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Violência

Suspeito de homicídio é achado carbonizado em casa no bairro Belo Jardim, em Rio Branco

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Segundo delegado, homem era suspeito de cometer homicídio horas antes de ser queimado em casa. Caso ocorreu na madrugada deste sábado (3).

Foto: Suspeito de homicídio é achado carbonizado em casa no bairro Belo Jardim, em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal.

Jordan Israel da Silva, de 31 anos, foi achado carbonizado dentro de casa, na madrugada deste sábado (3), no Ramal da Usina, região do bairro Belo Jardim III, em Rio Branco. Segundo o delegado Rêmulo Diniz, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que Silva é suspeito de ter matado o jovem Lucas Albuquerque, de 20 anos, horas antes de ser queimado na residência.

Albuquerque morreu na noite de sexta-feira (2) após ser atingido por uma garrafa de cerveja na região do pescoço. Segundo a Polícia Militar do Acre (PM-AC), ele e Silva estavam bebendo em um bar desde a tarde e tiveram uma discussão. Após ser atingido, Albuquerque ainda correu, mas morreu na porta de casa.

“Esse homicídio foi em consequência de outro ocorrido na sexta na mesma rua. Essa vítima de hoje [sábado] era suspeita de ser o autor da morte de ontem [sexta]. O incêndio ocorreu na madrugada, fomos no local, mas os bombeiros não permitiram que nós olhássemos, porque estavam fazendo o rescaldo. Aí, agora no sábado, encontraram os restos mortais”, disse o delegado.

O major Cláudio Falcão, do Corpo de Bombeiros, informou que a equipe foi acionada por volta de meia-noite deste sábado (3) e que no local foi informada por populares, inclusive pela dona da casa, que não havia ninguém dentro da residência.

“A proprietária da casa estava no local e informou que não tinha ninguém lá dentro. O Corpo de Bombeiros fez a extinção do fogo e rescaldo e não foi encontrado pelos bombeiros esse corpo. Agora pela manhã de sábado foi que populares encontraram”, afirmou o major.

Outras mortes

Ainda nesta sexta, um homem morreu e outro ficou ferido após os dois serem atingidos a tiros. O crime ocorreu no Conjunto Habitar Brasil, em Rio Branco.

De acordo com o Centro Integrado de Operações em Segurança (Ciosp), os homens estavam em uma distribuidora de bebidas quando uma dupla em uma moto chegou atirando. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado, mas uma das vítimas já estava morta. A outra foi levada em estado grave para o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).

O jovem Lucas Albuquerque da Silva, de 20 anos, morreu após ser atingido por uma garrafa de cerveja em um bar na região do Belo Jardim III. Após ser atingido, Silva ainda conseguiu correr, mas morreu na porta de casa.

Em Brasileia, no interior do Acre, Nicodemos de Souza Pinheiro, de 22 anos, também foi morto a tiros nesta sexta-feira (2). O crime ocorreu no bairro Samaúma. De acordo com informações da Polícia Civil, Pinheiro morreu após ter sido atingido por tiros na cabeça.

O delegado de Brasiléia, Karlesso Néspoli, disse que a vítima já tinha passagem pela polícia e que o crime tem características de execução. Por Iryá Rodrigues, G1 AC.

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Segurança Pública

Segurança Pública irá notificar comerciantes que descumprirem decreto

Agência de Notícias GOV/AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na tarde desta sexta-feira, 20, o Governo do Estado lançou um decreto no Diário Oficial do Estado com uma série de medidas de prevenção ao coronavírus. Dentre as medidas está a suspensão de toda a atividade em estabelecimentos comerciais, exceto os de primeira necessidade.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, estará orientando sobre a importância das medidas estabelecidas no decreto, bem como fiscalizando as áreas comerciais da capital para assegurar que estão cumprindo com as medidas.

Comércios deverão ter suas portas fechadas por 15 dias, contando da data desta sexta, 20. Foto: Neto Lucena/Secom.

Comércios deverão ter suas portas fechadas por 15 dias, contando da data desta sexta, 20. Foto: Neto Lucena/Secom.

De acordo com o secretário Paulo Cézar Santos, por uma questão de organização e prevenção ao coronavírus, o estabelecimento que estiver em atividade descumprindo o decreto será notificado. “Nós estamos realizando um trabalho de fiscalização integrado das polícias militar e civil e o estabelecimento que se encontrar aberto, a Polícia Civil irá notificar, determinando o fechamento do local sob pena de responder por crime de desobediência”, explicou.

Disque-Denúncia

A população também poderá contribuir com o trabalho de fiscalização da Segurança Pública para manter o cumprimento das medidas citadas no Decreto 5496, utilizando o Disque-Denúncia 181.

De acordo com o coordenador do Disque-Denúncia, delegado Mardilson, a ferramenta vai estar inteiramente disponível para esse tipo de denúncia durante a suspensão dos serviços comerciais citados no decreto e alertou sobre o uso indevido de outros números emergenciais. “É importante ressaltar que a população não utilize o 190 para esse fim, pois o congestionamento dessa linha prejudica os serviços cotidianos e emergenciais que já são direcionados a esse número. Portanto denúncias sobre o descumprimento do decreto, o telefone  a ser utilizado é o 181”, frizou.

Das exceções

Não se  incluem  na  suspensão  prevista  no decreto: os estabelecimentos  médicos,  hospitalares,  laboratórios  de  análises  clínicas, farmacêuticos,  farmácias  de  manipulação,  psicológicos,  clínicas  de  fisioterapia  e vacinação  humana,  além  dos  serviços  de  delivery  de  alimentação  e  medicamentos.

As  empresas  que  participem  em  qualquer  fase  da  cadeia produtiva  e  de  distribuição  de  produtos  de  primeira  necessidade  para  população deverão  manter  suas  atividades,  tais  como  distribuidoras,  revendedoras  ou indústrias  de  alimentos,  medicamentos,  produtos  de  limpeza  e  higiene,  água,  gás, postos  de  combustíveis,  padarias,  conveniências,  supermercados,  mercadinhos, minibox  e  congêneres. Com informações: Agência de Notícias do Acre. 

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CONDENAÇÃO

MORTE POR ENFORCAMENTO: Índia enforca quatro homens por estupro em gangue

The Wall Street Journal, via Acre.com.br

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O ataque à estudante de 23 anos de idade em um ônibus em movimento é um dos crimes mais conhecidos da Índia contra mulheres.

Foto de capa: Pessoas se reuniram do lado de fora de uma prisão de Nova Délhi no início da sexta-feira para comemorar a execução de quatro homens condenados pelo estupro de gangues em 2012 e assassinato de uma estudante. FOTO: DINHEIRO SHARMA / AGENCE FRANCE-PRESSE / GETTY IMAGES.

NOVA DÉLI – A Índia, na manhã de sexta-feira, enforcou quatro homens condenados pelo estupro coletivo de 2012 e assassinato de uma estudante de 23 anos na capital, com o objetivo de enviar a mensagem de que o país leva a sério a segurança das mulheres.

O ataque, no qual a mulher foi repetidamente estuprada e agredida sexualmente com uma barra de metal em um ônibus em movimento antes de ser jogado na beira da estrada, tornou-se um dos crimes de maior destaque da Índia contra as mulheres. A vítima, que não pode ser nomeada publicamente pela lei indiana, morreu em um hospital de Cingapura por causa de seus ferimentos 13 dias após o ataque.

A história do crime que acabou com a vida de uma mulher que estava seguindo seu sonho de criar uma vida melhor para si e sua família ressoou com as pessoas da maior democracia do mundo, à medida que ela busca seu próprio pé como uma potência econômica crescente. Isso galvanizou a opinião pública e provocou manifestações em massa e demanda por ação. Isso levou ao fortalecimento das leis e a uma maior conscientização pública sobre a violência contra as mulheres.

Antes da execução dos condenados, inúmeros pedidos e apelos deles, suas famílias e advogados de misericórdia foram recusados ​​pelos tribunais e pelo governo. O último pedido fracassado ocorreu horas antes de serem enforcados em uma prisão em Nova Délhi por volta das 5h30 da sexta-feira.

Em 2013, um tribunal julgou os quatro homens culpados de assassinato, estupro, sequestro e outras acusações e os condenou à morte. Pesando a necessidade da punição mais severa para os autores, o juiz que ouviu e decidiu o caso disse na época que os condenados deveriam ser enforcados por terem “chocado a consciência coletiva” da Índia.

“Nestes tempos em que o crime contra as mulheres está aumentando, os tribunais não podem fechar os olhos para crimes tão horríveis”, disse o juiz. “Não pode haver tolerância.”

Conversando com a mídia logo após o enforcamento, a mãe da mulher falou de sua filha. “Eu não pude salvá-la”, disse ela, “mas finalmente conseguiu justiça”.

Dos seis suspeitos no caso, um era um jovem que foi libertado depois de passar alguns anos em uma casa de reforma . O quinto suspeito adulto foi encontrado pendurado na prisão em 2013, quando o julgamento ainda estava em andamento.

Por Krishna Pokharel, The Wall Street Journal – WSJ

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