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‘É idiota, mas vou assistir’: por que a briga de Tyson na Netflix é grande bilheteria | Boxe

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Sean Ingle

TO trailer do mais recente empreendimento multimilionário da Netflix começa com uma batida dramática, o tapa da luva no teclado e um sotaque familiar do Brooklyn. “Ele é um assassino fabricado”, diz Mike Tysoncom um sabor quase de desenho animado. “Eu sou um assassino nato.”

A câmera então corta para o homem que ele enfrentará na madrugada de sábado, horário do Reino Unido, o influenciador Jake Paul. “Vamos para a guerra”, prevê Paul, que fez fortuna filmando pegadinhas como Afundei o carro do meu amigo e o surpreendi com um novo antes de uma mudança ainda mais lucrativa no boxe. “E ele está sendo nocauteado.”

Esqueça o fato de que Tyson tem 58 anos e não luta profissionalmente desde que desistiu contra Kevin McBride, há quase 20 anos. Ou que Paul, de 27 anos, é relativamente novato, que perdeu para o Ilha do Amor estrela Tommy Fury no ano passado. Espera-se que mais de 60.000 fãs compareçam ao AT&T Stadium em Arlington, Texas, para assistir à luta pessoalmente, com outros milhões transmitindo online.

Mas enquanto os dois homens se preparam para enfrentar oito rounds de dois minutos em troca, rumores sugerem que, por mais de US$ 20 milhões (£ 15,5 milhões) cada, as questões permanecem no ar do Texas. Isso é apenas uma pantomima horrível? Ou deveria ser visto como um prenúncio do que está por vir? E, o que é mais intrigante, por que Netflix jogando milhões neste encontro do velho mundo do boxe com sua nova iteração no YouTube? Especialmente quando quase todos no esporte acreditam que é uma péssima ideia.

Mike Tyson e Jake Paul se enfrentam em Arlington, Texas Fotografia: John Ricard/Shutterstock

Barry McGuigan, que estava no auge há 40 anos, resume o desconforto do boxe de maneira particularmente eloquente. “Tenho 63 anos e Tyson está apenas cinco anos atrás de mim”, ele diz ao Observador. “Então a ideia de ele lutar boxe com qualquer cara, mesmo que ele seja apenas comum, é tão errada nessa idade. Você é sua reputação. É disso que as pessoas se lembram. E lembro-me de Mike Tyson como uma máquina de demolição.

“Ele realmente foi um dos pesos pesados ​​mais perigosos que já usou luvas. Não há dúvida sobre isso. E não quero que as pessoas digam daqui a 20 anos: ‘Ah, esse é aquele cara que teve aquela briga falsa com aquele YouTuber’”.

McGuigan é generoso com Paul, dizendo que ele “obviamente pode boxear um pouco”. Mas isso, para ele, torna os riscos ainda maiores. “Um homem de 58 anos não deveria lutar”, acrescenta. “Ele simplesmente não deveria. Nessa idade, sua resistência ao soco invariavelmente desaparece. E embora vejamos todos esses clipes de Tyson fazendo os pads, isso não é real. O que é real é lutar contra adversários de boa qualidade e ver como você fica. Você pode ter certeza de que ele não está fazendo isso devido à sua idade.”

Uma perspectiva muito diferente é oferecida por Adam Kelly, presidente de mídia da agência global de marketing esportivo IMG. Kelly aceita que há dúvidas, mas prevê que Tyson v Paul tem “o potencial de quebrar algumas das melhores classificações de todos os tempos e ser uma das lutas de boxe mais vistas de todos os tempos”.

Essas são palavras fortes e têm ainda mais peso, visto que Kelly fez parte da promoção Floyd Mayweather versus Conor McGregor em 2017, que foi um sucesso no pay-per-view e abriu caminho para outras partidas cruzadas. Em sua função atual, ele também fala regularmente com grandes organizações esportivas, organizações e emissoras como a Netflix sobre como o esporte poderá ser no futuro.

Para Kelly, essa luta faz parte da próxima iteração de como assistiremos ao esporte. A primeira veio através da TV comercial e da publicidade. O segundo da TV paga. Esta terceira onda está sendo alimentada pela Netflix, Amazon, Apple e Google com o YouTube.

Conor McGregor e Floyd Mayweather em ação em 2017. Fotografia: Stephen McCarthy/Sportsfile/Getty Images

“O esporte é uma parte importante da economia da atenção, e esses caras são os mais eficazes em transformar a atenção em ganhos”, diz ele. “Então, o que eles poderão fazer melhor do que os players existentes é monetizar o público toda vez que assistirem.”

Tyson versus Paul é, na verdade, a salva de abertura da Netflix antes da transmissão ao vivo dos jogos da NFL no dia de Natal, dos eventos da World Wrestling Entertainment no próximo ano e de possíveis esportes ao vivo no futuro. Então, como empresas como Netflix e Amazon podem competir com as cobranças mensais da Sky ou com as altas taxas de pay-per-view? “Acho que um dos desafios que o esporte enfrenta é que a monetização direta dos fãs está meio esgotada, para usar uma expressão do MMA”, diz Kelly. “Mas na economia da atenção, da qual o desporto é uma parte fundamental, existem muitas outras formas pelas quais o envolvimento e a audiência podem ser convertidos em lucros para as empresas.

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“Por exemplo, será que a Amazon conseguirá converter a atenção dada ao desporto em oportunidades adicionais de retalho e canalizar ainda mais gastos para as suas compras online? E poderá a Netflix expandir e melhorar a sua plataforma de publicidade, que já é significativa e está em crescimento?”

Como salienta Kelly, a Netflix está a aproximar-se dos 300 milhões de lares com a sua base total de assinantes, bem como a aproximar-se dos 50 milhões no seu nível de custo mais baixo financiado por publicidade. “E com base nos seus ganhos, eles acreditam que esses números têm um potencial significativo de crescimento e, em última análise, proporcionarão um modelo diferente de simplesmente ter que cobrar mais dinheiro aos fãs de esportes, ao mesmo tempo que geram mais ganhos e mais receitas para o jogo”, diz ele.

“O mesmo se aplica às outras grandes empresas de tecnologia. E se você juntar esses elementos, poderá começar a ver algo que não é uma aberração. É mais uma tendência futura.”

“Acho que vamos olhar para trás e pensar: ‘Bem, este é o momento em que a Netflix pegou fogo quando o assunto é esporte’”, acrescenta. “Eles estão realmente pressionando. E acho que será uma das maiores lutas já transmitidas.”

Muitos no boxe permanecem céticos. O promotor Eddie Hearn criticou a luta, chamando-a de “perigosa, irresponsável e desrespeitosa ao boxe” e a venda de ingressos teria sido lenta. Enquanto McGuigan também teme o pior quando a luta começar. “Espero que seja adequado e que não seja um monte de bobagens coreografadas”, diz ele. “E espero que seja de verdade. Mas se Tyson, na casa dos 20 anos, atingisse Jake Paul, ele o teria internado por uma semana. Agora não porque ele é um homem velho.

No entanto, como Kelly aponta, os críticos também estavam em vigor antes de Mayweather lutar contra McGregor. “Os aficionados do boxe dirão que McGregor era um boxeador terrível, mas eu estava lá em Las Vegas e foi emocionante, e as pessoas aderiram à luta de todas as maneiras”, diz ele. “Acho que isso será semelhante.

“Com essa luta conseguimos reunir essas duas estrelas de públicos bastante diferentes. Foi o maior evento global de boxe pay-per-view de todos os tempos (atrás apenas de Mayeather x Manny Pacquiao) e deu início a uma tendência onde você via os desajustados, os influenciadores – como Logan Paul, Jake Paul, KSI e outros – comecei a perceber que muitas pessoas pagarão para experimentar um tipo diferente de evento.”

Não se engane, não será diferente quando Tyson retornar aos ringues. Alguns vão sintonizar na esperança de ver o ex-campeão dos pesos pesados ​​desferir um nocaute final arrepiante. Outros porque o algoritmo da Netflix os atraiu ou simplesmente porque estão curiosos sobre o que acontecerá a seguir. Como disse um comentarista do trailer oficial no YouTube: “Isso é idiota? Sim. Vou assistir? Sim.” A reação que se seguiu sugeriu que muitos outros sentiam o mesmo.



Leia Mais: The Guardian

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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