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Donald Trump nomeia Scott Bessent como secretário do Tesouro
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Donald Trump anunciou na sexta-feira, 22 de novembro, que nomearia Scott Bessent, fundador da empresa de investimentos Key Square Group e fervoroso promotor do controle político sobre o Federal Reserve (Fed), para o cargo de Secretário do Tesouro. Citado entre os favoritos para este cargo, Scott Bessent, há muito próximo da família Trump, terá um papel essencial na implementação do programa económico do presidente eleito dos Estados Unidos mas também no controlo do dívida pública.
“Ele me ajudará a lançar uma nova era de ouro para os Estados Unidos, solidificando nosso papel como economia líder mundial, centro de inovação e criação de negócios, destino de capital, ao mesmo tempo em que garante que o dólar continue, sem dúvida, a moeda de reserva mundial. .declarou Donald Trump em um comunicado publicado em sua rede Truth Social.
Formado pela Universidade de Yale, iniciou sua carreira em 1991 na empresa de investimentos do bilionário George Soros (SFM), uma verdadeira bête noire dos conservadores, da qual saiu pela primeira vez em 2000 para lançar seu próprio fundo de investimentos. Após um fracasso inicial, ele retornou à SFM em 2011 antes de renunciar novamente para lançar o Key Square Group.
O primeiro-ministro abertamente gay de um governo republicano
Ele desempenhará um papel fundamental à frente do Departamento do Tesouro, uma posição de prestígio dentro do governo, com funções consultivas, gestão do orçamento federal e supervisão da política económica. Scott Bessent terá nomeadamente de aumentar e sustentar as reduções fiscais realizadas durante o primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021) e que expirarão em 2025.
A sua missão será também gerir a redução do défice público, o controlo da dívida federal que atinge os 36 biliões de dólares, bem como as relações comerciais com os principais parceiros dos Estados Unidos, incluindo a China. Desempenhará também um papel importante no controlo de instituições financeiras de supervisão como a Fed, relativamente à qual defende ardentemente um papel acrescido do poder político no processo de tomada de decisões.
Scott Bessent tornar-se-ia, se a sua nomeação fosse aprovada pelo Senado, o primeiro ministro assumidamente gay de um governo republicano, sublinha a revista Forbes.
O seu nome estava na balança desde 5 de novembro com o de Howard Lutnick, finalmente nomeado secretário do Comércio na terça-feira e que contava com o apoio da comitiva de Donald Trump, nomeadamente a do bilionário Elon Musk. Comparando os dois homens, Elon Musk estimou em sua conta X que Scott “Bessent seria uma escolha de status quo, enquanto Howard Lutnick realmente implementaria mudanças” procurado por Donald Trump.
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Num comunicado de imprensa, a American Bankers Association (ABA) saudou a nomeação de Scott Bessent, acreditando que o seu passado como financista “o ajudará a liderar um ministério essencial para a economia global e para os bancos do país”.
Retorno de Russell Thurlow Vought ao Escritório Executivo e Orçamentário
Na sexta-feira, Donald Trump também nomeou Russell Thurlow Vought como diretor do Gabinete de Gestão e Orçamento, uma importante agência que ajuda o presidente a decidir as prioridades políticas e o seu financiamento. Ele já havia exercido esse cargo de 2019 a 2021, durante o primeiro mandato do presidente eleito. « Russo (…)um redutor de custos e um desregulamentador agressivo, nos ajudará a implementar nossa agenda América Primeiro em todas as agências”Donald Trump escreveu no Truth Social para anunciar sua nomeação. « (Eu) sabe exatamente como desmantelar o Estado profundo e acabar com o governo maligno, e nos ajudará a restaurar a autonomia do povo. »
De acordo com o Washington PostVought se identifica como um nacionalista cristão que busca infundir o cristianismo no governo e na sociedade. É um dos principais editores do polémico “Projeto 2025”, ao qual Donald Trump garantiu durante a sua campanha que não estaria associado. Um programa de 900 páginas elaborado pelo think tank Heritage Foundation, o texto pretende ser um roteiro não oficial e radical, elaborado por pessoas próximas aos círculos conservadores. Em particular, planeia reformar o estatuto do funcionário público federal, até agora amplamente protegido de mudanças no poder político, o que poderia permitir a Donald Trump colocar ultraconservadores mais leais em posições-chave. O “Projeto 2025” também propõe remodelar as agências federais para centralizar o poder executivo nas mãos da Casa Branca e assim permitir a implementação de uma política muito conservadora em assuntos que vão da imigração ao aborto.
Lori Chavez-DeRemer, Ministra do Trabalho
Outra indicação do dia: Lori Chavez-DeRemer, representante republicana do Oregon, para o cargo de ministra do Trabalho. “Lori trabalhou incansavelmente com empresas e sindicatos para construir a força de trabalho americana e apoiar os homens e mulheres trabalhadores da América”escreveu Donald Trump. Em seu comunicado à imprensa, ele promete “enormes oportunidades para os trabalhadores americanos expandirem a formação e a aprendizagem, aumentarem os salários e melhorarem as condições de trabalho, criarem empregos na indústria”.
Lori Chavez-DeRemer começou sua carreira no serviço público em 2002. Ela foi eleita prefeita de Happy Valley, Oregon, em 2010, tornando-se a primeira prefeita latina da cidade. Ela foi eleita para a Câmara dos Deputados em 2022 e fracassou na tentativa de reeleição no início de novembro.
O mundo com AFP
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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