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Dilek Imamoglu, a mulher de pé para Erdogan – DW – 28/03/2025

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Dilek Imamoglu, a mulher de pé para Erdogan - DW - 28/03/2025

Tem o presidente turco Recep Tayyip Erdogan calculou mal?

Desde a prisão de Ekrem Imamoglu – prefeito de Istambul, candidato à presidência para o principal partido da oposição CHP e o rival político de Erdogan – pessoas em Istambul e em outros lugares em Peru foram às ruas aos milhares.

A esposa de Imamoglu, Dilek, está entre eles. Em seus discursos em manifestações, ela fala diretamente com o presidente Erdogan. “Ele o derrotará, você perderá! A injustiça que Ekrem está enfrentando está tocando a consciência de todos”, diz ela.

Demonstrações da Turquia continuam para a sexta noite consecutiva

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Por enquanto, parece um pouco como se o marido tivesse sido derrotado. Sua posição como prefeito de Istambul foi retirado dele e ele foi sob custódia da polícia desde domingo. Sua esposa, que já é bem respeitada nos círculos políticos, assumiu seu manto na oposição turca?

Contra o teto de vidro

Dilek Imamoglu, nascido em 1974, na cidade portuária turca de Trabzon, conheceu seu marido em Istambul. Ela se casou com o carismático ECREM Immamogl em 1995, aos 21 anos. O casal tem três filhos.

Sua paixão pela política molda sua vida familiar até hoje. “Dilek é a espinha dorsal da nossa casa”, disse o marido em entrevista à Cumhuriyet TV. “Ela não é apenas minha esposa, mas minha maior defensora”.

Dilek Imamoglu está envolvido nos direitos das mulheres e no combate à discriminação contra minorias, no trabalho voluntário e na academia

Em sua tese de mestrado, escrita enquanto estudava na Escola de Ciência Política e Administração Pública da Kadir tem universidade em Istambul, ela examinou a “síndrome do teto de vidro”. Ela investigou as barreiras invisíveis que impedem que mulheres e minorias acessem cargos de gerenciamento.

A esposa de Ekrem Imamoglu, Dilek, com o marido (à esquerda) e o filho Selim estão juntos inserindo seus votos em uma urna durante a eleição em 2023
Ekrem e Dilek Imamoglu votam nas últimas eleições da Turquia, junto com o filho Selim (centro)Imagem: DHA/Anka

Desde que seu marido venceu as eleições locais em Istambul em 2019, a Imamoglu também trabalha para aumentar a conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência. Por exemplo, ela passou um dia andando de Istambul em uma cadeira de rodas para destacar a luta cotidiana que os que os usam enfrentam na cidade.

“Ela deveria correr contra Erdogan”

Mulheres e jovens em particular interpretaram a presença de Imamoglu no cenário político como um símbolo de coragem e resiliência democrática. Muitas apoiadoras estão convencidas de que ela pode herdar o legado político de seu marido.

“Ela deveria concorrer como candidata contra Erdogan”, comentou algumas das mulheres que a ouviram, que estavam protestando contra a Sarachane Square em Istambul. “Ela é muito forte. Estamos sempre atrás dela. Tanto ela quanto Ekrem Imamoglu.”

O próximo parlamentar e Eleições presidenciais Não são esperados até 2028. Mas há boas razões para o governo e a oposição exigirem as primeiras eleições.

Se a data da votação fosse apresentada, Erdogan poderá correr novamente. Se as eleições forem realizadas em 2028, de acordo com a Constituição turca, ele não seria capaz. Essa regra só poderia ser derrubada por uma emenda à Constituição, que exigiria a maioria de dois terços no Parlamento Turco.

À luz da crise atual, o CHP do partido da oposição também se beneficiaria de apresentar as eleições adiante. O anúncio de um novo candidato aumentaria a pressão sobre Erdogan.

Aplausos estrondosos

Muitos turcos estão demonstrando na Sarachane Square há dias, pedindo ao lançamento de Ekrem Imamoglu. E eles se apegam às palavras de sua esposa. Toda vez que Dilek Imamoglu sobe ao palco, a multidão entra em aplausos estrondosos.

Os manifestantes da Turquia podem realmente desafiar o poder de Erdogan?

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Sua popularidade é impulsionada pelo fato de ela não apenas falar em apoio ao marido, mas também aborda questões sociais.

Como uma mulher na multidão disse à DW, “a posição firme de Dilek Imamoglu em resposta à prisão de seu marido é um modelo para todas as mulheres e uma inspiração para a resistência. Isso demonstra o quão firme ela é contra a tirania”.

“Antes de imamoglu ser preso, todos já estavam discutindo possíveis candidatos presidenciais alternativos”, continuou outro local. “Se há alguma conversa sobre um candidato alternativo para o CHP, deve ser Dilek Imamoglu”.

Esta história foi publicada originalmente em alemão.



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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