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Dietas proteicas ganham força nos EUA e Reino Unido – 12/03/2025 – Equilíbrio
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Ao lado dos salgadinhos no corredor de “snacks”, os supermercados agora estão enchendo as prateleiras com grão-de-bico torrado, pedaços de queijo e carne seca. Uma variedade de alternativas ricas em proteínas surge ao lado de alimentos com baixo teor de gordura e açúcar. As seções de laticínios estão repletas de produtos difíceis de pronunciar, como skyr e kefir.
Dietas ricas em proteínas tornaram-se comuns. Nas redes sociais, influenciadores de alimentação e fitness recomendam o consumo de proteínas. Celebridades tornaram moda parecer forte, em vez de magro; uma tendência que está se aproximando de uma obsessão.
As buscas no Google por “dieta rica em proteínas” atingiram seu ponto mais alto em janeiro. Cerca de 64% dos americanos querem aumentar a quantidade de proteína que consomem, de acordo com a empresa de pesquisa Hartman Group, deixando antigos favoritos como fibras e grãos integrais para trás.
Na Grã-Bretanha, a Ocado, uma rede de supermercado online, estima que mais de 40% dos consumidores aumentaram sua ingestão de proteínas no último ano. Então, o que explica esse apetite insaciável?
Frequentadores de academia consomem proteínas há décadas, mas, mais recentemente, os menos musculosos também perceberam que a proteína pode ajudá-los a construir músculos enquanto se sentem mais saciados por mais tempo.
A Kantar, uma empresa de pesquisa de mercado, estima que os gastos em supermercados britânicos com produtos de nutrição esportiva ricos em proteínas, como barras e pós, atingiram £143 milhões ( mais de R$ 1 bilhão) nos 12 meses até fevereiro, quase o dobro do mesmo período três anos antes.
Juergen Esser, da Danone, um gigante francês de laticínios, diz que a fome por proteínas começou entre os jovens que querem parecer musculosos. Logo se espalhou para pessoas mais velhas ansiosas para se manterem fortes e saudáveis.
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A pandemia fez as pessoas se preocuparem com sua saúde e estimulou a demanda. Agora, as empresas de alimentos estão antecipando um aumento de interesse de usuários de medicamentos glp-1, como o Ozempic, que suprimem o apetite. A popularidade dos medicamentos para perda de peso está crescendo rapidamente. Mais de 8% dos americanos estavam usando glp-1s no meio do ano passado, de acordo com a empresa de dados Numerator. A aderência está aumentando em outros países ricos. Como os usuários parecem perder músculo além de gordura, muitos estão recorrendo à proteína para tonificar.
Um estudo da Universidade de Cornell descobriu que uma mudança para longe de alimentos processados significa que os gastos domésticos com mantimentos caem em média 5,5% quando pelo menos uma pessoa começa a usar medicamentos glp-1.
A variedade de snacks ricos em proteínas disponíveis nos supermercados se expandiu além dos shakes voltados para frequentadores de academia, com embalagens hiper-masculinas pretas e nomes de marcas como Barebells e Grenade, e as empresas de alimentos passaram a lançar uma gama de novos produtos.
A Nestlé, uma empresa suíça, vende pizzas e massas congeladas carregadas de proteínas. A Conagra Brands, uma empresa americana, lançou recentemente uma linha de refeições prontas rotuladas como “amigáveis ao glp-1”. Até a Mars -gigante do chocolate- está vendendo versões ricas em proteínas de suas barras de chocolate.
Produtos ricos em proteínas também estão ajudando as empresas a crescer financeiramente. As receitas da Danone aumentaram 4,3% em 2024, impulsionadas por iogurtes e bebidas ricos em proteínas. As vendas da unidade de alta proteína da empresa saltaram para €1 bilhão (R$ 7 bilhões) de cerca de €400 milhões (R$ 3 bilhões) em 2021, superando em muito o crescimento do negócio mais amplo.
A questão é se a tendência foi longe demais. Todos precisam de proteína para manter os músculos, controlar o açúcar no sangue e muito mais. Mas a ciência sobre a quantidade necessária é incerta. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda 0,83 gramas por dia por quilograma de peso corporal. Por essa medida, o americano ou britânico médio consome demais.
Para as empresas de alimentos que já lutam para atender a várias demandas, é mais um desafio. Os consumidores não querem apenas mais proteína e menos ultraprocessados, mas também mais alimentos à base de plantas e qualquer coisa boa para o intestino.
A Danone está trabalhando em produtos lácteos “híbridos” que combinam proteína de leite regular com a de origem vegetal, que pode ser mais fácil de digerir e melhor para o planeta. A Biotiful Gut Health, produtora de kefir, está focada em produtos ricos em proteínas com ingredientes naturais. A The Curators, uma fabricante britânica de snacks, tem outro ato de equilíbrio a realizar.
Quando a empresa começou a fazer chips de soja e lentilha, decidiu por dez gramas de proteína por pacote. Receitas com mais não eram tão saborosas. E, como as modas alimentares vêm e vão, um sabor decente pode ser o requisito mais duradouro de todos.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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