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Donos de big techs têm lugar de honra na posse de Trump – 20/01/2025 – Mundo

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Entre as dezenas de bilionários e políticos poderosos que participaram da cerimônia de posse de Donald Trump nesta segunda-feira (20), estavam os fundadores e presidentes das principais empresas de tecnologia do mundo. Mas, ao contrário da maioria, eles receberam alguns dos melhores assentos para acompanhar o evento.

Os CEOs da Meta, Mark Zuckerberg, do X, Elon Musk, e da Amazon, Jeff Bezos, sentaram-se à frente de todo o gabinete de Trump, um sinal da importância que o republicano dará a esses magnatas da tecnologia em seu governo. Na fileira também estavam os presidentes do Google, Sundar Pichai, e da Apple, Tim Cook.

Robert F. Kennedy Jr., que vai chefia o Departamento de Saúde, e Pam Bondi, escolhida para liderar a Justiça, ficaram atrás dos executivos. Marco Rubio, que vai chefiar a diplomacia do país, era um dos poucos visíveis ao lado dos bilionários.

A proximidade do novo governo com esses magnatas interessa aos dois lados. Trump depende das plataformas controladas por Zuckerberg e Musk, por exemplo, para aumentar o engajamento com seus eleitores –no passado, quando Trump teve sua conta excluída do Twitter (agora, X), o republicano precisou criar uma rede social para chamar de sua, o que naturalmente acabou diminuindo seu alcance.

Trump é tão próximo de Musk que o bilionário destinou mais de US$ 250 milhões para a campanha do republicano no ano passado. Em troca, recebeu um cargo feito sob medida no novo governo e agora será responsável por criar ideias para, em tese, enxugar a máquina pública.

Por outro lado, ter um bom relacionamento com o novo presidente dos EUA garante aos donos das empresas de tecnologia saídas mais fáceis para problemas recentes envolvendo agências reguladoras americanas, Justiça e Congresso. O governo de Joe Biden, por exemplo, intensificou medidas antitruste contra o Google e ações para diminuir a disseminação de notícias falsas em redes sociais.

Em outros países, como os da União Europeia, Canadá, Austrália e o próprio Brasil, essas empresas também têm sido alvo de ações dos governos locais.

O interesse dos dois lados em manter uma boa relação também explica a presença do CEO do TikTok, Shou Zi Chew, na cerimônia, ainda que ele não estivesse tão bem posicionado quanto os magnatas americanos.

O último fim de semana foi marcado por um vaivém na disputa entre autoridades americanas e a empresa chinesa que controla a plataforma. Em tese, o TikTok deveria parar de funcionar nos EUA a partir de domingo (19), devido a uma legislação do país, mas a suspensão durou poucas horas, à medida que Trump sinalizava que permitiria o funcionamento da rede social assim que assumisse o poder.

A decisão de Trump apenas adia a suspensão do TikTok, mas já aponta o interesse do republicano em manter uma boa relação com os executivos da plataforma. O americano, aliás, sugeriu que a ByteDance, dona do TikTok, vendesse metade de seu capital para os americanos, o que afrouxaria as acusações de espionagem contra a plataforma.

A proximidade de Trump com esses bilionários gerou alerta de Biden. Em discurso na semana passada, o agora ex-presidente americano disse que “há uma perigosa concentração de poder nas mãos de pouquíssimas pessoas extremamente ricas”.

“Hoje, está se formando na América uma oligarquia de riqueza, poder e influência extremas que literalmente ameaçam toda a nossa democracia, nossos direitos e liberdades básicos e uma chance justa para todos progredirem”, afirmou o democrata, que deixou a Casa Branca também nesta segunda.

Magnatas da tecnologia na posse de Trump

Elon Musk, CEO da Tesla e dono do X

Musk, o homem mais rico do mundo, é dono da Tesla, SpaceX e X. Ele gastou mais de US$ 250 milhões para ajudar a eleger Trump e agora será líder de um departamento voltado para tornar o governo dos EUA mais eficiente.

Jeff Bezos, dono da Amazon

Bezos, o segundo homem mais rico do mundo, é fundador e dono de cerca de 10% da Amazon, o maior e-commerce do mundo. Ele também é dono da empresa de foguetes Blue Origin e do jornal The Washington Post. No ano passado, defendeu que seu jornal não endossasse um candidato presidencial dos EUA, excluindo a possibilidade de o veículo defender Kamala Harris. O Prime Video, serviço de streaming da Amazon, transmitiu a posse de Trump.

Mark Zuckerberg, dono e CEO da Meta

Nas últimas semanas, Zuckerberg talvez tenha sido o magnata da tecnologia que mais apareceu na mídia. Isso porque a Meta, dona de Facebook, Whatsapp e Instagram, anunciou que eliminaria seu programa de verificação de fatos nos EUA, uma ferramenta bastante criticada por Trump. No passado, o republicano ameaçou prender o bilionário.

Sundar Pichai, CEO do Google

A Google, juntamente com Amazon e Meta, doou US$ 1 milhão para o fundo inaugural de Trump, que deve reduzir algumas das políticas antitruste criadas por Biden contra o buscador.

Shou Zi Chew, CEO do TikTok

Um dia antes da posse de Trump, o TikTok agradeceu a ele por seu papel na restauração do aplicativo para usuários americanos. Chew já precisou ir ao Congresso americano dar explicações sobre o aplicativo e, no ano passado, não conseguiu reverter uma lei que bania a plataforma dos EUA.

Sam Altman, CEO da OpenAI

Programador e investidor americano, é considerado o pai do ChatGPT, ferramenta de inteligência artificial desenvolvida pela OpenAI que revolucionou a indústria. Altman era CEO da empresa, foi demitido no dia 17 de novembro de 2023, recebeu oferta de emprego da Microsoft, mas foi realocado na antiga empresa cinco dias depois. Ele também doou US$ 1 milhão para a posse de Trump.



Leia Mais: Folha

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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