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depôs o presidente Yoon Suk Yeol sob ameaça de mandado de prisão

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Durante um protesto pedindo o impeachment do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, em frente à Prefeitura de Seul, 12 de dezembro de 2024.

Esta é uma medida inédita na Coreia do Sul, que ilustra a grave crise política em que o país caiu. No dia seguinte à terceira recusa do Presidente deposto Yoon Suk Yeol de comparecer para interrogatório, os serviços de investigação afirmaram, segunda-feira, 30 de dezembro, que pediram aos tribunais a emissão de um mandado de detenção contra o homem que tentou em vão impor a lei marcial. .

Os investigadores apresentaram seu pedido a um tribunal de Seul, disseram em comunicado. Desde o fim da ditadura militar em 1987, nunca as forças de segurança sul-coreanas tentaram prender um chefe de Estado em exercício.

Demitido pelo Parlamento em 14 de dezembro, Yoon permanece formalmente no cargo, mesmo estando atualmente suspenso enquanto espera que o Tribunal Constitucional valide ou não a decisão dos deputados, e está proibido de sair do país. É também alvo de uma investigação por “rebelião”, crime punível com a morte, por ter imposto a lei marcial em 3 de dezembro e enviado o exército ao Parlamento para tentar amordaçá-lo, antes de recuar poucas horas depois sob pressão dos deputados. e a rua.

Dezenas de milhares de pessoas nas ruas de Seul

De acordo com a mídia sul-coreana, Yoon, 64 anos, também se recusa a acusar o recebimento da intimação que lhe foi enviada pelo Tribunal Constitucional, que realizou uma primeira audiência sobre seu caso na sexta-feira. A Corte tem seis meses para confirmar ou derrubar o impeachment do presidente. Se ela optar pela primeira solução, uma eleição presidencial deverá ocorrer dentro de dois meses.

Enquanto aguardam que ela tome uma decisão, os deputados demitiram, na sexta-feira, o presidente interino em exercício desde meados de dezembro, o primeiro-ministro Han Duck-soo, a quem acusam de ter tentado obstruir a investigação. O novo chefe de Estado interino, o Ministro das Finanças Choi Sang-mok, prometeu “colocar fim à crise governamental”sem precedentes para a quarta maior economia da Ásia.

Mal no poder, o terceiro líder do país em menos de um mês foi confrontado com o desastre aéreo mais mortífero do país, com a queda de um Jeju Air Boeing durante o pouso no aeroporto de Muanque deixou 179 mortos e dois sobreviventes.

No sábado, dezenas de milhares de pessoas marcharam em Seul em duas manifestações distintas pró e anti-Yoon. Os seus detractores e a oposição, a maioria no Parlamento, pedem a sua prisão imediata, encorajados pelas revelações sobre o golpe feitas pelo presidente, ele próprio um antigo procurador.

Lei marcial discutida desde março

O relatório de acusação do ex-ministro da Defesa Kim Yong-hyun, visto como a pessoa que pressionou o presidente a impor a lei marcial, afirma que Yoon autorizou o exército a abrir fogo para entrar no Parlamento.

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“Você ainda não entrou?” O que você está fazendo ? Quebre a porta e tire-os de lá, mesmo que isso signifique atirar.”disse ele em 3 de dezembro, em um telefonema com o comandante militar de Seul, Lee Jin-woo, que estava perto do Parlamento, segundo os promotores.

Depois da lei marcial ter sido declarada, soldados fortemente armados invadiram o Parlamento, escalando barreiras, quebrando janelas e, alguns, aterrissando de helicóptero. De acordo com o relatório, o presidente também ordenou que o chefe da contra-espionagem militar, general Kwak Jong-keun,“entre rapidamente” do Parlamento, destruindo as portas “com um machado se necessário”. O documento acrescenta que Yoon teria discutido a lei marcial já em março com altos funcionários militares.

O mundo com AFP



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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