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de coringa a líder incontestável no Flamengo e na Seleção Brasileira em 2024
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Gerson Santos da Silva, o “Coringa”, alcançou um novo patamar em sua carreira em 2024, solidificando sua posição tanto no Flamengo quanto na Seleção Brasileira. Desde o início do ano, o jogador de 27 anos teve um desempenho notável, coroado pela conquista da Copa do Brasil com o Flamengo, onde sua liderança se destacou ao ser nomeado capitão. Além disso, Gerson superou desafios pessoais significativos, como problemas de saúde que exigiram uma recuperação rápida e focada para manter-se ativo no futebol.
No Flamengo, Gerson se tornou uma peça fundamental, liderando o elenco com firmeza e consistência. Ao mesmo tempo, conquistou espaço na Seleção Brasileira, onde se estabeleceu como titular sob o comando de Dorival Júnior. Sua trajetória em 2024 reflete determinação, versatilidade e capacidade de adaptação, qualidades que o transformaram em um dos jogadores mais influentes e respeitados do futebol brasileiro.
Ascensão de Gerson no Flamengo e o título da Copa do Brasil
A temporada de 2024 foi decisiva para o meio-campista, que assumiu a braçadeira de capitão no Flamengo. Com essa responsabilidade, ele foi crucial na trajetória do clube rumo ao título da Copa do Brasil. No segundo semestre, o Flamengo enfrentou o Atlético Mineiro na final da competição, com o jogo de ida em Belo Horizonte e o jogo de volta no Maracanã. Gerson liderou a equipe com excelência, e o time carioca sagrou-se campeão com um placar agregado de 4 a 1.
A influência de Gerson no Flamengo vai além de sua habilidade com a bola. Em uma equipe cheia de talentos, ele soube se destacar por sua liderança e capacidade de motivar os companheiros. Em uma partida decisiva das semifinais contra o Corinthians, o time enfrentou uma situação complicada com a expulsão de Bruno Henrique. Mesmo com um jogador a menos, o Flamengo conseguiu manter a vantagem e seguir para a final, em parte pela postura determinada e pela presença estratégica de Gerson no meio-campo.
Desempenho e estatísticas na temporada de 2024
Os números de Gerson ao longo da temporada reforçam seu impacto no Flamengo. Em 2024, ele participou de 49 partidas, nas quais marcou quatro gols e distribuiu sete assistências. Além de contribuir para o setor ofensivo, Gerson destacou-se como um dos principais responsáveis pela organização defensiva da equipe, sendo essencial na transição e cobertura do sistema defensivo, o que permitiu ao Flamengo manter o domínio em jogos difíceis.
Com suas atuações, ele foi reconhecido como um dos melhores jogadores do campeonato, sendo selecionado para a equipe ideal da Copa do Brasil. Entre os oito jogadores do Flamengo incluídos nessa seleção, Gerson se destacou pela versatilidade e pela capacidade de influenciar diretamente o ritmo do jogo, combinando habilidade e inteligência tática para superar adversários e criar oportunidades de gol.
Superação de desafios pessoais e retorno ao futebol
No começo do ano, Gerson precisou lidar com um problema de saúde inesperado. Uma infecção renal grave o afastou dos gramados temporariamente e exigiu cirurgia. Durante o processo de recuperação, o jogador demonstrou resiliência e determinação para voltar a jogar. Sua recuperação foi rápida e surpreendente, e ele logo retornou ao campo, retomando o papel de protagonista no Flamengo e ganhando confiança para atuar pela Seleção Brasileira.
Esse episódio marcou um ponto de virada na temporada de Gerson, que encarou a situação como uma motivação adicional para continuar sua trajetória no futebol. Sua superação foi um exemplo de dedicação e foco, inspirando companheiros de equipe e torcedores. Além disso, sua recuperação o preparou mental e fisicamente para desafios ainda maiores, especialmente ao conquistar uma vaga na Seleção Brasileira e se consolidar como uma peça essencial na equipe nacional.
Consolidação de Gerson na Seleção Brasileira
Após superar problemas de saúde, Gerson consolidou-se como titular na Seleção Brasileira, sob o comando de Dorival Júnior. Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, ele participou de jogos importantes, mostrando capacidade de liderança e domínio do meio-campo. Em uma partida contra o Peru, que terminou em uma expressiva vitória de 4 a 0 para o Brasil, Gerson destacou-se ao controlar o ritmo do jogo e contribuir para a construção das jogadas ofensivas da equipe.
A atuação de Gerson na Seleção reafirmou seu status como um dos principais meio-campistas do futebol brasileiro, com influência direta nos resultados da equipe. Sua habilidade em transitar entre o ataque e a defesa, associada à visão de jogo, permitiu que ele se destacasse como um jogador completo e confiável para os desafios das Eliminatórias. Dorival Júnior encontrou em Gerson um meio-campista com o equilíbrio necessário para manter o Brasil competitivo e ofensivo nos jogos das Eliminatórias.
Características e qualidades de Gerson no campo
A performance de Gerson é marcada por algumas qualidades fundamentais, que o tornaram indispensável para o Flamengo e a Seleção Brasileira. Entre essas características, destacam-se:
- Versatilidade: Gerson atua em várias posições do meio-campo, adaptando-se às necessidades táticas da equipe.
- Liderança: Sua habilidade de comandar o time em campo é evidente, especialmente nas situações de pressão e decisão.
- Técnica apurada: Com controle de bola e visão de jogo, ele contribui tanto para a defesa quanto para o ataque.
- Resiliência: Mesmo diante de problemas de saúde, Gerson mostrou determinação para voltar e se destacar.
- Capacidade física: Ele combina força e resistência, permitindo-lhe manter o ritmo durante toda a partida.
- Inteligência tática: Sua leitura de jogo é um diferencial, essencial para auxiliar na organização do time.
- Consistência: Mantém uma performance sólida e confiável ao longo da temporada.
A influência de Gerson no elenco e a relação com os companheiros
Como capitão, Gerson desempenhou um papel fundamental na dinâmica do elenco do Flamengo. Sua postura de liderança foi especialmente importante em momentos de adversidade, como nos jogos mais decisivos da Copa do Brasil. Com seu estilo de jogo intenso e comprometido, ele serve como exemplo para os jogadores mais jovens, que veem nele uma referência de dedicação e profissionalismo.
Essa influência foi crucial para manter a coesão do grupo e a confiança do time durante a temporada. Ao motivar e apoiar seus colegas, Gerson criou um ambiente de solidariedade e unidade, reforçando o comprometimento coletivo e elevando o desempenho do Flamengo como um todo. Além disso, sua experiência e maturidade ajudaram a equilibrar a equipe em jogos com grande pressão, contribuindo para o sucesso do clube nos torneios nacionais.
Perspectivas para a carreira de Gerson no futebol brasileiro
Com apenas 27 anos, Gerson ainda tem muitos anos de carreira pela frente. Suas atuações no Flamengo e na Seleção Brasileira em 2024 indicam um caminho promissor, com potencial para novas conquistas e reconhecimento. A fase atual de Gerson reflete o auge de sua forma física e técnica, o que aumenta as expectativas sobre seu futuro no futebol nacional e internacional.
Ele continua sendo um dos principais candidatos a manter-se na equipe titular da Seleção Brasileira para as competições futuras, incluindo a Copa do Mundo de 2026. Além disso, sua trajetória como capitão no Flamengo e suas conquistas no clube têm potencial para consolidar seu legado como um dos maiores meio-campistas do futebol brasileiro, criando um impacto duradouro nas próximas gerações de jogadores.
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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