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Deputados comem pipoca e chocolate enquanto trabalhadora chora na Aleac

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Várias cenas marcaram a votação dos pacotes enviados à Assembleia Legislativa do Acre nesta quarta-feira (26) pelo governador Gladson Cameli. Viu-se muita coisa, de sindicalista da Saúde protestando contra a exclusão de técnicos no reajuste dos plantões a deputado impedindo colega de usar a palavra, mas nada chamou a atenção quanto a cena de descaso total dos deputados Tadeu Hassem e Gilberto Lira que degustavam chocolate e comiam pipoca enquanto uma mulher caía aos prantos nas galerias da Aleac.

Várias cenas marcaram a votação dos pacotes enviados à Assembleia Legislativa do Acre nesta quarta-feira (26) pelo governador Gladson Cameli. Viu-se muita coisa, de sindicalista da Saúde protestando contra a exclusão de técnicos no reajuste dos plantões a deputado impedindo colega de usar a palavra, mas nada chamou a atenção quanto a cena de descaso total dos deputados Tadeu Hassem e Gilberto Lira que degustavam chocolate e comiam pipoca enquanto uma mulher caía aos prantos nas galerias da Aleac.

Motivos não faltaram para o desespero de várias categorias, como os professores que ficaram sem a “puladinha” nas letras do PCCR para caminhar mais rápido em direção à aposentadoria. A base de Gladson Cameli rejeitou a emenda proposta pelo deputado Edvaldo Magalhães que atendia aos professores de classe P2.

A cena dos deputados comendo enquanto trabalhadores choravam mostra descaso com o drama vivido por milhares de trabalhadores.

POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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