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Democratic Party has some soul-searching to do
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The Democrats tend to appeal to issues of the head (common-sense legislation) and heart (compassionate immigration, universal health care, civil rights). The Republicans appeal to issues of the gut (safety, security, pocketbook). Out of fear, the gut reigns.
Most Americans seem to be more fearful of losing their country — their “American way of life” — than the Democrats had probably expected. It seems that that fear has trumped, if you will, the hope and possibility of what we could be as a nation. Democrats maybe need to start listening and addressing these issues more effectively.
Harvy Simkovits
Lexington
Working class’s anti-establishment sentiment carried the day
As the Democrats begin to unpack what happened in their loss to Donald Trump Tuesday, I would hope they consider their miscalculation of the depth of anti-establishment feeling among the US working class.
About 60 percent of Americans live paycheck to paycheck. People are angry at the system for their economic pain. The Kamala Harris campaign prioritized moving to the center and reaching out to Republicans in an effort to expand its base. Harris often described herself as “a capitalist” who would reach across the aisle to work with Republicans. There was little focus on the fact that we are living at a time of the greatest income and wealth inequality in this country since the 1920s. There seemed to be a concerted effort to de-emphasize the class divide.
Trump was good at finding an enemy for working folks’ economic woes — namely immigrants. While he’s completely wrong and disingenuous, his demonization of “migrants” worked.
The American people wanted more “I’m going to go after the people who are causing so much pain” rather than “Let’s all work together.” Trump understood that; Harris, not so much.
Philip Fiermonte
Venice, Fla.
The writer retired in 2017 as a longtime aide to US Senator Bernie Sanders of Vermont, including as his state director.
Party should take a hard look at its platform and how it picks its candidates
I said this in 2016, after Donald Trump was elected the first time, and it bears repeating: The Democratic Party needs to take a long, hard look at itself and especially at how it picks candidates.
It seems that the Democrats pick people because it’s “their turn.” If that’s why they (successfully) put Joe Biden up in 2020, then, because of his age, it should have been stipulated from the beginning that his would be a one-term presidency.
The Democrats need to take a close look at the party platform and policies and who best represents the party, especially the next generation of leaders.
As I read in a commentary this week, ”it was the economy, stupid.” And it was immigration. The Democrats need to go back to their roots. Theirs was the party of the working people, not the elites. Time to sit at people’s kitchen tables and listen.
Sue Hoy
Taunton
Harris embraced fracking and lost the upper hand on climate fight
Early in Vice President Kamala Harris’s compressed campaign for president, she reversed a position she took as a candidate in 2019 and said she was pro-fracking. While this was an obvious attempt to appeal to the voters of Pennsylvania, a critical swing state, the decision was a strategic mistake of grand proportions because it shut down her ability to run on climate change. Donald Trump was able to freely discuss his plans to leave the Paris agreement, halt advances in renewable energy, and increase fossil fuel use. Harris remained virtually silent with one hand tied behind her back.
Of course, that isn’t the only reason she lost the race, but it was a major contributor.
In another four years the climate crisis will be much worse. There’s a chance — hopefully — that the Democrats will finally wake up, realize the magnitude of the crisis, and start making it a major campaign issue. Aside from its being perhaps the Republicans’ greatest vulnerability, it’s also the only sane thing to do.
Mike Dean
Marshfield
Now there’s work to do and a fight to wage
Like many people who are disappointed in the results of the election, I’m struggling to find motivation for action in the wake of what feels like a crushing defeat. But I just looked again at the list of Project 2025 policies and began to think deeper about how they would hurt my communities and those I love. I think our mission, our goal, should be to stop as many of these policies as possible from becoming a reality. Organize, communicate how they will hurt your loved ones, donate to groups fighting these policies, volunteer with these organizations, do anything.
Tim Cronin
Weymouth
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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