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Diddy: Documentário deixa mais perguntas do que respostas – 01/02/2025 – Ilustrada
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2 anos atrásem
Teté Ribeiro
Difícil encontrar, hoje em dia, quem nunca tenha ouvido falar dos “freak offs“, as festas produzidas por Puff Daddy, Diddy ou Sean Puffy Combs, como preferir, que duravam vários dias cheios de sexo, drogas, bebida, óleo de bebê, lubrificantes, vibradores ultra modernos e até a presença de prostitutos e prostitutas, além de muitos convidados célebres e poderosos.
Amplamente documentados, os começos dessas festas, que costumavam acontecer à beira da piscina, eram cheios de celebridades como Jay-Z, Beyoncé, Ashton Kutcher, Mary J. Blige, Justin Bieber (que fez até uma música a respeito), Leonardo DiCaprio, Mariah Carey, Megan Fox, Naomi Campbell.
Jamie Foxx já assumiu que participou das festas, mas ia embora cedo e nunca viu nada. Kanye West disse que foi a uma e achou a “energia estranha”, então nunca mais voltou. O comediante Dave Chapelle fez piada no humorístico “Saturday Night Life” dizendo ter ficado indignado por nunca ter sido convidado, mas acredita que sabe o porquê. “Eu tenho cara de quem vai contar”.
Então quem ficou? E o que essas pessoas faziam nessas orgias, que costumavam ser gravadas pelo dono de tudo? Quantos dos convidados continuavam nas festas quando o que começava como uma celebração virava uma coisa doentia e, muito provavelmente, criminosa?
As pessoas eram dopadas? Os estupros aconteciam na piscina? Na pista de dança? E a manhã, ou tarde que seja, do dia seguinte? Já pensou?
Não é todo mundo que vira a noite impunemente, imagino que pelo menos uma porcentagem desses frequentadores precisava dormir em algum momento, comer, ficar quieto num canto. Nem que fossem os funcionários da casa.
Em uma das inúmeras acusações contra Diddy, há a informação de que um médico era chamado para dar um soro com vitaminas na veia de quem tivesse uma ressaca forte demais. Menos mal.
Mas nada disso é visto nesta série documental que estreia neste dia 1º de fevereiro no canal de streaming Max. Não há uma imagem, um frame, uma foto que seja, de um “freak off”. Nem uma única entrevista de alguém que tenha participado de uma dessas orgias.
A única menção aos “freak offs” aparece na acusação de Cassie Ventura, por escrito. A ex-namorada de Diddy o processou em novembro de 2023 e fez um acordo fora dos tribunais menos de 24 horas depois, que certamente inclui uma cláusula que a proíbe de falar do assunto.
No processo, ela diz que era forçada a participar dessas festas e que Diddy contratava prostitutos para transar com ela enquanto ele assistia e se masturbava. Mas ela não é uma das entrevistadas, então continua tudo como um disse não disse, quase como uma lenda do mundo do hip-hop.
O que não quer dizer que o documentário não traga nenhuma revelação. É muito intrigante ver as fotos do pequeno Sean Combs, que aos cinco anos se vestia na estica, como um gângster adulto dos anos 20, com calça risca de giz, camisa social, suspensórios e uma boina.
Seu melhor amigo da época, que depois se tornou um dos seus braços-direitos, conta que o pequeno Sean sofria muito bullying dos garotos mais velhos devido ao jeito estranho como se vestia e porque era tido como um fraco.
Sua mãe, Janice, que criou o filho sozinha depois que o pai foi assassinado com dois tiros na cabeça, provavelmente por traficantes rivais, quando Puff tinha apenas três anos, costumava instruir o filho a não se curvar a ninguém. Que se apanhasse na rua tinha que revidar, se levasse um tapa, que devolvesse um soco.
A primeira acusação de violência de Puffy contra uma mulher aconteceu na época em que cursou a Universidade Howard, e foi testemunhada por uma colega. Mas ela dá esse depoimento sem revelar seu nome nem mostrar a própria cara, nem diz quem era a namorada que teria apanhado de cinto, do lado da fivela.
Há depoimentos muito contundentes, como o de Thalia Graves, ex-namorada de um funcionário da gravadora Bad Boy Records que conta ter sido drogada e estuprada por Combs em cima de uma mesa de sinuca, e depois ameaçada caso contasse a alguém. Ela nunca tinha revelado o estupro, até descobrir, em 2023, que ele tinha gravado tudo e mostrado a seus funcionários.
O produtor Lil Rod conta que trabalhou em um álbum de Diddy e nunca recebeu nem um tostão, mas continuou frequentando o entourage do empresário mesmo após ser assediado por ele. Como negou a investida, foi obrigado a ir a clubes noturnos e recrutar mulheres para trazer para a casa de Miami de Puff, para que ele escolhesse uma para passar a noite.
Mas nada de Jennifer Lopez, sua ex-namorada mais famosa, que foi presa com ele em 1999 depois de um tiroteio em uma boate, em que uma das vítimas sempre afirmou que viu Diddy apontando para ela a arma que atingiu seu rosto.
Ele e J.Lo foram inocentados no julgamento, e o jovem rapper Shyne, que estava com os dois, foi condenado a dez anos de prisão. Já está em liberdade, mas também não deu entrevista.
O resumo final é mais ou menos esse: Puff é um homem muito mau, violento, manipulador, que merece pagar pelos crimes que cometeu. Mas o que ele ia fazer com os mil potes de óleo de bebê apreendidos pelo FBI e se um “freak off” aconteceu, não é nesta série que vamos saber.
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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.
Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.
Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.
A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.
A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.
Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”
Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.
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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.
A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.
O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.
O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.
O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.
“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre
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10 de agosto de 2026A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.
Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.
Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.
Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.
O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.
Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac
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