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O orçamento de Rachel Reeves é como uma longa viagem de carro, sem uma Fruit-tella à vista | Alison Phillips
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2 anos atrásem
Alison Phillips
E ainda faltam mais 10 dias. Depois de 15 semanas difíceis, esse orçamento algum dia chegará? A nação permanece na traseira do Ford Mondeo da chanceler Rachel Reeves, gemendo: “Já chegamos?”
“Não – ainda não, coma outra Fruit-tella”, responde Reeves.
“Mas quando? E como será quando chegarmos lá? Vai ficar tudo bem?
“Basta esperar e ver.”
Mas ninguém nunca gostou de esperar para ver – nem para as férias, nem para o chá e, definitivamente, nem para as finanças do país. Não está claro por que este orçamento não poderia ter acontecido mais cedo, como os governos anteriores conseguiram. Sim, houve todo aquele “olhar debaixo do capô” de que falaram – mas será que demora quase quatro meses para ver o motor desgastado?
Enquanto isso, a espera interminável deu aos críticos de Reeves o luxo de ter tempo para encontrar falhas em qualquer um de seus planos potenciais. As colegas de gabinete Angela Rayner, Louise Haigh e Shabana Mahmood, que vislumbraram o roteiro por cima do ombro de Reeves, estão tão preocupadas com os cortes nos seus departamentos que escreveram na semana passada ao primeiro-ministro.
Em outros lugares, é provável que haja um aumento nas contribuições para o seguro nacional por parte dos empregadores, aumentos no imposto sobre herançaimposto sobre ganhos de capital na venda de ações (mas não de segundas residências) e possivelmente o fim do desconto do imposto de selo. As regras fiscais serão reescritas, imposto sobre combustível pode aumentar até às 19h e alterações fiscais feitas nos fundos de pensão.
Mas ainda poderá haver surpresas e por isso este orçamento continua a ser o evento mais esperado desde o Sexo e a cidade sequência – e sabemos o quão terrível isso acabou. A espera abalou a estabilidade tantas vezes prometida antes das eleições. E, no entanto, curiosamente, o mundo empresarial continua, em grande parte, mais positivo em relação ao nosso novo governo do que o resto do país. Parece menos incomodado com as travessuras de Taylor Swift e mais impressionado com o que considera um compromisso genuíno em impulsionar o crescimento. Embora, claro, o que realmente gostaria de ver… fosse um orçamento.
“Já chegamos?”
Ajudante conservador das mães?
Sir Christopher Chope será lembrado na política por impedir que o upskirting fosse considerado crime. Ou talvez por usar a mesma táctica para impedir uma lei que ajuda a proteger as raparigas da mutilação genital feminina. Ele afirma que estava defendendo os processos parlamentares, e não qualquer questão específica sobre as mulheres. De qualquer forma, na semana passada ele fez questão sobre o candidato conservador à liderança, Kemi Badenoch. Chope disse que não estava apoiando Badenoch pois ela estava “preocupada com os próprios filhos”.
No mês passado, um pesquisa amplamente esquecida mostrou que um quarto das mães foram forçadas a abandonar o trabalho para cuidar dos filhos. Outro quarto disse que reduziu involuntariamente o horário. Apenas 7% dos pais desistiram e 8% reduziram o horário.
O custo e a disponibilidade de estruturas de acolhimento de crianças, bem como a falta de flexibilidade, ainda afectam injustamente as mulheres e as suas carreiras. Embora eu não esteja dizendo que essas questões afetam Badenoch (ou seu pensamento), não posso deixar de me perguntar se Chope não finalmente ajudou as mulheres ao, inadvertidamente, destacar os duplos padrões ainda arraigados em nosso país.
após a promoção do boletim informativo
Fora com um estrondo
Enquanto escrevo isto, minha linda labradora preta, Florence, está deitada no chuveiro com a porta fechada. Há um edredom velho que impede a entrada de qualquer fio de luz. Ela está tremendo constantemente há uma hora e nenhuma quantidade de palavras calmantes e carícias constantes fazem diferença. Porque é época de fogos de artifício. Embora hoje em dia, quando não é temporada de fogos de artifício?
Mas não as lindas fontes de brilho noturno de que me lembro desde a infância. Agora eles são estrondos sônicos e explosões que assustam adultos. Não admira que causem terror e, por vezes, danos duradouros a cães e gatos com audição mais sensível.
Assim, a campanha da deputada Sarah Owen para proibir os fogos de artifício mais barulhentos por causa do estresse que causam aos animais e àqueles que vivem com TEPT parece uma boa ideia para mim.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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