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Deputados rejeitam em comissão a parte das “receitas”, que foi significativamente revista
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2 anos atrásem
O imposto sobre os “superlucros” das grandes empresas deve “fazer com que os aproveitadores da crise contribuam para a solidariedade nacional”, segundo a LFI
Os deputados da LFI e os seus aliados de esquerda tinham um imposto sobre «superlucros» grandes empresas, « vitória » o que poderá, segundo eles, render 15 mil milhões de euros.
Esse “contribuição excepcional”que se aplicaria às empresas com um volume de negócios superior a 750 milhões de euros, visa, segundo os eleitos “rebeldes”, “fazer com que os aproveitadores da crise contribuam para a solidariedade nacional”que são “indecentemente enriquecido” durante as crises sanitárias e depois energéticas.
Esta alteração será, no entanto, submetida a nova votação na próxima semana, quando o partido “receitas” do Orçamento do Estado para 2025 será examinado no hemiciclo, onde os eleitos partirão da versão original do projeto apresentado pelo governo.
Em detalhes, será considerado como um «superlucro» a parte dos lucros da empresa excede 1,25 vezes os lucros médios anuais obtidos durante o período 2017-2019 (ou seja, antes da crise da Covid). A tributação adicional será calculada sobre esses lucros “excedente”com três faixas impostas em 20%, 25% e 33%.
Do “grupos de gás que obtiveram lucros superiores a 10 mil milhões de euros no primeiro semestre” deve “dar a sua contribuição para o esforço coletivo”argumentou a ecologista Eva Sas. “Se querem que todas as nossas empresas saiam do território, têm razão: esta é a forma de o fazer! »respondeu Véronique Louwagie (LR). O RN, cujos governantes eleitos acharam a ideia “interessante”absteve-se.
A Comissão de Finanças aprovou também diversas disposições destinadas a reduzir o crédito fiscal à investigação (CIR) – assistência fiscal às empresas introduzida durante o mandato de cinco anos de François Hollande, mas cujo custo é criticado por parte da esquerda face à sua eficácia em termos de apoio. para o crescimento e o emprego. Uma alteração apresentada pelo PS prevê assim transformar este crédito fiscal numa redução fiscal para as grandes empresas: estas deixariam de beneficiar dele em caso de lucros ou prejuízos insuficientes.
Outra alteração, desta vez apresentada pela direita, visa privar as financeiras e seguradoras do CIR, o que poderia gerar 1,5 mil milhões de euros de poupança, dos 8 mil milhões que custam no total este nicho fiscal. Este crédito fiscal deve ser “reorientado para atividades industriais ou agrícolas” participando de “a economia produtiva”argumentou o seu autor, Corentin Le Fur (LR). O relator do Orçamento Geral, Charles de Courson (LIOT), também aprovou uma alteração para reduzir a base elegível ao CIR, com um ganho esperado de 250 milhões de euros.
À noite, os deputados aprovaram vários aumentos dos impostos locais, nomeadamente do imposto habitacional sobre segundas habitações, permitindo que todos os municípios apliquem o aumento (até 60%) reservado nesta fase para áreas “tenso”.
Acordo dado também ao aumento pelos departamentos da taxa de desenvolvimento cobrada nas licenças de construção, e à extensão da taxa de espaços comerciais a armazéns gigantes – com o sector do comércio electrónico na mira. Por outro lado, a comissão apoiou uma isenção do imposto predial sobre terras agrícolas que vai além da medida proposta pelo governo.
Ainda faltavam analisar mais de 400 alterações no sábado, antes do início dos debates no hemiciclo a partir de segunda-feira.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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