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Donald Trump diz que os Estados Unidos “não serão maltratados” e promete “responder” impostos da UE

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Donald Trump diz que os Estados Unidos "não serão maltratados" e promete "responder" impostos da UE

Donald Trump, nas costas, está subindo o degrau do Capitólio com o líder republicano da sala, Mike Johnson, e o primeiro -ministro irlandês Micheal Martin, em 12 de março de 2025.

Donald Trump novamente justificou na quarta -feira, 12 de março, seu uso de tarefas alfandegárias, garantindo que os Estados Unidos “Não será maltratado” por seus parceiros de negócios. Enquanto Washington tributa, desde meia -noite, o aço e o alumínio que entram no país em 25 %, o presidente americano também lembrou que os impostos aduaneiros chamados “Conversar” deve entrar em vigor em 2 de abril e julgado de passagem que eles poderiam ser “Um pouco mais do que recíproco”.

Por sua vez, a Comissão Europeia informou que tributaria uma série de produtos americanos que variam de barcos a bourbon via motocicletas, de 1é abril. A União Europeia (UE) “Lamento profundamente” As medidas decididas por Trump disseram que o presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, dizendo que a réplica européia era “Forte, mas proporcional”. L’UE “Responde firmemente”mais “Não quer causar escalada”a fim de “Resolvendo problemas e (de) Continue trabalhando juntos como (de) bons parceiros “disse Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu.

Perguntou que ele podia reagir à decisão de Bruxelas, o presidente americano respondeu “Claro que vamos responder”acusando a Europa novamente de ter “Foi criado para aproveitar os Estados Unidos. Eles aproveitam os Estados Unidos ”.

“Não vamos ficar nas armas cruzadas”

O Canadá imporá novos deveres aduaneiros na quinta -feira a certos produtos americanos para responder a aqueles “Injustificado e irracional” imposto pelos Estados Unidos. O ministro das Finanças Canadense, Dominic LeBlanc, anunciou 25 % de impostos alfandegários em quase 30 bilhões de dólares canadenses (19 bilhões de euros) de importações americanas, o que se preocupará em equipamentos esportivos específicos, produtos de ferro fundido e computadores. “Não ficaremos em braços cruzados enquanto nossas indústrias emblemáticas de aço e alumínio são injustamente direcionadas”ele garantiu.

Canadá, o primeiro fornecedor dos Estados Unidos para aço e alumínio, está particularmente no visor do Sr. Trump, que planejaram terça -feira para impor a Ottawa 50 % de tarefas alfandegárias sobre esses produtos, antes de mudar de idéia. O presidente americano, no entanto, disse que “Canadá d(EUT) Imediatamente para desistir de aumentar seus impostos antifermers americanos em 250 % a 390 % em vários produtos lácteos americanos ”e acrescentou que, se Ottawa não obtenha, Washington imporia em 2 de abril de tais tarefas alfandegárias em carros que este “Parará definitivamente a indústria automotiva no Canadá”.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Deveres alfandegários americanos: o Canadá está na zona de turbulência

“Uma ameaça existencial ao nosso país”

As novas medidas canadenses são adicionadas às tarefas alfandegárias de 25 %, montadas em US $ 30 bilhões em dólares canadenses em produtos americanos desde março em resposta à primeira série de impostos comerciais sobre produtos canadenses.

“Não é apenas uma ameaça para os empregos canadenses, não é apenas uma ameaça para as muitas famílias que vivem nesses empregos, é uma ameaça existencial ao nosso país”disse Mélanie Joly, ministra do Canadá de Relações Exteriores na quarta -feira. “Vamos lutar pelo que somos como país, porque não é apenas sobre a economia, é o futuro do nosso país”ela acrescentou.

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O futuro primeiro -ministro canadense Mark Carney também disse que estava pronto para falar diretamente com as relações comerciais de Trump entre os dois países. “Todos seremos melhores quando a maior parceria econômica e de segurança do mundo for renovada e relançada”também sublinhou o Sr. Carney.

O mundo com AFP

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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