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Dividendo da PetroReconcavo, Mitre, São Carlos, Grendene, Moura Dubeux e JCP da Allied

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Publicado às 21h33

 

PetroReconcavo (RECV3) vai pagar R$ 379 milhões em dividendos

O conselho de administração da PetroReconcavo (RECV3), em reunião realizada nesta quinta-feira, 7, aprovou a distribuição de dividendos no valor bruto de R$ 379 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 1,293078 por ação ordinária. 

Terão direito ao recebimento acionistas inscritos nos registros da companhia em 12 de novembro de 2024, sendo que as ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 13 de novembro. 

O pagamento será realizado aos acionistas no dia 26 de novembro de 2024. 

A PetroReconcavo divulgou também que no terceiro trimestre de 2024 (3T24) teve lucro líquido de R$ 159 milhões, alta de 9% na base anual. O Ebitda atingiu R$ 439,4 milhões, aumento de 16% em comparação ao terceiro trimestre de 2023. 

Allied (ALLD3) anuncia pagamento de JCP

O conselho de administração da Allied (ALLD3) aprovou a proposta de pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 122 milhões, que corresponde a R$ 1,30017281641 bruto por ação ordinária. 

O pagamento será realizado em data a ser oportunamente definida pela administração da companhia.

Tem direito quem estiver na base acionária ao final de 6 de dezembro de 2024 (data de corte).

As ações serão negociadas “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 9 de dezembro. 

“Fica ressalvado que, em havendo exercício do direito de opção de compra de ações pelos integrantes dos Programas de Stock Options do Plano de 2021, aprovado pela Companhia em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 05 de março de 2021 (“Plano 2021”), com a consequente emissão de novas ações, resultará na redução do valor do JCP por ação, que poderá chegar a até R$ 1,29506738979 bruto por ação, a depender da quantidade de ações emitidas em razão dos exercícios que forem efetivamente realizados”, afirmou a empresa. 

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendos intercalares

O conselho de administração da Mitre Realty Empreendimentos (MTRE3) aprovou nesta quinta-feira, 7, a distribuição de dividendos intercalares. 

O valor por ação é de R$ 0,14181068802. 

O pagamento será efetuado em 3 parcelas equivalente a R$ 0,04727022934 por ação ordinária. 

A 1° parcela tem data base em 19/12/2024 e pagamento em 03/01/2025.

A 2° parcela tem data base em 23/01/2025 e pagamento em 04/02/2025.

A 3° parcela tem data base em 20/02/2025 e pagamento em 06/03/2025.

São Carlos vai pagar (SCAR3) vai pagar R$ 1,74 por ação em dividendo

A São Carlos Empreendimentos (SCAR3) informou nesta quinta-feira, 7, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos no montante de R$ 100 milhões, equivalente a R$ 1,744967 por ação. A distribuição se refere aos dividendos extraordinários contra a reserva de lucro existente na última demonstração financeira aprovada referente ao exercício encerrado em 31/12/2023. 

Terão direito aos proventos os titulares de ações de emissão da companhia em 30 de dezembro de 2024, sendo as ações negociadas ex-dividendos a partir de 2 de janeiro de 2025. O pagamento dos proventos será realizado no dia 10 de janeiro de 2025.

Grendene (GRND3) anuncia pagamento de dividendo e JCP

O conselho de administração da Grendene (GRND3) aprovou nesta quinta-feira, 7, a 3ª distribuição antecipada de dividendos. O valor é de R$134.592.541,84 que serão pagos aos acionistas a partir de 5 de dezembro de 2024. 

O pagamento será na forma de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 55 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,06.

Na forma de dividendo, o valor é de R$ 79.592.541,84 correspondendo ao valor de R$ 0,08 por ação. Terão direito ao recebimento acionistas titulares de ações ordinárias em 21 de novembro de 2024 (data do corte). Desta forma, as ações ordinárias de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendo a partir de 22 de novembro de 2024. 

Moura Dubeux (MDNE3) anuncia dividendo no valor de R$ 0,65 por ação

O conselho de administração da Moura Dubeux (MDNE3) aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira, 7, a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 54.677.336,35 correspondendo ao valor de R$ 0,65 por ação. 

Terão direito titulares de ações da companhia em 12 de novembro de 2024, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 13 de novembro de 2024. O pagamento será realizado em 22 de novembro de 2024.

Leia também:

Petrobras vai pagar R$ 17,12 bilhões em dividendos. Confira os detalhes:

Caixa Seguridade (CXSE3) vai pagar R$ 930 milhões em dividendos 

LWSA (LWSA3) vai pagar R$ 40 milhões em dividendos

Comgás (CGAS5; CGAS3) vai pagar R$ 450 milhões em dividendos

Alupar (ALUP11) anuncia pagamento de dividendos intercalares

BR Partners (BRBI11) anuncia pagamento de dividendo no valor de R$ 0,45 por unit

Resultado da Fleury, Cogna, Rumo, Magazine Luiza, Yduqs, Movida, LWSA e Sanepar

 

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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