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Segurança Pública

Detentos que faziam coleta de lixo em presídio de Rio Branco são flagrados com drogas

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Agentes penitenciários perceberam volume na região do abdômen dos dois presos e, ao revistarem, encontraram pacotes de maconha. Caso ocorreu na unidade Francisco D’Oliveira Conde.

Foto: Detentos que fazem coleta de lixo em presídio de Rio Branco são flagrados com drogas — Foto: Arquivo pessoal.

Dois detentos foram flagrados com duas barras de droga escondidas no corpo nesta sexta-feira (2) no Presídio Francisco D’Olveira Conde, em Rio Branco. Os presos trabalhavam fazendo a coleta de lixo na unidade quando os agentes penitenciários perceberam algo suspeito e, ao fazerem a revista, encontraram o entorpecente.

Segundo as informações registradas no boletim de ocorrência, os presos Edivaldo Silva de Melo e José Lima Jeronimo, de 41 e 20 anos, respectivamente, teriam saído para deixar o lixo na parte externa na unidade, sob supervisão de agentes penitenciários, e, ao retornarem, foram submetidos ao aparelho de scanner. Foi quando ficou constatado que os detentos escondiam algo na região do abdômen.

Com Melo, os agentes encontraram uma barra de maconha pesando quase meio quilo e com Jeronimo outra barra com praticamente o mesmo peso.

Segundo o Instituto de Administração Penitenciário da Acre (Iapen-AC), Melo está preso desde janeiro de 2011 pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e Jeronimo está na unidade desde fevereiro do ano passado por roubo. Por G1Ac.

CORRUPÇÃO

Após prisões, Prefeito Ilderlei Cordeiro exonera irmã e assessor de comunicação; entenda

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Irmã de prefeito e mais quatro têm prisão temporária prorrogada em Cruzeiro do Sul.

Foto de capa: Secretário e irmã de prefeito presos em operação da PF são exonerados no interior do Acre — Foto: Arquivo pessoal.

A Justiça do Acre acatou um pedido da Polícia Federal e decidiu prorrogar por mais cinco dias a prisão temporária dos presos na Operação Presságio, deflagrada na sexta-feira (14). A informação foi confirmada pelos advogados Marcos Paulo Correia e Jairo Castro.

Estão presos: a irmã do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, a advogada Idelcleide Cordeiro, o secretário de comunicação da prefeitura, Paulo de Sá, e mais três pessoas, entre funcionários da prefeitura e da ONG CBCN, que faz a coleta de lixo da cidade.

O primeiro mandado de prisão temporária se encerra nesta terça (18). Com o novo, os suspeitos devem permanecer presos até domingo (23). A Operação Presságio cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão no Acre, Amazonas, Rondônia, Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal.

Ao G1, os advogados Marcos Paulo Correia, que defende o secretário de comunicação e Maria Alcione, e Jairo Castro, na defesa de Idelcleide Cordeiro, afirmaram que vão protocolar um habeas corpus em favor dos clientes ainda nesta terça.

Exonerações

A advogada e chefe de gabinete do prefeito de Cruzeiro do Sul, Idelcleide Cordeiro, e o secretário de comunicação da prefeitura, Paulo de Sá, foram exonerados dos cargos nesta terça.

A portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e está assinada pelo prefeito em exercício José de Souza Lima.

Em entrevista na segunda (17), Ilderlei Cordeiro afirmou que os dois haviam pedido a exoneração, mas que podem voltar aos cargos.

Desvio

A ONG CBCN foi contratada com dispensa de licitação pela prefeitura, porém, segundo a PF, nunca prestou os serviços que foram acordados nos termos de colaboração com a gestão.

O casal Rosa Sampaio e Jocélio Araújo de Melo, que administram a ONG, também foi presos. Melo foi preso pela PF em Brasília, já a mulher dele estava em Cruzeiro do Sul quando foi levada pela polícia.

A investigação apontou que foram firmados cinco termos com diversas secretarias da prefeitura no valor de mais de R$ 52 milhões. Até o fim do exercício de 2019, a ONG já tinha recebido cerca de R$ 27 milhões.

Apesar de ter recebido já mais da metade do contrato, a polícia apurou que os serviços licitados pela prefeitura não foram efetivamente cumpridos, e sequer existe a possibilidade de que venham a ser até o fim da vigência dos contratos.

Em nota, o advogado que faz a defesa da CBCN, Daniel Gerber, alega que não houve desvio de verbas e nem recebimento de valores sem contraprestação.

“Os valores repassados pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul foram todos aplicados na execução dos objetos dos termos de colaboração firmados com o ente municipal. Não existiu qualquer repasse de valores para o centro de tratamento de resíduos que transformará o lixo em energia. Não haverá verba pública nessa etapa. O investimento será exclusivo da iniciativa privada”, destaca na nota.

Como funcionava

A polícia levantou que o modus operandi da suposta organização criminosa era complexo e envolvia diversas pessoas, tanto físicas quanto jurídicas. A investigação apontou que os pagamentos que ela recebia da prefeitura eram utilizados para o pagamento de uma empresa contratada pela própria ONG.

Essa empresa, que foi criada especificamente para prestar serviços à ONG em Cruzeiro do Sul, repassava os valores para diversas empresas de fachadas. Essas empresas, por sua vez, distribuíam o dinheiro entre os membros da organização criminosa.

A ação foi batizada como “Operação Presságio” porque a equipe de investigação detectou que os integrantes da suposta organização criminosa pressentiam e temiam que logo o esquema seria descoberto e eles presos.

Confira a nota da ONG na íntegra:

O advogado Daniel Gerber, que representa o CBCN, esclarece que não houve qualquer desvio de verbas nem recebimento de valores sem contraprestação. Os valores repassados pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul foram todos aplicados na execução dos objetos dos termos de colaboração firmados com o ente municipal.

Não existiu qualquer repasse de valores para o centro de tratamento de resíduos que transformará o lixo em energia. Não haverá verba pública nessa etapa. O investimento será exclusivo da iniciativa privada.

O advogado Daniel Gerber, que também representa Jocelio Araújo de Melo, disse que seu cliente se apresentará espontaneamente, assim como colaborará com as investigações.

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ACRE

Polícia captura 11º foragido após fuga em massa de presídio no AC; 15 seguem livres

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Wellington de Souza Lima foi recapturado na sexta-feira (7) no bairro Airton Senna, em Rio Branco — Foto: Divulgação/Iapen

Wellington de Souza Lima foi capturado pela Polícia Militar do Acre na sexta-feira (7) no bairro Airton Senna, em Rio Branco.

Foto de capa: Wellington de Souza Lima foi recapturado na sexta-feira (7) no bairro Airton Senna, em Rio Branco — Foto: Divulgação/Iapen. 

Sobe para 11 o número de presos capturados após fuga em massa no Complexo Penitenciário de Rio Branco, no último dia 20. Wellington de Souza Lima foi localizado nesta sexta-feira (7), no bairro Airton Senna, em Rio Branco.

A polícia fazia patrulhamento de rotina no local, que é conhecido como ponto de comercialização de drogas, quando se aproximou de Lima para fazer abordagem. Ele ainda tentou fugir, mas os militares conseguiram pegá-lo.

Lima chegou a dar um nome falso, mas, após verificar as imagens da lista de foragidos, os policiais identificaram que se tratava de um dos detentos da fuga em massa. Com ele, a equipe encontrou ainda três envelopes com pasta base de cocaína e outras 39 trouxinhas da mesma droga.

O preso e a droga apreendida foram levados à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os procedimentos cabíveis.

Além dele, outros dez detentos já haviam sido capturados e levados de volta para o presídio. Quinze dos 26 presos seguem foragidos.

Fuga em massa

Os detentos fugiram do pavilhão L, onde cumpriam pena em regime fechado. A fuga ocorreu após um fim de semana violento com sete execuções na capital. Um vídeo mostra o momento exato em que os 26 presos escalaram o muro e deixaram a unidade.

Para escapar do presídio no último dia 20, eles fizeram um buraco na parede da cela e improvisaram cordas com lençóis. Os presos são da facção criminosa denominada Bonde dos 13, aliada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que atua em vários estados brasileiros.

Logo após a fuga, o secretário de Segurança Pública em exercício, Ricardo dos Santos, não descartou uma possível ligação entre a fuga em massa no FOC e o caso dos 76 detentos que fugiram de um presídio no Paraguai, no último dia 19 de janeiro.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) instaurou um procedimento administrativo para investigar as fugas no FOC. O promotor Tales Tranin acompanha as investigações das polícias Civil, Militar e do Iapen-AC para saber se houve facilitação de algum servidor público nas fugas.

G1 teve acesso a um levantamento da sentença dos 26 presos que fugiram do FOC. Somadas, as penas dos detentos ultrapassa mil anos. Entre os crimes praticados estão: roubo, furto, homicídio, corrupção de menores, latrocínio, tráfico de drogas, tentativa de homicídio, entre outros.

Atualização de nomes

No último dia 25, o Iapen-AC divulgou uma nota atualizando a lista de foragidos. Leia a nota:

No dia da fuga, uma lista foi divulgada por meio de aplicativo de rede social, onde constava o nome dos detentos foragidos, bem como o primeiro preso encontrado, tendo em vista que este foi recapturado ainda durante o momento da fuga.

Ocorre que na lista constava o nome do reeducando Anderson de Souza Alves, que havia sido transferido do pavilhão L para o pavilhão A e que, por isso, não foi encontrado no momento da contagem. Verificada a situação, a lista foi atualizada pela equipe de segurança e o nome do reeducando Ezimar Menezes Teixeira foi inserido à lista no lugar de Anderson de Souza Alves, que permanece preso dentro do FOC.

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