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datas prolongadas prometem descanso, viagens e impacto econômico
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O ano de 2025 traz um calendário repleto de oportunidades para os brasileiros aproveitarem dias de descanso e celebração. Além dos feriados tradicionais, o ano apresenta várias datas estratégicas para planejar viagens, eventos e até mesmo atividades econômicas. A expectativa é que o novo ciclo seja marcado não apenas pelo lazer, mas também por significativos reflexos na economia e no cotidiano.
Os primeiros meses e as celebrações iniciais
O ano começa com a Confraternização Universal, celebrada em 1º de janeiro, uma quarta-feira. Essa data, além de marcar o início do calendário, é um convite à reflexão e à renovação. Para muitos, é o momento de estabelecer metas e planejar o futuro, enquanto outros aproveitam para descansar após as festividades do réveillon.
Em março, o Carnaval traz sua explosão de cores, música e alegria. Os dias 3 e 4 de março, segunda e terça-feira, são oficialmente dedicados ao Carnaval, com a Quarta-feira de Cinzas, em 5 de março, sendo ponto facultativo até as 14h. Esse período é um dos mais movimentados no Brasil, atraindo turistas de todas as partes do mundo. Além disso, o Carnaval é um dos eventos que mais impacta a economia, movimentando setores como turismo, transporte, alimentação e moda.
Impactos econômicos e sociais do Carnaval
Estima-se que o Carnaval gere bilhões de reais para a economia brasileira. Cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e São Paulo concentram os maiores eventos, com desfiles de escolas de samba, blocos de rua e shows. Os hotéis, por exemplo, costumam atingir ocupação máxima durante esse período, com turistas dispostos a pagar valores elevados para viver a experiência carnavalesca.
No entanto, a movimentação econômica não se restringe aos grandes centros urbanos. Em cidades menores, festas locais também impulsionam negócios, gerando renda para trabalhadores informais, como ambulantes e motoristas de aplicativo. Além disso, o Carnaval também tem impactos culturais, sendo uma das maiores manifestações da identidade brasileira.
Datas religiosas e reflexivas no primeiro semestre
Após a euforia do Carnaval, o Brasil vivencia o período da Semana Santa, com a Sexta-feira Santa em 18 de abril e o domingo de Páscoa em 20 de abril. Essa época, marcada pela religiosidade, é uma oportunidade de renovação espiritual para muitos. A troca de ovos de chocolate, missas especiais e encontros familiares fazem parte das tradições dessa celebração.
Outro feriado importante no primeiro semestre é o Dia de Tiradentes, comemorado em 21 de abril, uma segunda-feira. A data homenageia Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes, um dos líderes da Inconfidência Mineira, movimento que lutou pela independência do Brasil. Este dia é ideal para reflexões sobre liberdade e cidadania, além de proporcionar um descanso prolongado.
O papel histórico do Dia do Trabalho
Em 1º de maio, o Dia do Trabalho, celebrado em uma quinta-feira, destaca-se como um momento de reconhecimento aos trabalhadores brasileiros. Além do descanso, essa data serve para relembrar as conquistas e lutas por melhores condições de trabalho. Eventos como palestras, manifestações e campanhas de conscientização costumam marcar o dia, reforçando sua relevância histórica e social.
Feriados históricos e religiosos no segundo semestre
A segunda metade do ano também reserva feriados importantes. O Dia da Independência, em 7 de setembro, é um marco de patriotismo. Apesar de cair em um domingo em 2025, a data continua sendo relevante para reflexões sobre a construção da identidade nacional e os valores democráticos.
Outro destaque é o feriado de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro, também um domingo. A data, que homenageia a padroeira do Brasil, é marcada por celebrações religiosas, missas e procissões, atraindo fiéis de todas as partes do país. Além disso, a data coincide com o Dia das Crianças, tornando-se um momento especial para as famílias.
Os últimos meses e as festividades de fim de ano
Em dezembro, as festividades se intensificam. A Véspera de Natal, em 24 de dezembro, e o Natal, no dia 25, uma quinta-feira, são momentos dedicados à celebração religiosa e à união familiar. Já a Véspera de Ano Novo, em 31 de dezembro, é marcada por festas e rituais, como queima de fogos e oferendas nas praias, encerrando o ano com entusiasmo.
Planejamento estratégico para os feriados prolongados
Aproveitar os feriados de 2025 exige planejamento. Reservas antecipadas para viagens, organização de roteiros turísticos e compra de passagens com antecedência são essenciais para evitar imprevistos. Além disso, empresas e trabalhadores precisam estar atentos ao calendário para alinhar folgas e compromissos profissionais de forma eficiente.
Lista dos principais feriados de 2025
- Confraternização Universal: 1º de janeiro (quarta-feira).
- Carnaval: 3 e 4 de março (segunda e terça-feira).
- Páscoa: 20 de abril (domingo).
- Dia de Tiradentes: 21 de abril (segunda-feira).
- Dia do Trabalho: 1º de maio (quinta-feira).
- Independência do Brasil: 7 de setembro (domingo).
- Nossa Senhora Aparecida: 12 de outubro (domingo).
- Natal: 25 de dezembro (quinta-feira).
Impacto econômico dos feriados
Os feriados de 2025 têm potencial para movimentar significativamente a economia brasileira, especialmente em setores como turismo e comércio. Além disso, datas como o Natal e o Carnaval geram oportunidades de emprego temporário, contribuindo para a geração de renda e movimentação do mercado.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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