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Decidir ler um livro por semana foi a melhor resolução de ano novo que já tomei | Katie Cunningham
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1 ano atrásem
Katie Cunningham
EUSempre fui um leitor. Na escola primária, eu rasgava cerca de 60 livros em um mês, quando o Read-A-Thon anual acontecia (eram principalmente livros do Babysitters Club, mas ainda assim). Então, quando adolescente, descobri a beleza tranquila que pode ser encontrada em grandes romances, consolando-me nessas páginas enquanto os hormônios e o ensino médio tornavam o mundo real horrível.
Aos 20 anos, porém, meu ritmo começou a oscilar. Eu ainda estava lendo 15 ou 20 livros por ano, mas de forma menos consistente. Em parte, isso aconteceu porque eu precisava arranjar tempo para um novo e excitante hobby chamado consumo excessivo de álcool. Mas também fiquei cada vez mais distraído com o poço sem fundo que era o meu iPhone. Sempre acontecia da mesma maneira: eu ia lendo até encontrar um livro que simplesmente não era tão interessante. Eu gradualmente parava de procurá-lo à noite, à medida que a rolagem do apocalipse no Reddit se tornava uma perspectiva mais atraente, então eu olhava para cima e percebia que já fazia um mês desde que virei uma página.
E assim, nos últimos dias de 2018, fiz a única resolução de ano novo que consegui cumprir com sucesso: prometi começar a ler um livro por semana. Eu estava prestes a completar 30 anos e parecia uma coisa boa e adulta de se fazer.
Para que isso acontecesse, algumas coisas tiveram que mudar. Para quebrar meu mau hábito de voltar a pegar o telefone, tive que implementar uma política de crueldade. Se eu não estava gostando de um livro, jogava-o de lado rapidamente e pegava outra coisa.
A próxima tática veio da necessidade financeira, mas acabou sendo uma virada de jogo. Muito falido naquele momento da minha vida para comprar 52 livros novos, entrei na biblioteca e comecei a reservar qualquer coisa que parecesse boa com total abandono. Mas eu não conseguia controlar quando essas reservas chegavam – às vezes eu pedia um livro e o recebia no dia seguinte. Em outras, eu me juntava a uma longa fila de leitores disputando o mesmo novo lançamento e ficava surpreso, um ou dois meses depois, quando ele finalmente estava pronto para ser lançado. Então me vi com uma pilha cada vez maior de livros da biblioteca ao lado da minha cama, cada um com entrega em três semanas, obrigando-me a tentar acompanhar.
Tirar meus livros da biblioteca também tornou mais fácil descartar aqueles que eu não estava gostando. Quando você paga US$ 34,99 por um romance, há uma espécie de imperativo financeiro para terminá-lo e fazer com que seu dinheiro valha a pena. Pegá-los emprestados removeu essa culpa e me permitiu abandonar os insucessos sem remorso.
Por último, tornei-me responsável. Hoje, postar qualquer coisa nas redes sociais me deixa imediatamente envergonhado. Mas na época eu não tive tais escrúpulos e anunciei minha resolução aos meus seguidores do Instagram, depois comecei a postar uma breve resenha do livro de cada semana à medida que os terminava.
Reservar um tempo para ler foi a parte mais fácil. Eu me enroscava na cama com um livro por 30 minutos antes de dormir todas as noites – primeiro guardando meu telefone e fora do alcance – e depois por mais uma ou duas horas nas manhãs de sábado. Foi isso.
Funcionou. Li 52 livros naquele ano e mantive o hábito nos anos seguintes, com a rotina agora firmemente estabelecida. Hoje em dia, meu número anual sobe e desce com base na espessura dos livros que procuro, mas geralmente chega a algo em torno de 50. É certo que no ano passado consegui apenas 41 – recentemente conheci meu parceiro e sacrifiquei parte daquele sábado tempo de leitura para sua empresa. Parecia uma troca justa pelo amor verdadeiro.
Quase seis anos depois da resolução inicial, algumas coisas mudaram, enquanto outras permaneceram iguais. Tornou-se mais difícil encontrar livros verdadeiramente excelentes, à medida que eu vasculhava muitos dos maiores sucessos daqueles primeiros anos. Agora leio a maior parte das minhas leituras em um leitor de e-books, que tem a vantagem de me permitir ler no escuro enquanto meu namorado dorme. Mas ainda deixo de lado impiedosamente os livros que me aborrecem. Comecei e abandonei mais 47 livros desde 2019, alguns depois de apenas algumas páginas, outros na metade – seja qual for o momento em que percebi que não estava gostando. Vivo de acordo com uma regra simples: se não me sinto animado para pular na cama todas as noites e ler meu livro, passo para o próximo. Meu horário de leitura noturno se tornou minha parte favorita de todos os dias e não quero desperdiçá-lo tentando avançar em algo no meio.
Provavelmente também há uma lição a ser aprendida aqui, sobre que tipo de resoluções permanecem. O meu era limitado no tempo e claramente definido, em vez de uma promessa vaga de “perder peso” ou “gastar menos”. E não foi um castigo, mas uma forma de enriquecimento, uma mudança de vida que me entusiasmava em vez de suportar. Ainda não consegui tomar outra resolução como esta – mas estou feliz em compartilhar a fórmula.
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
27 de janeiro de 2026O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.
A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.
“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.
A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.
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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano
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2 semanas atrásem
20 de janeiro de 2026Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025
Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.
De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.
Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.
Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025
O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções
No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.
Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:
- ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
- quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.
No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.
Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo
O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.
É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.
Um ano que já começa “com cara de planejamento”
Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.
No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.
Rio Branco também entra no compasso de 2026
Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.
Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).
Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC
Por que isso importa
O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.
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