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De batidas às cédulas: o que as letras de rap político nos dizem | Música
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2 anos atrásem
Qual o papel do hip-hop no ativismo?
A partir da década de 1980, o hip-hop permitiu que as vozes marginalizadas invadissem o mainstream.
A garota da música (cocaína) que é a sua vida, lançada muito curta em 1985, explora a realidade corajosa de uma mulher entrincheirada na cultura de rua, examinando suas lutas diárias, decisões difíceis e as inevitáveis repercussões de seu estilo de vida escolhido.
Desde os treze anos, o que eu vi
Uma loteria de cabeças de base da Coca -Cola reta
Cheirando, bufando, essa é a vida
Mas tudo acabou quando você bate naquele tubo
“Nós (a comunidade negra na América) estávamos recebendo essas narrativas em primeira pessoa de vozes que não estavam no mainstream. As vozes dos inéditos estavam falando através do rap. Em vez de tumultos, eles agora tinham uma plataforma para se expressar”, explicou Arnold.
Em 1987, o grupo de rap do Hip-Hop de Nova York, Public Enemy, conhecido por levantar questões políticas, manipulação da mídia e racismo sistêmico em suas letras, lançou seu álbum de estréia, Yo! Bum Rush o show. O álbum subsequente do grupo, é preciso uma nação de milhões para nos impedir (1988) estabeleceu seu legado tanto na conquista musical quanto na defesa social.
Em Compton, Califórnia, NWA (Niggaz com uma atitude), lançamento de F ** K The Police, que apareceu em seu álbum de 1988, Straight Outta Compton, abordou questões sistêmicas de brutalidade policial e perfil racial.
F-k a polícia vindo diretamente do underground
Um jovem mano ficou ruim porque eu sou marrom
E não a outra cor, então a polícia pensa
Eles têm autoridade para matar uma minoria
A letra provocou indignação generalizada entre os conservadores, culminando no FBI enviando uma carta formal de condenação à gravadora da NWA sobre a percepção da mensagem anti-lei da música.
Até rappers não políticos começaram a incorporar mensagens políticas em suas músicas, disse Arnold, demonstrando como o discurso político havia permeado a cultura do hip-hop. Essa influência foi tão difundida que artistas sem postura ideológica explícita se envolvendo com temas políticos.
“Existem apenas alguns artistas e grupos que são ideólogos políticos. Todo o resto é um comentário político ocasional”, disse Arnold. “Em termos de ideologia política, você tem um inimigo público, Paris, o golpe, talvez a Boogie Down Productions, no final dos anos 80, início dos anos 90. No início dos anos 2000, você tem uma técnica política e imortal. Substitua, em cima disso, você tem um cubo de gelo que desenvolve uma consciência que é evidente em seu primeiro e segundo álbuns de solos, mas depois os álbuns, mas os álbuns de cubo, mas também os álbuns, mas os álbuns de cubos de gelo, que são de um segundo álbum.
Quais incidentes importantes inspiraram letras políticas de hip-hop?
Uma foi a absolvição de 1991 de quatro policiais brancos de Los Angeles que haviam sido gravados gravemente derrotando Rodney King, um homem negro. O veredicto levou a tumultos de seis dias em Los Angeles, resultando em mais de 60 mortes, 12.000 prisões e quase US $ 1 bilhão em danos à propriedade. O incidente inspirou o Ice Cube a escrever a música que tivemos que rasgar este Mothaf ** A Up, que foi lançado em seu álbum de 1992, The Predator:
Não é culpado, o imundo, os demônios tentaram me matar
Quando as notícias chegarem ao capô, o ni ** como será
Mais quente que pimenta de pimenta de pimenta, xixi, busto
Kickin Up Dust é uma obrigação
Seu ex -companheiro de rap da NWA, Dr. Dre, também divulgou uma resposta aos tumultos de Los Angeles em seu álbum de 1992, The Chronic, The Day the Nig ** AZ assumiu o controle:
Eu não estou fora para a paz e mi não Rodney King
De Gun vai clicar, Mi Gun Goes Bang
Dem Riot em Compton e Dem Riot em Long Beach
Dem Riot em La porque dem não quero ver
Niggas começam a saquear e a polícia começa a atirar
A primeira linha rejeita explicitamente exige paz e expressa as frustrações da comunidade negra. O próprio King tomou um tom mais conciliador durante uma entrevista coletiva em 1º de maio de 1992, durante os tumultos. Na esperança de reprimir a violência, ele afirmou: “Não podemos todos nos dar bem?”
“A brutalidade da polícia é um tema. Não é apenas uma coisa, não é apenas: oh, Rodney King foi espancado. Todas essas pessoas foram espancadas. Eles ainda estão sendo espancados. E não terminou em 1992”, disse Arnold.
Outro incidente que inspirou as letras foi o tiroteio fatal de Trayvon Martin de George Zimmerman, um voluntário de relógio de bairro em Sanford, Flórida, em fevereiro de 2012. No ano seguinte, Zimmerman foi absolvido.
O tiroteio acendeu a indignação nacional, levantando intensas discussões sobre perfis raciais, legislação sobre controle de armas e a controversa lei “Stand Your Ground” da Flórida.
O rapper de hip-hop Plies, que co-fundou a gravadora independente Big Gates Records, lançada We Are Trayvon em 2012, promovendo a Fundação Trayvon Martin iniciada pelos pais de Trayvon com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a violência armada.
Eu nunca pensei que não vestisse capuz, poderia custar sua vida
E eu nunca pensei que você poderia apenas matar alguém e sair na mesma noite. (mesma noite)
Todo cachorro que você vê aquele latido, não significa que ele morda
E tudo o que é negro não é mesmo, tudo o que é puro não é branco
Em 2014, Laquan McDonald, de 17 anos, foi morto a tiros pelo policial de Chicago, Jason Van Dyke. Mais tarde, surgiram filmagens de camas policiais, revelando que McDonald estava se afastando de Van Dyke quando o policial disparou 16 tiros no adolescente. A retenção desta evidência em vídeo desencadeou grandes demonstrações e protestos públicos.
Dois anos após o incidente, o rapper Vic Mensa lançou 16 chutes:
Ele nunca teve uma chance, e todos sabemos que é porque ele preto
Filmou em dezesseis vezes, quão fodido é isso?
Agora, o superintendente da polícia quer dobrar de volta
Policiais acelerando até o bloco como um correr de volta
O policial Van Dyke foi considerado culpado de assassinato em segundo grau e 16 acusações de bateria agravada em 2018, mas foi libertado em 2022 depois de cumprir três anos de sua sentença.
Em 2015, Sandra Bland, uma mulher afro-americana de 28 anos, foi parada pela polícia em Prairie View, Texas. O que começou como uma parada de trânsito de rotina por não sinalizar uma mudança de faixa rapidamente entrou em um confronto que resultou em sua prisão por acusações de supostamente agredir um policial.
Três dias depois, as autoridades descobriram seu corpo sem vida em sua cela na prisão de Waller County. Embora as autoridades tenham determinado que ela morreu por suicídio através do enforcamento, sua morte provocaria controvérsia nacional.
Ao longo dos anos, vários artistas escreveram músicas de protesto sobre o incidente, incluindo a cantora americana Janelle Monae, com o nome dela em 2015, uma música de 17 minutos listando nomes de mulheres negras que perderam a vida devido à violência racial ou em encontros com a aplicação da lei.
O rapper Joyner Lucas escreveu no trabalho de Devil em 2019:
Não há justiça para Sandra Bland, nós como o ventilador de teto
Senhor, se você ouvir, estou apenas procurando uma mão a mão
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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