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Dicas para aproveitar o mutirão para limpar seu nome e sair do vermelho
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2 anos atrásem
Brasileiros têm a chance de participar de mutirão e limpar seus nomes com descontos de até 99% e facilidades de pagamentos. Esse será o maior mutirão de renegociação de dívidas da história. Veja agora como participar.
Começou mais uma edição do Feirão Serasa Limpa Nome, que ajuda os brasileiros a saírem do vermelho. Agora a negociação ficou ainda mais fácil com pontos de atendimento presencial.
São mais de mil empresas parceiras que oferecem descontos de até 99% sobre o valor da dívida.
Lila Cunha, especialista do FDR, traz informações sobre a negociação do IPVA, confira.
Feirão Serasa Limpa Nome

(Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR)
O Feirão acontece até 29 de novembro com possibilidade de participação de qualquer parte do país. Vantagens de negociar pelo Feirão:
- As empresas parceiras oferecem descontos que chegam a 99% e condições especiais de pagamento;
- Segurança garantida – No Feirão Serasa você tem a garantia de estar negociando com uma empresa séria, evitando assim os golpes que podem te prejudicar;
- Você no controle – Pelo sistema é possível imprimir a segunda via do boleto de pagamento da negociação, acompanhar o andamento do acordo e dos débitos.
- Os consumidores têm a oportunidade de juntar diversas dívidas e fazer um só pagamento com Pix ou boleto;
- O nome é limpo na hora quando o pagamento é feito via PIX;
- Escolher quantas contas quer pagar de uma vez, em quantas vezes quer parcelar e qual o melhor dia de pagamento pelo app;
- Negociar com rapidez, praticidade e segurança;
- Mais de mil empresas participantes, entre elas Caixa, Enel, Sabesp, Santander, Recovery, Ativos, Banco Inter, PicPay, Itaú, C6 Bank, Claro-Net, Carrefour, Banco Votorantim (BV), Vivo e Sem Parar;
- Negociar dívidas de diversos segmentos, como bancos, financeiras, empresas de telecomunicação, varejo, universidades, empresas de recuperação de crédito, contas básicas (como água e luz) e outros;
- Parcelar suas dívidas em até 72x, com juros menores;
Dicas para aproveitar o Feirão Serasa
- Acesse apenas os canais oficiais de comunicação, apresentados nesta matéria;
- Confira o selo verde nas negociações feitas via WhatsApp;
- Crie uma senha forte em seus dispositivos;
- Confira os dados do destinatário antes de finalizar o pagamento;
- Não faça um acordo que não tem condições de pagar;


(Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR)
Como negociar dívidas no Serasa Limpa Nome?
A forma mais fácil é usando o aplicativo ou site oficial, basta buscar pelo CPF e as dívidas registradas serão exibidas. A partir disso o consumidor pode fazer a negociação.
Quem preferir pode usar o WhatsApp do Serasa, é só adicionar o número (11) 99575-2096 à sua lista e iniciar uma conversa. Mas, atenção, confira se aparece um check no topo (bolinha verde).
Quem preferir pode escolher a negociação presencial nas Agências dos Correios, que acontece de 04 a 29 de novembro, das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira. Para ser atendido é só comparecer na Agência e apresentar o número do CPF e documento de identificação com foto.
As negociações feitas pela internet, via site, app ou WhatsApp, são gratuitas. Enquanto no atendimento presencial é cobrada uma taxa de R$ 4,20 por dívida negociada e R$ 3,00 por consulta a acordos (reimpressão de 2ª via de boletos).
Nas agências dos Correios você também encontra outros serviços da Serasa para organizar sua vida financeira
Organização financeira
O ainda oferece um novo recurso, o Carrinho de Ofertas. Nele é possível organizar suas dívidas, facilitando a negociação.
Você escolhe se vai pagar com PIX ou boleto. Nessa ferramenta os consumidores podem reunir as contas do dia a dia, criar alertas para não perder a data de vencimento.
A partir disso podem reunir várias contas e fazer o pagamento de uma única vez, sem taxas adicionais, já que o serviço é gratuito. Para utilizar baixe o aplicativo no link do site acima.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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