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De gata borralheira, alvo de bullying na escola, a cinderela; história da atriz Mariana Sena

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Aos 60 anos, esse idoso ficou mais de quatro décadas sem estudar, mas fez vestibular para matemática e foi aprovado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), claro, que a família fez muita festa para comemorar!. Foto: @danibarbosaif

A Glorinha em “Garota do momento” tem uma garra muito parecida com a da artista que dá vida à personagem. A história de vida da atriz Mariana Sena lembra a da gata borralheira, que sofreu bullying, e vira cinderela, conquistando o respeito nacional.

Mariana conta que era a última da “lista das mais bonitas” na época da escola e que sofreu com ataques de colegas. Mas que “passou uma borracha nessa fase” e agora só quer “vibrar positivamente”.

Aos 29 anos, a atriz diz que é do tipo que olha para atrás apenas para aprender e não para se lamentar. Segundo ela, vive um momento de plenitude: uma personagem apaixonante e a maternidade com Ayomi, de 1 ano,  da sua relação com o ator Elzio Vieira.

Bullying na escola

Em casa, com os pais, Mariana aprendeu a ter consciência racial e orgulho de ser preta. Apesar dessa força, não conseguia escapar das brincadeiras de mau gosto no colégio. Quando faziam a listinha das meninas mais bonitas, eu era sempre a citada como a mais feia. Não me identificavam com uma pessoa bonita nem inteligente.”

Segundo a atriz, um dia chegou em casa chorando, depois de um menino rir dela e chama-la de “neguinha” “Minha mãe falou: ‘Mas eu não te ensinei que você é mesmo? Então por que está chorando? Vai chegar amanhã e responder para ele: ‘Sou sim. Qual o problema?’”.

Mariana afirmou que o empoderamento dela começou justamente com o cabelo, com o reconhecimento dele como é, sem químicos nem disfarces. Vivi um processo de quase apagamento, mas sinto que cada dia mais sou uma mulher empoderada. É importante a Glorinha ter esse discurso na novela. Ainda assim, recebo mensagens nas redes sociais falando que tenho “cabelo de vassoura”.

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Orgulho e satisfação

Mariana se diz muito orgulhosa e satisfeita com a personagem Glorinha, dona de uma retidão de caráter que leva às últimas consequências, amiga leal e extremamente determinada.

“É superdestemida. Ao mesmo tempo, é completamente frágil e sensível. Precisou sobreviver numa realidade muito dura. Por isso, é tão reservada. Nisso, eu me identifico com ela, sou tímida”, disse à atriz ao Extra.

Mariana se considera uma privilegiada por não ter tido dificuldades financeiras nem enfrentado desafios que a colocaram em situação de fome ou perigo. “Não sofri dificuldades, muito pelo contrário. Meus pais batalharam para que meus irmãos e eu pudéssemos usufruir dos frutos do trabalho deles.”

A história de Mariana Sena, de 29 anos, agora inclui Ayumi, a filha, de pouco mais de 12 meses: momento de plenitude. Foto: @marianasena A história de vida da atriz Mariana Sena, de 29 anos, agora inclui Ayumi, a filha, de pouco mais de 12 meses: momento de plenitude. Foto: @marianasena



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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.

Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.

A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”

Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.

Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.

A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.

Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.



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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre

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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre

O grupo de pesquisa Elos: Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional, da Ufac, realiza o minicurso Escrita Científica em 12 de fevereiro, em local ainda a ser definido. A ação visa proporcionar uma introdução aos fundamentos da produção acadêmica. A carga horária do minicurso é de duas horas e os participantes receberão certificado. As inscrições estão disponíveis online.

Serão ofertadas duas turmas no mesmo dia: turma A, às 13h30, e turma B, às 17h20. A atividade é coordenada pela professora Graziela Gomes, do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas.

A metodologia inclui exposição teórica e atividades práticas orientadas. A atividade abordará técnicas de citação, paráfrase, organização textual e ética na escrita científica, contribuindo para a redução de dificuldades recorrentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e para a prevenção do plágio não intencional.

 

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.

A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.

A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.

 



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