NOSSAS REDES

ACRE

De Charli xcx a Chat Pile: álbuns favoritos dos leitores do Guardian de 2024 | Música

PUBLICADO

em

Guardian readers

Pilha de bate-papo – Mundo legal

Muitas vezes me sinto sobrecarregado com o esforço que algumas pessoas chegam para literalmente ver o mundo queimar. A pilha de bate-papo parece entender isso. Cool World demonstra a raiva que todos deveríamos sentir por aqueles cuja ganância prejudica a existência humana. É aula. Rob, 28, Newcastle

Bashy – Ser pobre é caro

É difícil descrever o impacto emocional que este álbum teve, ou o seu alcance intelectual, mas vou tentar. Começa com The London Borough of Brent, uma peça verdadeiramente impressionante, 15 anos depois de seu último álbum. Quem teria pensado que um mergulho psicogeográfico profundo (“em qualquer lugar de Kilburn a Edgware, em qualquer lugar de Kensal Green a Wembley, em qualquer lugar de Stonebridge a Camden”) contrastasse com a realidade da resistência fiscal (“Tenho que pagar impostos, pagamento devido, apenas para ver um milhão você precisa ganhar dois”) poderia ser tão emocionante? Desde a amostragem de sua própria avó em Made in Britain até a revelação de como o racismo estrutural rouba a inocência e a infância dos meninos negros em Como os homens negros perdem o sorriso, Bashy atrai o ouvinte em mais de 38 minutos, apresentando seus argumentos com habilidade e clareza moral.
Ben Diamond, Londres

Baía Magdalena – Disco Imaginal

Lindos vocais… Mica Tenenbaum de Magdalena Bay se apresentando em Londres. Fotografia: Sonja Horsman

Um dos melhores álbuns pop que já ouvi. Produção impecável e composições incríveis. O álbum flui perfeitamente e atinge altos níveis emocionais poderosos. Você pode ouvir a influência do rock progressivo, assim como Abba, Radiohead e Grimes. Meu favorito pessoal é Angel on a Satellite. Tem uma linda melodia de piano e lindos vocais de Mica (Tenenbaum).
Jamie Colclough, 25, Sunderland

Jack White – sem nome

Fiquei de licença maternidade durante a maior parte de 2024 e caminhei bastante. Este álbum e o café ocasional me fizeram dormir muito pouco. Cada música parece um banger: a bateria forte, os refrões intermináveis ​​e as letras inteligentes são verdadeiramente alegres. É Jack White no seu melhor e tudo o que quero no Natal deste ano é o anúncio de uma turnê europeia em 2025 (de preferência algumas noites no icônico Paradiso de Amsterdã!) Amanda Gowland, 43, Amsterdã

Waxahatchee – Sangue de Tigre

É expansivo; é íntimo; é rápido; é lento; tem tudo. Todas as músicas soam iguais, mas não me importo nem um pouco com isso. Eu o tenho repetido desde que foi lançado, e ainda mais frequentemente desde que pude ver a banda ao vivo no Leeds Irish Centre em uma noite quente de julho. Foi um daqueles shows em que parecia que todo mundo que conheci estava lá, e por um bom motivo. Se você ainda não ouviu, comece com Right Back to It (com MJ Lenderman), é perfeito. Júlia, 28, Leeds

Charli xcx – Pirralho

Ela mesma assumidamente… Charli xcx se apresentando no Saturday Night Live. Fotografia: NBC/Will Heath/Getty Images

Brat deve ser meu álbum favorito de 2024. Como alguém que apoia Charli xcx há anos, foi uma lufada de ar fresco finalmente receber um álbum onde ela era assumidamente ela mesma. A resposta ao álbum foi incrível de ver como Brat transcendeu a música para se tornar o momento cultural do ano. Mas no final das contas, pirralho é uma carta de amor de Charli para os fãs que a acompanham há anos para que ela possa alcançar o nível de estrelato que sempre quisemos que ela alcançasse. Noé, 21, Glasgow

Ashe – Willson

Adorei Willson de Ashe este ano. É indie pop com um pouco de country no seu melhor: belas histórias e sons envolventes, tudo embrulhado com vocais celestiais. É uma história sobre não ter escolha a não ser recuar quando você percebe que se perdeu, até encontrá-lo novamente, passo a passo, e reivindicar sua narrativa de volta. Eu senti como se estivesse certo com ela quando ela estava gravando nomes em cerejeiras, incapaz de sair de casa e “dizendo que estava doente pelo resto do ano”, deixando a Califórnia para trás e voltando. Matilde, Edimburgo

Annie Hamilton – Pare e cheire o relâmpago

É uma montanha-russa com músicas animadas, destacando-se por suas batidas dançantes e produção em camadas, combinando muito bem com números mais calmos e introspectivos. Annie está trabalhando fazendo músicas fantásticas e fazendo turnês há cerca de cinco anos. Com os singles deste álbum indicando que ela estava trabalhando com novos sons e explorando novos gêneros, foi interessante ver como soaria como álbum. Ela faz uma combinação de elementos eletrônicos e músicas de indie rock, baladas, etc. Com letras abordando relacionamentos, tristeza, autodescoberta e alegria, é uma jornada bem escrita, de altos e baixos, que reflete a vida e o sempre- mundo em mudança em que vivemos. Ben Crewe, 28, Lille, França

Jamie xx – Em Ondas

Uma obra de pura genialidade. Acredito que ele tentou capturar a essência das pistas de dança e fez isso muito bem. Daffodil me lembra um dia de verão de 1976; pura vibração de Isley Bros ali mesmo. Da abertura eufórica dos samples clássicos ao encanto poético de All You Children; tão perfeito ter os Avalanches lá. Mas a faixa que mais se destaca para mim é Life, e esse álbum está me dando VIDA! Sue Cattanach, 64, Brighton

pular a promoção do boletim informativo

Halsey – A Grande Imitadora

É um dos meus favoritos porque é um álbum sonoramente diverso e, embora eu muitas vezes prefira músicas mais pesadas, o lirismo de Halsey sempre me cativou. Explora doenças crônicas, vida e morte de uma forma comovente, mas não tanto a ponto de ser angustiante ouvi-lo continuamente. Embora minhas músicas favoritas do álbum sejam as faixas bônus por sua natureza mais edificante. Eloise, 24, Norfolk

Tyler, o Criador – Cromakopia

Cheio de introspecção… Tyler, o Criador se apresentando no Coachella. Fotografia: Valérie Macon/AFP/Getty Images

Uma mistura perfeita de pop, rap e hip-hop. Este álbum é cheio de introspecção e medo. Em Like Him, Tyler reflete sobre nunca ter conhecido seu pai e como isso o afetou. Outra faixa que demonstra seu puro poder vocal é Darling, I. Desde o momento em que a ouvi pela primeira vez, eu sabia que ficaria encantado, e a música Noid está cheia de temores por sua segurança e pela segurança de seus amigos. Oliver, Irlanda

Rei Moela e o Mago Lagarto – Voo b741

De alguma forma, parece a música dos anos 70 que cresci ouvindo com meu pai. É um disco ao mesmo tempo agradável e ruim com sua música e letras. Como as coisas têm estado tão estranhas no mundo recentemente, tenho ouvido esse álbum ainda mais do que o normal. Sinto que o voo b741, de alguma forma, abrange toda a ansiedade sobre o estado das coisas e oferece uma fuga dela. Isabel, 19, Texas, EUA

James – Que delícia

Eufórico e hino, capta a alegria e a maravilha da vida ao mesmo tempo que aborda questões actuais como a nossa dependência tecnológica, a crise climática e as teorias da conspiração. Um merecido primeiro álbum número 1 depois de 40 anos.
Sam Armitage, País de Gales

Fontes DC – Romance

Eu mantive minhas expectativas para o quarto álbum de Fontaines modestas (como eles poderiam melhorar em relação ao Skinty Fia de 2022?) E percebi que fui um tolo por isso antes mesmo de o álbum completo ser lançado. O primeiro single, Starburster, tornou-se um grampo na minha playlist de corrida antes daquele primeiro, respirando de forma perturbadora um minuto e meio depois. Fontaines fica sexy, mal-humorado, irritado e divertido em Romance. A faixa de abertura, que dá nome ao álbum, é sombria e pesada e faz com que o conceito de romance pareça convidativo e ameaçador – que verdade! Temos uma música sobre um caso de amor com um maquiador no Carnegie Hall, bem como uma faixa suave e lenta inspirada em Ulisses, de James Joyce. É o álbum perfeito para uma longa caminhada em um dia chuvoso. A mais próxima, Favorita, tem o nome apropriado: uma música de rock onírica que pode fazer você se sentir feliz e triste ao mesmo tempo – meu tipo favorito. Grainne Downey, Vancouver, Canadá



Leia Mais: The Guardian

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS