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Demokraatit vence a eleição parlamentar da Groenlândia – DW – 12/03/2025

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Demokraatit vence a eleição parlamentar da Groenlândia - DW - 12/03/2025

Com a maioria dos votos contados, o Partido Demokraatit da oposição é considerado o vencedor das eleições da Groenlândia, recebendo quase 30% dos votos.

O mundo tomou um aviso incomum de terça -feira Eleição parlamentar Depois dos EUA, o presidente Donald Trump disse que queria assumir o controle da ilha do Ártico.

O Partido Demokraatit, que favorece uma abordagem lenta da independência da Dinamarca, mas não do controle dos EUA, ganhou 29,9% dos votos com mais de 90% das cédulas contadas.

O que acontece a seguir?

Cerca de 40.000 pessoas eram elegíveis para votar nas eleições para o parlamento de 31 lugares da Groenlândia.

Depois que as cédulas foram contadas na capital Nuuk, o Partido Demokraatit, que se descreve como “liberal social” e que também pediu independência, mas a longo prazo, manteve uma liderança que não pode ser espancada, informou a emissora pública KNR.

Os resultados oficiais das eleições na Groenlândia levarão várias semanas para serem certificados pelas autoridades eleitorais.

Embora os cuidados de saúde e a educação fossem questões centrais de campanha, discussões sobre Groenlândia O relacionamento futuro com a Dinamarca dominou a eleição.

A Groenlândia é um território autônomo sob controle dinamarquês, com Copenhague gerenciando seus assuntos externos, defesa e política monetária.

Os apoiadores pró-independência esperam um forte mandato que possa acelerar o caminho da Groenlândia em direção à soberania total.

Groenlanders reagem ao plano de Trump antes da eleição

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Por que essa eleição é importante internacionalmente?

A eleição chamou a atenção global, em parte devido a Trump’s Tentativas em andamento de influenciar o cenário político da ilha.

Durante seu segundo mandato, Trump mais uma vez expressou forte interesse na Groenlândia, declarando sua intenção de obter controle sobre o território do Ártico “de uma maneira ou de outra”.

Seus esforços de última hora E declarações para influenciar a eleição provocaram espanto e rejeição da Groenlanda.

A Groenlândia vem se movendo em direção a uma maior autonomia desde 2009, mas as repetidas reivindicações de Trump criaram incerteza sobre o futuro da ilha.

“Acho que a maioria de nós está assustada desde o novo ano por causa do interesse de (Trump)”, disse Pipaluk Leynge, membro do Parlamento do Partido Novo Ataqatigiit, à agência de notícias da Associated Press.

Donald Trump Jr. conversando com a imprensa durante sua visita à Groenlândia
O filho de Donald Trump, Donald Trump Jr., fez uma visita particular à Groenlândia no início do anoImagem: Email Stach/Ritzau Scanpix/AFP/Getty Images

Pesquisas de opinião sugerem que a maioria dos Groenlanders não apóia a se tornar parte dos Estados Unidos.

Além das preocupações de segurança, os fatores econômicos também podem estar impulsionando o interesse dos EUA na Groenlândia.

Acredita -se que a ilha tenha depósitos valiosos de petróleo, gás, ouro, urânio e zinco, particularmente em suas regiões do sul. À medida que as mudanças climáticas alteram a paisagem ecológica da Groenlândia, esses recursos podem se tornar mais fáceis de extrair, aumentando o significado geopolítico da ilha.

As ambições da Groenlândia de Trump aumentam o foco em minerais

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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