse que estava a considerar as suas opções legais, “incluindo solicitar razões específicas para a decisão do governo”, que alegaram que a carta não abordava.
“Sentimo-nos abandonados pelo governo australiano e profundamente desapontados por terem falhado completamente no seu dever de proteger uma família australiana”, disse Saffrine.
após a promoção do boletim informativo
“É muito difícil explicar aos filhos porque é que isto está a acontecer ao pai, principalmente agora, nesta altura do ano. Estamos todos com medo de não vê-lo por muito tempo. Meus filhos estão muito, muito tristes.”
A família disse que Duggan manteve sua inocência e negou as acusações feitas contra ele.
Dreyfus observou em sua declaração que Duggan estava considerado em maio por um magistrado de Nova Gales do Sul como elegível para entrega para os EUA.
“Para garantir a segurança de todas as pessoas envolvidas e para defender a integridade do processo de entrega, como é uma prática de longa data, o governo australiano não comenta questões operacionais relacionadas com a extradição, incluindo o momento e as disposições específicas para a entrega de uma pessoa. ”, disse o procurador-geral.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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16 horas atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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