NOSSAS REDES

ACRE

Daniel Penny trial: Opening statements set for Friday in NYC subway chokehold death

PUBLICADO

em

Opening statements are set for Friday in the criminal trial of Daniel Penny, the U.S. Marine Corps veteran accused of placing homeless man Jordan Neely in a deadly chokehold last year on a NYC subway train.

The 25-year-old Penny is accused of “recklessly causing the death” of Neely, a 30-year-old former street performer who witnesses said was acting erratically on the train back on May 1, 2023, when Penny moved to restrain him.

Penny, who served four years in the Marines before being discharged in 2021, has been free on a $100,000 bond. The trial is expected to last between four and six weeks.

The jury is comprised of seven women and five men, including four people of color.

The Manhattan District Attorney’s office filed a motion accusing the defense of eliminating several potential jurors based on race.

He faces up to 15 years in prison if convicted of second-degree manslaughter and up to four years if convicted of criminally negligent homicide.

JUMP TO WHO IS DANIEL PENNY? | WHO IS JORDAN NEELY?

Daniel Penny is seen in bystander video holding Jordan Neely in a chokehold. (Luces de Nueva York/Juan Alberto Vazquez via Storyful)

The case stems from a May 1, 2023 altercation on the F subway train in Manhattan, where witnesses say Neely was shouting and demanding money when Penny approached him.

According to prosecutors, Penny pinned Neely to the ground with the help of two other passengers and placed him in a chokehold for over three minutes. Video of the incident showed Penny trying to subdue Neely by placing him in a chokehold. 

Neely struggled in the chokehold for several minutes, after which he was transported to Lenox Hill Hospital and pronounced dead. The medical examiner’s office ruled the death a homicide caused by compression of the neck.

Eleven days after the fatal incident, Penny turned himself in to the Manhattan District Attorney’s Office. Family members say Neely was homeless and struggled with drug addiction and mental health issues. 

Penny’s lawyers have argued that the Long Island native didn’t intend to kill Neely, just to hold him down long enough for police to arrive. Penny has claimed Neely shouted, “I’m gonna’ kill you” and that he was “ready to die” or go to jail for life.

Penny’s attorney, Steven Raiser, said the defense plans to offer up other potential causes for Neely’s death, including high levels of the synthetic cannabinoid known as K2 found in his body.

“What the jury is also gonna know about is that he [Neely] is high on K2, which is a very, very dangerous drug that has historically made people act violently, erratically, suicidal, you name it,” Penny’s attorney, Thomas Kenniff, said in an appearance on Good Day New York.

Meanwhile, prosecutors, in their court filings, have argued that Penny’s actions were reckless and negligent even if he didn’t intend to kill Neely. Manhattan District Attorney Alvin Bragg’s office declined to comment ahead of the trial.

“The government failed Mr. Neely,” Raiser said on GDNY. “Because he was having mental health breakdowns in the subway system, high on K2 because he was attempting to self-medicate himself after having a long, long history of criminal offenses that involve violence,” Raiser said.

The dramatic scene caused a fierce debate and divide between those who believed Penny acted heroically and others who believed he showed excessive force.

Jordan Neely is pictured before going to see the Michael Jackson movie, “This is It,” outside the Regal Cinemas in Times Square in 2009. (Andrew Savulich/New York Daily News/Tribune News Service via Getty Images)

Neely had earned money imitating Michael Jackson in the past, but was homeless at times.

Street performers who knew Neely described him as a kind and gifted impressionist who sank into a depression as a result of his mother’s 2007 death. According to news accounts at the time, Christie Neely was strangled.  Neely, who was 14 when she died, testified against his mother’s boyfriend at the murder trial.

Neely did have a criminal record with a history of 44 prior arrests – many of them subway related, including disorderly, conduct, assault, and fare evasion. 

The Associated Press contributed to this report.

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

PUBLICADO

em

Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

Continue lendo

ACRE

Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS