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Duas sessões bem coreografadas se abrem em Pequim como a Ordem Mundial Roils | China
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Amy Hawkins, senior China correspondent, in Beijing
UMs milhares de delegados de todo China Chegue a Pequim nesta semana para participar da sessão parlamentar anual, há uma mudança quase perceptível no clima na capital. Embora poucos chineses comuns prestem muita atenção aos acontecimentos dentro do grande salão do povo, o imponente edifício modernista da década de 1950 que flanqueia a borda oeste da Praça Tiananmen, os efeitos da ondulação do conclave desta semana podem ser sentidos em toda a cidade.
A segurança é aumentada. Pessoal extrato uniformizado foi destacado para se destacar nas pontes de Pequim – para que ninguém tente um golpe inspirado por Protesto de Peng Lifa em Sitong Bridge Antes do 20º Congresso do Partido, em 2022. Guardas em estações de metrô movimentadas sujeitam os passageiros para varreduras aleatórias de seus cartões de identificação.
Redes privadas virtuais – aplicativos usados para túnel através do firewall da censura na Internet – diminuem a velocidade, enquanto as autoridades tentam apertar o controle da troca de informações com o mundo exterior. É imperativo para o Partido Comunista que as sessões paralelas da “Conferência Consultiva Política do Povo Chinês”, um órgão consultivo e do Congresso Popular Nacional (NPC), o parlamento de carimbo de borracha da China, corra sem problemas. Juntos, as reuniões são conhecidas como as duas sessõese representar o evento anual mais importante no calendário político da China.
De Pequim, o mundo exterior parece estar em fluxo. A reivindicação da China de ser o farol de estabilidade em um mundo caótico está sendo reforçado por eventos. Os presidentes dos EUA e da Ucrânia são negociando golpes verbais ao vivo na televisão; O acordo de cessar-fogo apoiado pelos EUA em Gaza está no beira de colapso.
A China, exceto por algumas manchetes sobre tarifas, está fora das notícias. As tarifas em si estão geralmente longe da consciência pública, apesar do fato de a China estar Espera -se impor outra rodada de contramedidas Nos EUA, na terça -feira, depois que Donald Trump ameaçou Pequim com um imposto extra de 10%.
A guerra comercial “não vai me influenciar”, disse Wang Zichen, um vendedor de 18 anos que trabalha no distrito de Chaoyang, de Pequim. Os EUA e a China “estão apenas tendo alguns problemas e precisam de uma solução … (os EUA) é um país amigável”. Wang está mais interessado em enfrentar seu próximo cliente. Os negócios são lentos. As vendas totais de bens de consumo em Chaoyang caíram 4% em 2024, enquanto as vendas de propriedades comerciais e residenciais caíram 10% e 13%, respectivamente, quando medidas em metros quadrados.
A China deveria rugir da pandemia, pois os gastos do consumidor foram desencadeados, mas a maioria das pessoas na rua concorda que isso não aconteceu. Os preços dos imóveis estão caindo. Os trabalhadores da geração do milênio e da Gen-Z estão lutando para encontrar trabalho e até a meia-idade, incluindo pessoas com seus próprios filhos pequenos, estão sentados em casa sem empregos. Eles, como as gerações mais jovens, são Tangping, ou “deitado plana”: escolher a passividade em uma sociedade que não parece que está gratificando o trabalho duro. Jovens pais até falam de Kenneo, ou “comer o velho” – vivendo de seus anciãos que têm pensões de estado saudáveis.
Esse tipo de Niilismo econômico é exatamente o que Pequim quer combater. No alto da agenda do NPC desta semana, será o estímulo fiscal. Em dezembro, a Conferência Central de Trabalho Econômico, uma sessão de planejamento econômico convocado pelo Politburo do CCP, enfatizou a necessidade de estimular o consumo e estabilizar o crescimento econômico.
Quando o primeiro -ministro chinês, Li Qiang, entrega o relatório de trabalho do governo na sessão de abertura do NPC na quarta -feira, os analistas estarão assistindo atentamente a meta do PIB para 2025, que deve ser de 5%e para obter detalhes sobre as instruções estabelecidas pelo PCC no final do ano passado.
Com as primeiras fotos da guerra comercial EUA-China demitida desde a reunião de dezembro, Pequim está sob pressão para encontrar maneiras de proteger sua economia do impacto das tarifas. Em 2024, a economia da China atingiu sua meta do PIB com a ajuda de um boom de exportação de final de ano. As exportações para os EUA em dezembro aumentaram 15,6%. Com as tarifas de volta ao menu, o crescimento econômico construído nas exportações será mais difícil de realizar em 2025.
O boom econômico da China foi construído sobre infraestrutura e políticas que priorizavam o crescimento do PIB acima de tudo. Então ele se voltou para a fabricação, tornando -se a “fábrica do mundo”. Agora, os líderes da China querem girar a economia em direção a “novas forças produtivas de qualidade”, uma frase cunhada pelo líder da China, Xi Jinping, em 2023. Isso significa focar no investimento em setores de inovação e alta tecnologia.
E em 2025, isso significa Deepseek. A empresa de IA chinesa iniciante conquistou o mundo em janeiro, quando lançou um modelo de IA que emulou a sofisticação dos principais concorrentes americanos, aparentemente por uma fração do custo. A estréia de Deepseek limpou um recorde de US $ 1TN nos Estados de Tecnologia dos EUA Enquanto os investidores se recuperaram da revelação de que os EUA não podem manter sua posição de liderança na IA por muito mais tempo.
Deepseek, uma empresa de pesquisa privada banhada por um empreendedor de fundos de hedge nomeado Liang Wenfengalcançou seu sucesso sem apoio do estado. Mas o estado abrangeu Liang e sua empresa. No mês passado, Xi realizou uma rara reunião pessoal com líderes de tecnologia em Pequim, com Liang supostamente presente.
Enquanto Liang está penteando suas conexões na capital, sua empresa está em toda parte. O gigante da tecnologia Baidu está integrando Deepseek Com seu próprio modelo de idioma, Ernie, com Deepseek já sendo incorporado aos aplicativos do Baidu. Os passageiros de Pequim consultam o chatbot de Deepseek enquanto se aconchegam em carruagens lotadas de metrô.
Os diplomatas ocidentais relatam que as autoridades chinesas estão mencionando o potencial da Deepseek em todas as oportunidades possíveis. A Autoridade de Transporte Público local em Shenzhen, o centro de tecnologia do sul da China, começou a usar o DeepSeek em seu agente de atendimento ao cliente movido a IA e afirma ter aumentado a eficiência em 50% como resultado.
Não há dúvida de uma primavera na etapa dos formuladores de políticas chineses encarregados de promover a amada “forças produtivas de novas qualidade” de Xi. Os delegados das duas sessões desta semana terão que esperar que esse otimismo nos corredores do poder possa se espalhar pelas ruas de Pequim e além.
Pesquisas adicionais de Jason Tzu Kuan Lu
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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