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Donald Trump vai ao Supremo Tribunal para evitar condenação criminal
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Dez dias antes da sua tomada de posse, Donald Trump, condenado por acusações criminais por pagamentos ocultos à estrela pornográfica Stormy Daniels, recorreu ao Supremo Tribunal com maioria conservadora para tentar escapar ao pronunciamento da sua sentença marcado para sexta-feira, segundo um recurso publicado quarta-feira. 8 de janeiro.
Neste documento datado de terça-feira, os advogados de aquele que se tornará 20 de janeiro de 47e presidente dos Estados Unidos são exigentes “uma suspensão de emergência para evitar que o processo criminal continue em um tribunal do estado de Nova York, incluindo uma audiência de sentença marcada para sexta-feira, 10 de janeiro, às 9h30. (horário de Nova York) ».
O Supremo Tribunal “deve suspender imediatamente o processo judicial (criminal) de Nova Iorque para evitar uma grave injustiça e ataque à instituição da presidência e ao funcionamento do governo federal”insistem os advogados do republicano, que invocam constantemente “imunidade presidencial” de seu cliente. Desde segunda-feira, o campo de Trump sofreu recusas do juiz do tribunal de Manhattan que presidiu o julgamento e depois de um tribunal de apelações para congelar o procedimento e adiar a audiência de sexta-feira.
Primeiro ex-presidente condenado pela justiça criminal
A menos que este recurso seja bem sucedido perante o Supremo Tribunal Federal em Washington – seis dos nove juízes dos quais são conservadores – a sentença de Donald Trump neste caso que o opõe a Stormy Daniels será pronunciada na sexta-feira às 15h30, hora de Paris.
O interessado pode comparecer pessoalmente ou remotamente por vídeo durante esta audiência histórica mas muito simbólica, tendo o juiz já descartado pena de prisão e até multa.
Após seis semanas de julgamento em plena campanha eleitoral, num clima eletrizante, Donald Trump tornou-se no dia 30 de maio o primeiro ex-presidente norte-americano (2017-2021) a ser condenado pelo sistema de justiça criminal.
Doze jurados consideraram-no culpado de 34 crimes de falsificação contabilística para esconder dos eleitores o pagamento de 130 mil dólares (ou 124.891,92 euros) à estrela porno Stormy Daniels, para evitar um escândalo sexual no final da sua primeira campanha vitoriosa em 2016 contra Hillary Clinton.
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Donald Trump, que negou qualquer relação sexual com a atriz, sempre denunciou um julgamento político arquitetado por um tribunal nas mãos dos seus adversários. Ele conseguiu escapar de qualquer julgamento criminal nos outros três casos em que foi acusado, incluindo o mais grave na justiça federal por suas tentativas supostamente ilegais de reverter os resultados das eleições presidenciais de 2020 perdidas para Joe Biden.
O Departamento de Justiça norte-americano também anunciou na quarta-feira que pretende tornar público o relatório do procurador especial Jack Smith sobre o processo federal contra Donald Trump por tentativas ilegais de reverter os resultados das eleições de 2020, declarou, em. documentos judiciais perante um tribunal federal de apelações, que ele não divulgaria o relatório de Jack Smith sobre o outro caso federal contra Donald Trump, por reter documentos confidenciais em sua propriedade em Mar-a-Lago após sua saída da Casa Branca. E isso, para não “ causar danos » aos seus dois co-réus neste caso.
O procurador especial recomendou e obteve no final de novembro a suspensão destes dois processos federais que visavam o ex-presidente e agora presidente eleito Donald Trump.
O mundo com AFP
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
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11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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